segunda-feira, 21 de março de 2016

A festa de aniversário low-cost.

Parabéns à minha filha que fez ontem dois anos. Só na sexta é que pus o dia de ontem de folga. Sinceramente, até à minha sogra me falar no assunto não tinha pensado nisso. Talvez por ter passado um ano e meio em casa com ela, não adivinhar que o dia fosse ser diferente e querer poupar os dias todos de férias para quando estiver bom tempo e pudermos enlouquecer com a quantidade de planos que pudéssemos fazer. Porém, a semente ficou lá, um olhar reprovador da minha vizinha e amiga Renata também e uma observação do Frederico também: "faz como quiseres, mas não será esquisito dares-lhe as prendas e depois ires para o comboio?". 

Achei demasiado estúpido e fui decidida a meter o dia de folga. Ainda bem que pus. 

Não tinha planeado nada em especial para o dia, nem tinha prendas pensadas ou compradas. De repente tudo ganhou importância - senti que assim mesmo é que tinha de ser e, na sexta-feira, à saída do trabalho comprei-lhe três prendas na Imaginarium (uma varinha mágica - que adorou!!!!! - uma torradeira e um brinquedo para o banho). 

Passei pela BairroArte e comprei umas velas arco-íris (tem cada uma a sua cor e, mais engraçado ainda, cada chama tem a cor da vela - o que já não estava à espera) e uma de um dois daqueles que faz faísca. Despachei também as prendas do dia do pai (termómetros para carne - eu sei, parece ridículo - e um repousa colheres para enquanto ele cozinha). 

Desci mais a rua e passei pela Dû Pareil Au Même e comprei uma capa linda para a chuva para a Isabelinha da Joana Paixão Brás. E, pronto. Acho que estava tudo. De repente tinha cumprido com todas as minhas obrigações (apesar de ter ficado com a conta tão vazia que, se alguém falasse, ouvir-se-ia um eco durante quatro anos). 

No domingo, tivemos de ir às compras, aproveitei e como uma vez reparei que a Joana Paixão Brás tem uma terrina de lá que achei muita graça, dei o benefício de dúvida de haver algumas coisas giras para a festa da Irene. Giras e baratas, claro. Acabei por comprar uns pratinhos de papel (o nosso serviço de loiça é muito marcante - preto e vermelho), um prato para levantar um bocadinho o bolo e guardanapos. 

Posto isto, o que faltava? Um bolo. Fiz o bolo na Yammi no dia anterior à tarde e pronto. Não pensei em mais nada. Ontem, comecei a pensar que faria sentido convidar os avós e convidei. De repente tinha uma catrefada de gente cá em casa e sem nada de "jeito" para o lanche. Pusemos uma bola de carne no forno (tínhamos uma congelada por fazer), servi uns pacotinhos de sumo 100% que uso para levar a comida para o trabalho e enchi uma taça com uns suspiros que tínhamos para ali no armário para misturar com os iogurtes. Está feito. 

Ah! Não me preocupei muito mais com a decoração da festa porque, além de não ser o meu forte (não é mesmo), a Mariana (uma amiga da faculdade) tinha oferecido (a mim e à Joana Paixão Brás) umas lanternas e umas decorações para o bolo. Achei que, assim sendo, ficava tudo com um ar mais compostinho e pensado. E acho que ficou tudo muito bem. Low-cost ao máximo, mas tudo bem. Aliás, melhor ainda. 

Foi um dia muito feliz. A Irene estava eufórica de ter todos os olhares para ela. Avós tão dedicados em fazerem-na sorrir e a brincarem com ela. Além do meu irmão que também estava deliciado com a Irene (ele adora crianças). 

A Irene recebeu roupa dos avós do lado do pai, roupa da avó do lado da mãe um triciclo e uns Stan Smith que não resisti e foi o que sugeri quando a minha mãe insistiu para eu escolher uns sapatos mais compostos. Sei que não era isto que ela tinha em mente, mas a miúda fica tão gira... 

Acabei por lhe vestir uma camisa da Zippy que tinha comprado no dia anterior, umas calças de ganga azuis e um casaco de malha cinzento da Zippy também. O pai acha que ela parecia um menino, mas eu acho que os ganchos mudam tudo. 

Sábado há a festa à séria! ;)

Achei que as lanternas não aguentava se prendesse só os extremos, então acabei por colar uma a uma à parede. Ficaram com um aspecto bastante plástico, mas serviram perfeitamente. 

Obviamente que tivemos de cantar os parabéns umas cinco vezes, acho que foi a parte preferida do dia para ela. 

Depois desta fotografia foi para a cozinha dela dar de comer à castanhola a dizer "abre a boca, ervilhas!". 

Ficou apaixonada pelos ténis porque o tio Pedro tinha uns iguais. Toda vaidosa com eles: "ténis Pedro, ténis bebé". 

Dei o meu melhor para parecer uma fotografia tipo Pinterest. Aquele rabo de aquecimento central passou por um fiozinho, sacana!!

Tive de cortar imenso a fotografia porque apoio a Irene na minha barriga quando a tenho ao colo e não gosto nada da minha forma (esqueço-me sempre). Este é o meu irmão Pedro, outra das minhas grandes paixões. Quem mais me preparou o coração para ser mãe - se é que há preparação possível. 

Cerca do bolo, cavalinho e bandeiras (sei lá como é que aquilo se chama) - Maryland Art&Design

Prato do Bolo, pratos e guardanapos - Kasa do Continente

Velas arco-íris e número dourado - BairroArte. 

5 comentários:

  1. Adoro a última foto! Está mesmo bonita! A Irene parece uma boneca.
    Também gosto muito da legenda. O conjunto está ... amoroso demais. <3

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  2. Sou apologista dos ganchos, mudam tudo hehehe Adoro vestir a minha Carolina com cores, supostamente, de menino, meto-lhe uma fita ou um gancho ou uns totós e tcharaaaaaaaaaaaaa temos menina :D
    Adorei a simplicidade, as melhores coisas acabam por vir em "pacotes" simples ;)

    Muitos parabéns :D

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  3. Parabéns à Irene e aos papás :)
    Inês

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  4. Ora,aí está: consegue-se uma festinha de forma simples, prática, funcional e low cost. Esse é mais o meu "team". Confesso que não tenho jeitinho ou grande paciência para festas "pipis". Nada contra, até porque acho muito giro, mas... Naaa.
    A Irene está giríssima! Parabéns! :)

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