terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Se estivesse em teste de maternidade hoje, chumbava!

Se isto funcionasse assim, com notas a atribuir, com escala de zero a vinte, eu hoje teria chumbado. Foi um "dia não" para aquilo que são os meus limites do razoável nesta coisa de ser mãe. Não fui capaz de pôr para trás das costas, não fui capaz de respirar fundo o suficiente, não suportei as birras, gritei, chateei-me, fiz birra e não peguei na Isabel ao colo quando ela mo pediu, mesmo podendo. Quis mostrar-lhe que estava zangada, como se isso fosse resolver o que quer que fosse. Só que ela estava adoentada. A irmã também (ainda sem perceber bem com o quê, ranho e tosse). Não consegui gerir ter duas filhas em casa mais carentes, dar almoço, pô-las a fazer a sesta, dar mama, dar colo, brincar, fazer jantar, não deixar a lareira apagar, ir limpar o rabo a uma enquanto a outra fazia uma birra de morte. Deixei queimar o jantar, a Luísa caiu do sofá(!!!) - valeram-nos umas almofadas que estavam no chão - a Isabel tanto dava beijos à Luísa, como lhe dava estalos. Quando a minha mãe me perguntou se precisava de mais alguma coisa em casa, além de pão, respondi "uma pistola". Para mim não é fácil e eu não me aguentei nas canetas. 

Quando ouvirem por aí outras super mães ou avós dizerem que os filhos são uma delícia, que se portam muito bem, que não admitem birras, que com elas eles "não fazem farinha"; quando virem por aí fotos de miúdos todos aperaltadinhos, sorridentes, com uma auréola a sobrevoar as cabeças, quartos brancos imaculados, e tudo saído de capa de revista, não acreditem. Por detrás daquilo tudo, há - quase de certeza - uns gritos, uns choros e uns nervos. Pelo menos, é no que acredito para me sentir um bocadinho menos mal quando a coisa descamba. E por aqui descamba muitas vezes, mais do que as que gostaria. Hoje descambou. Amanhã se verá. 
Ter consciência disto, pensar no que poderei melhorar amanhã para minorar o filme de terror em que somos todos obrigados a entrar, faz-me bem. Hoje chumbava mas, felizmente, não é assim que se mede os nossos papéis, vocações, relações. 

Coisa mais boa. Ela e a irmã. Mesmo quando dão comigo em louca.

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32 comentários:

  1. Tenho um pequeno de 8 meses e muitas vezes também é assim , ainda mais nos dias em que nós queremos fazer tudo e eles só querem o nosso colo e não nos deixar fazer nada , tal como eles também há dias em que temos menos paciência, que na noite q passamos entre ranho e tosse só queremos poder comer a taça de chocapic em paz . Não somos más mães por isso , somos humanas . Quem nunca deu um berro ou ligou para o marido a gritar culpando ele deste caos todo, que atire a primeira pedra ✌

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    1. "Quem nunca deu um berro ou ligou para o marido a gritar culpando ele deste caos todo, que atire a primeira pedra ✌". Tal e qual por aqui, coitado do meu marido, ouve coisas ao telefone no pico da minha frustração por não dar conta de tudo. Quando ele chega a casa as miudas correm-lhe para o colo, enchem-no de beijos e ele olha para mim e eu percebo que às vezes a maior birra parece vir do meu lado, por não conseguir fazer TUDO.

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  2. Ca em casa hoje foi mais aou menos assim . Obrigada por este texto Joana (afinal nao sou a unica )
    No silencio que a noite traz (antes da becas n3 nao acordar a meio da noite porque se ela nao adormecer logo la se foi o silencio noturno )eu penso que podia ter tido mais paciencia mas ha dias que nao consigo.No fim penso sempre que amanha vou aprender com os erros de hoje . xx

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  3. compreendo perfeitamente ::)) e nunca somos perfeitas , ninguem e , amanha e sempre um novo dia gracas a deus e sempre na esperanca de melhorar , um beijinho e muita forca ��

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  4. compreendo perfeitamente ::)) amanha sera um novo dia gracas a deus e para melhorar, todas penso que perdemos o tino , nunca seremos perfeitas tal como as nossas maes tambem nao o foram e somos humanas , tambem me acontece a mim perder as estribeiras , tenho 2 ; uma menina de 4 e um menino de quase 2 aninhos , revejo-me no seu texto , um beijinho grande e forca 😊

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  5. Curioso o seu texto Joana, ainda hoje fazia esta reflexão depois de mais uma noite complicada em que eu mandei ao ar todos os alpalavrões que conheço e a L. De quase 9 meses terminou a dormir no nosso meio para eu conseguir ir trabalhar de manhã... culpo-me muito por me enervar, ela chora de me ver irritada e peço a Deus que me dê mais calma no dia seguinte. Obrigada Joana, o seu desabafo é o meu

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  6. É tão bom quando percebemos que não somos únicas, que todas nós temos momentos menos bons com eles! Eu tenho um Lourenço de 19 meses que tem umas pinças com ímans no lugar das mãos e às vezes é de bradar aos céus. É um desespero e levam-nos ao limite. Ao mesmo tempo, são o melhor do mundo! * (obrigada por me fazeres sentir igual a todas as outras quando acho que o desespero é só meu!)

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  7. Aí Joana parece que adivinhaste os meus pensamentos hoje. Inclusive cheguei a pensar, "no blog das Joanas parece que elas têm sempre tanto controlo... filhas que mais parecem um anjos. Mas por outro lado talvez não e elas apenas não se foquem nesse aspecto para fazer um post no blog". Palavra que me passou isto mesmo pela cabeça.
    A minha filha tem 20 meses e passa imenso tempo comigo mesmo indo todos os dias para a creche. E chegar a casa do trabalho brincar com ela, estar com ela, fazer jantar, dar banho, dar-lhe o jantar, maminha, enfim.... é mt coisa para uma pessoa só principalmente quando o marido chega tarde e quando eu chego cansada. Há dias em que me passo mesmo com ela. Porque ela mexeu em algo que não devia ou fez algo que não devia ou porque está também ela irritada e como não lhe dou a devida atenção ela levanta-me a mão... enfim... há dias em que me passo e irrito-me e berro com ela. Ao ponto de lhe bater nas mãos quando ela me tenta bater por exemplo. Só depois penso que ela é apenas uma criança e me arrependo. E vou pedir-lhe desculpa tal como lhe digo que ela tem de dizer quando ela me tenta bater a mim ou faz algo errado.
    Obrigada por este post e por me fazeres entender algo que supostamente é óbvio mas que as vezes temos tendência para esquecer e pensar que estamos sozinhas.
    Beijinhos para ti e nesses pés lindos das tuas meninas 😜

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  8. Olá Joana, compreendo perfeitamente! Por muito que tentemos as vezes, não temos a paciência que gostariamos! Mas a capacidade de nos apercebermos disso, e de tentarmos melhorar, é o que nos torna únicos. Posso dizer-lhe que sou mãe de trigemeos com 3 anos, e que todas as fases têm coisas complicadas, nesta idade das birras,a Joana, talvez nem imagine a dificuldade todas as manhas para sair de casa! E sim, já tentei milhentas coisas.... Para terminar resta dizer que amanhã é um novo dia, e que tudo há-de melhorar!

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  9. Adoro que sejam transparentes e sinceras! Que não escrevam um texto bonito e cor de rosa, mas um texto verdadeiro! Porque todas as casas têm dias assim!

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  10. Quem é Mae sabe que ha dias muito duficeis...e o mais importante é tentar sempre melhorar...porque ainda acredito que cada mae faz o melhor que sabe e pode em cada momento...mesmo que isso seja diferente de mae para mae...

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  11. Obrigada!!! Já me sinto bem melhor!! Com um de 9 anos e outro de 2 a minha casa às vezes também descamba...Por mais que tentemos,só podemos dar o nosso melhor e nada mais.. não há mães perfeitas. E todas nós, num certo momento,só nos apetece é gritar e desaparecer..����

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  12. É bom sentir que não sou a única, há dias não, muitos mais do que gostaria, mas nada é perfeito, apenas o nosso amor é certo, único e verdadeiro, e no final tudo vale a pena.

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  13. Ola ..não vais ser nem a primeira nem a última a sair da "linha".Há dias bons e dias menos bons.Temos que relativizar quando nos arreliamos para seguirmos em frente.
    Pois senão nao saimos da estaca zero.Eu tenho 2 meninas ( uma com 5 anos e outra com 3 meses)…temos de pensar que são nossas que as temos de educar .E se isso tamvem implica surtar um pouco que assim seja.Pois a maior parte do tempo estamos na bjkas..abracinhos...carinhos...no amor.

    Um dia de cada vez ...e mais uma vez digo..somos mães com tudo o que a palavra acarreta
    Bjnho

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  14. Com dois e ainda por cima adoentados é dificil mesmo. Joana já pensou em deixar refeiçoes congeladas? (fazer a mais quando está só com a Luisa) e nesses dias complicados descongela no microondas. Eu faço assim e quando estou mais cansada, ou sinto que a coisa está a descambar em dias de birras, e no tempo que não estou na cozinha enfio com eles na banheira e deixo que fiquem um bocado a brincar, normalmente acalmam.

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    1. Prometo que o vou fazer todas as semanas e depois nunca o faço. Às vezes faço é duas refeições de uma só vez para não ter de me preocupar na noite seguinte... Obrigada pela dica! <3

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  15. Joana,tenho duas filhas com 14meses de diferença - uma com 4meses e outra com 18 - não tem sido facil e esse é muitas vezes o meu dia a dia :) tenho lido bastante sobre a disciplina positiva e tem me ajudado,mas há dias...e momentos...principalmente qd a bebé Alice decide descarregar as suas frustrações na bebé Clara e lhe puxa o cabelo ou arranha lhe a cara,é dificil manter me calma...
    Ines

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  16. Joana, quantas vezes isto aqui descambou... houve uma altura em que vai na volta e o puto me mordia a mama com toda a força... não soube lidar com isso e passei-me para o outro lado várias vezes. Fora a desilusão comigo mesma ainda tive de suportar sugestões para q parasse de dar mama... um desgaste brutal... e as críticas sempre lá, no meio do caos. Por vezes das pessoas que mais me deviam apoiar. Estes e outros momentos de crise não são assim tão poucos e influenciam muito a minha vontade de não ir ao segundo, quando sempre tinha sido um desejo... é duro.

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    1. Sofia, permita-me que comente esta sua resposta ao post da Joana.
      Realmente eu entendo o que diz e a frustação que sente! Eu mesma, ando muito cansada e toda a gente me diz que é porque a minha já com 20 meses ainda mama e que devia parar de amamentar etc... É dificil nós andarmos cansados e ainda virem os "nossos apoios" criticarem e ainda nos colocarem mais pressão. Mas acima de tudo devemo-nos manter fieis a nós prórprias. Não desista de um segundo filho por causa disso. Claro que deve ser cansativo ir ao segundo e as vezes ao terceiro, mas a Sofia irá conseguir. E se for preciso diga mesmo a essas pessoas mais proximas que se querem ajudar que parem de criticar e apoiem a sua decisão, porque ninguém sabe mais do que a Sofia do que é melhor para si e para o seu bebé. Força e não desista. Lá à frente, sei que vai compensar! Acredite também. :) Boas Festas!

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    2. Olá Joana.
      Não tenho palavras que cheguem para agradecer o seu comentário. Mas tento na mesma: obrigada, do fundo do coração, por ter gasto um pouco do seu tempo a dar alento a esta mãe. Amamento há 17 meses e já ouvi todo o tipo de barbaridades, vindas até de médicas. Mas realmente o que (não) me move neste momento são o cansaço, a falta de (mais) apoio e o reforço das minhas capacidades vindo da boca daqueles que mais importam. Vou deixar o assunto em aberto e esperar por dias melhores para tomar essa decisão. Os dias melhores vêm sempre! :) Bem haja e tudo de bom para si e a sua pequena.

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    3. Eu deixei de dar qualquer tipo de conselho sobre maternidade. Tenho três filhos e por isso às vezes sinto que as pessoas esperam que eu tenha alguma coisa para dizer sobre o assunto. Não digo. Não dou conselhos/dicas/opiniões. Não digo o que resulta melhor com a minha família. Sobre amamentação até finjo que não ouço. Não vale a pena. As pessoas interpretam como julgamento e então acabou. Eu tenho sido muito ajudada pelo que ouço e leio. O que não me interessa ou acho que o caminho não é por ai passo à frente não fico a remoer sobre isso.

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  17. Secalhar hoje compreende um bocadinho melhor os dias em que ela diz que "não quer a mãe" e quer ficar na escola.... em momentos de frustração também a Joana, que é adulta se afasta e quer demonstrar que está zangada. Imagine um bebé de nem três anos ainda como é o caso da Isabel, que teve um irmão recentemente, ainda por cima tambem menina que fica em casa a receber toda a atenção da mãe durante o dia, que ela nao recebe/não recebeu.
    Não se entristeça con isto! Sao situaçoes que nos ajudam até a compreender melhor as atitudes deles, ver que nao sao birras parvas mas a expressão de sentimentos que nos tambem temos e nao ficar tao tristes no futuro quando e se eles repetirem, porque acontece a todos! Beijinhos

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  18. "quando virem por aí fotos de miúdos todos aperaltadinhos, sorridentes, com uma auréola a sobrevoar as cabeças, quartos brancos imaculados, e tudo saído de capa de revista, não acreditem"
    Claro que não! É só uma opção sobre o que mostrar, por exemplo neste post era pôr a fotografia o comentário final e não dizer mais nada ;) e pronto outras mães por aí iriam pensar: "Ah é só nesta casa que é tudo uma rebaldaria" :)
    Uns dias melhores que outros!
    Anónima Catarina

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  19. Ai Joana às vezes é tão difícil! Entendo tão bem... Quando estou com os dois sozinha também tenho momentos assim, em que grito e não queria. Quando o JM grita com o irmão porque o bebé mexe nas brincadeiras dele, quando o AM anda a mexer em coisas perigosas... E em simultâneo eu tento fazer o jantar, estender roupa, etc etc... E tudo descamba com eles a chorarem, eu irritada... São dias que depois passam.

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  20. Obrigada Joana pela sua partilha! Faz me sentir que de facto não sou a única a ter estes dias loucos em que só dá vontade de desaparecer! Ainda só tenho um filho de 13 mêses, mas ele sempre foi bastante difícil e tem dias em que já faz birras gigantescas, em que não dá um minuto de sossego e é muito desgastante. Por vezes sinto que sou má mãe que sou "fraca" por estar às vezes tão cansada com só um filho, quando por vezes vejo mulheres com 2 ou 3 filhos que fazem tudo como se fosse tão fácil!
    Acho que para "sobreviver" a estes dias difíceis é necessário parar um bocadinho, respirar fundo e relembrarmo-nos que estamos a fazer o melhor que podemos e que os nossos pequeninos estão a aprender a exprimir os seus sentimentos e vontades e ainda não sabem fazê-lo da melhor forma, o que para eles também é difícil. É um longo processo de aprendizagem para eles e para nós.
    Milene

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  21. No outro dia perguntei ao meu marido exausta: "dá pra pular esta parte toda e avançar sei lá...para a parte em que eles já estão na faculdade?" 😉 beijinhos e força. Havemos de ter saudades disto tudo!

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  22. Ups, saiu antes da hora...!
    É por este nível de sinceridade que eu adoro este blog!

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  23. Tenho gémeos de 4 anos, 10 meses e 13 dias e já tinha desabafado ao pai que eles estes dias que antecedem ao Natal estão simplesmente a dar cabo de mim!Ainda bem que n sou a única a pensar e a sentir que vou dar em louca com estes dois!
    Ser mãe é do melhor, de gémeos nem se fala, mas é difícil pá!! Há dias assim, apetece fechar a porta e sair...
    Obrigada pela partilha, não está só Joana, e sim, essa história da perfeição em tudo não passa de um mito urbano,lol, não existe!!!! Toda a mãe que se preze manda um berro à sua cria de quando em vez, não por falta de amor mas simplesmente por já não conseguir dar mais...
    Beijinhos, adoro os vossos posts e histórias super engraçadas e tão deja vu!!! ����

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  24. Tenho uma filha com 8 meses e claro que compreendo porque também tenho esses momentos não em que só apetece chorar e fugir seja pra onde for... a minha filha ultimamente anda impossível para adormecer de noite, já não sei mais o que inventar mas desde à coisa de mês pra casa ela só adormece depois da 1 da manhã, e este tem sido o meu tendão de Aquiles na vida de mãe. Depois de um dia exausto quando só me apetece ir dormir, lá está ela com toda a sua energia duracell. .. Agora já entrei no ritmo e já me voltei a habituar, mas na primeira semana em que isso aconteceu, chegava um ponto em que só me dava pra chorar. Era um turbilhão de sentimentos que ficava sem saber como lidar com eles, o sono , o cansaço, depois vinha a irritação e a raiva porque ela tinha sono e simplesmente não queria dormir e fazia birra e depois não quer tar no colo, nem no parque, nem no berço ... e depois vem a que aquela culpa por me sentir irritada com alguém que no fundo não tem culpa... definitivamente não é fácil ser mãe, é a melhor coisa do mundo e não há amor maior do que o que sentimos pelos nossos filhos, mas NÃO É FÁCIL... principalmente quando temos cuidar deles 24h por dia, pode ser uma bênção e ao mesmo tempo um martírio... mas a verdade é que quando recebemos aquele sorriso, ou aquele olhar terno... tudo passa! E isso faz tudo valer a pena. Nesses 8 meses de mãe, aprendi que tudo passa, os maus momentos vão embora rápido, os bons ficam para sempre, não existem mães perfeitas, ninguém sabe tudo e que o melhor a fazer é seguir sempre os nossos instintos, ninguém melhor que nós sabe o que é melhor para os nossos filhos, mesmo quando temos que levar com as críticas e as sugestões não pedidas de toda a gente ��

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  25. Que alivio ler este texto. Por aqui igual: miúda de 2 anos e meio apanhou uma bactéria depois duma virose e está muito sensível para além de doente. Pequenina de 5 meses com tosse e ranho e a mamar sempre em condições muito especiais ( na posição vertical, com música suave e em movimento), as duas a acordarem 10 vezes de noite, uma tosse e chora, a outra acorda e berra e vem para a nossa cama e ninguém dorme. As birras da mais velha tornaram-se insuportáveis. Só me apetece bater com a minha cabeça numa parede e gritar. Dou por mim a falar mais alto e de forma impaciente com ela, sem conseguir controlar as emoções e a discutir mais com os outros em geral. Enfim... é bom saber que não sou a única e provavelmente não serei uma mãe horrível. :) Melhoras e muita força. ��

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