domingo, 31 de julho de 2016

a Mãe cabaz de tudo - Agosto ♥

Estão prontas (e prontos) para mais uma maravilhosa edição do "a Mãe é cabaz de tudo"?. Marca registada aqui deste blog à beira mar plantado e que além de adorarmos dar exposição às marcas portuguesas que nos contactam, também adoramos saber que há uma (ou um) de vocês que se vai passar dos carretos por receber tanta coisa lá em casa. 

O que há neste cabaz-maravilha? 


Leggings da Melancia for Babies

A Melancia for babies tem roupa de bebé com padrões divertidos e alternativos. É confortável, produzida de forma ética e maioritariamente em algodão orgânico.

Leggings disponíveis do nascimento aos 4 anos, oferta de umas leggings à escolha (em função do stock existente).

Porta Documentos da Moustache Baby 

A The Moustache Baby é uma marca super Trendy dedicada à nova geração de mães e pais que celebram o dia a dia das aventuras com o seu bebé de modo prático e sem complicações.


Para transportar os documentos do bebé, tem espaço para o boletim do bebé, boletim de vacinas e também espaço para cartões, como o de cidadão ou do seguro de saúde.

Colecão de Molduras Handmade by Fairies 

Arte com Molduras - Conjuntos personalizáveis de molduras transformadas e pintadas à mão em estilo vintage para decoração.



Pufe Maçã This Little Room

Era uma vez um lugar mágico, totalmente dedicado a criar ambientes de sonho para os mais pequenos...

Pufe maçã creme simples




Produtos Corine de Farme

Consigo desde o primeiro dia.

Gel de banho 750ml e  Espuma de Limpeza Micelar 150ml   
Body da Le Petit Chiffon

A Le Petit Chiffon é uma marca de algodão 100% biológico, com alguns pormenores que marcam a diferença, nomeadamente os bodys que se ajustam ao tamanho de cada bebé.

Body de cavas Marin em algodão 100% Biológico com abertura e molas extensíveis.

Uma almofada da By Mom

A By Mom é uma marca portuguesa de decoração e produtos feitos à mão e com muito carinho a pensar nas mães e nos seus bebés.

Uma almofada tipi ou uma almofada unicórnio.


Macaco Mamã TiTi

A MamãTiti é uma marca 100% nacional de roupa para bebés e crianças dos 0 aos 10 anos.Por aqui todas as peças são pensadas com carinho para que as nossas Estrelinhas brilhem ainda mais.

Macaco Ibiza disponível dos 3 meses aos 6 anos.

Sessão Fotográfica Nós e as Marias

Sessão Fotográfica sem limite de tempo e sem número máximo de elementos. Realizada em Lisboa ou  num raio de distancia até 30km.Fotografias editadas e entregues em DVD (média de 50 fotografias). 




Mecânica:

1 - Terão de fazer like nas páginas de Facebook das respectivas marcas envolvidas e d'a Mãe é que sabe:




2 - Terão de partilhar publicamente o post do Facebook referente ao passatempo no vosso perfil, o que estará em baixo no ponto três-

3 - Terão de comentar o post do Facebook do passatempo, identificando três amigos, este post aqui em baixo.

                           

4 - Só se pode participar uma vez por perfil.

5 - O vencedor será apontado aleatoriamente através de random.org e anunciado, depois de uma semana, em comentário ao post do passatempo sendo identificado. Serão válidas as participações até às 23h59 do dia 6 de Agosto.

6 - O vencedor terá de enviar e-mail com os dados pessoais (morada e número de telefone) para amaeequesabeblog@gmail.com

7 - Só serão válidas as participações que tenham feito like nas páginas dos parceiros. O mais provável será o facebook retirar muitos dos likes ao longo do decorrer do passatempo por suspeitar de fraude (vão ser muitos e muito rapidamente), aconselhamos a que os revejam mais para o final do prazo para repor. 


Boa sorte!!! ;)


Marcas que queiram participar num próximo "a Mãe é cabaz de tudo!", enviar por favor, um e-mail para amaeequesabeblog@gmail.com com o assunto "inscrição a Mãe é cabaz de tudo", apresentando a sua marca/negócio.

Para as marcas que estão em fila de espera para entrarem num "a Mãe é cabaz de tudo", iremos fazer os contactos de acordo com a ordem de chegada. Obrigada.

Sigam-nos no instagram: @aMãeéquesabe

sábado, 30 de julho de 2016

Dois meses de Luísa




Dois meses de ti, Luísa. 

Vieste num dia de sol em que choveu dentro de mim, por instantes. Nasceste, agarrei-te, tive-te nos meus braços. Depois deixei de te ver para mais tarde a ti voltar. E nunca mais te larguei. Nunca mais me largaste. Não quero saber se é letra de canção romântica, mas somos uma só. 
Nestes dois meses, foste duas. Primeiro, dormias e raramente choravas. Depois, um mês mais tarde, acordaste e começaste a chorar. Muito, muito. Um choro grave, alto. Ando contigo ao colo, nos braços e no pano, a única maneira de adormeceres. A única forma de te sossegar. Mamas sem regras e sem horários. Tosses e sorris sempre que te apercebes de que vais mamar. Já me olhas com uns olhos enormes, atentos, e às vezes fazes pausas para me responderes com os teus "arruns" e "arrans". Já não choras tanto quando sais do banho e quando entras és um autêntico furacão, a agitar as marés com as tuas pernas. Adoras. Quando com essa boquinha perfeita esboças um sorriso, o meu coração apazigua-se. És linda, indefesa e tão incompleta. Precisas tanto de mim e é essa fragilidade que tantas vezes me comove e que outras tantas me dá força. Dás-me descanso à noite, mas mesmo que assim não fosse, dar-me-ias força para enfrentar os dias e as noites, só por existires.
Luísa, és a segunda, mas és primeira. Voltei a aprender a ser mãe. Voltei a apaixonar-me. Voltei a duvidar e a ter certezas. Este amor é um amor sem igual.


Joana Paixão Brás

Vamos de férias! (e um breve regresso aos anos 90)

Mal posso esperar. Tenho perfeita noção de que não vou descansar nada, rien, nicles, batatoide (mais alguém usava esta expressão parva na adolescência?), mas ao menos vai dar para dividir a loucura de ter duas filhas pelos dois durante 15 dias. 

São das melhores memórias da minha vida, da minha infância, e quero fazer de tudo para que as minhas filhotas também as construam. É quando temos menos pressa, mais tempo, mais paciência. É quando rimos mais, cantamos mais, andamos mais felizes. É quando damos bombas na piscina, deixamos que a areia se molde ao sabor da nossa imaginação, comemos melão cortadinho aos cubos debaixo do chapéu, quando o sal nos escorre pelo cabelo, até à língua, e a brisa do mar nos invade, deixando saudades. É quando, em criança, comemos um gelado que derrete nas mãos e deixa bigodes, quando fazemos amigos à beira mar com uma naturalidade que nunca mais iremos ter na vida, quando fazemos uma sesta com barulhinho de fundo que até nos embala, quando perguntamos oitenta vezes "já chegámos?", ainda mal passámos o primeiro cruzamento e ainda temos centenas de kms para percorrer, ao som de vinte mil canções cantadas a várias vozes desafinadas e uns quantos ressonares e cabeçadas. Os livros da Margarida e do tio patinhas, os jantares em família que iam até tarde, os banhos de mangueira ou de balde... que nostalgia.

Férias no início dos anos 90

As férias invariavelmente começavam - e deve ser geral, porque a história agora repete-se - com (pseudo) discussões. Ou porque nos atrasámos, ou porque o tetris de encaixar tudo numa bagageira e entre os pés e os bancos não é suficiente, ou porque nos esquecemos de alguma coisa importante, mas já é tarde para voltar atrás. Nada que não passe ao fim de umas horas. Depois, é dar um adeusinho às neuras e arranjar toda a paciência do mundo para as birras, para as melgas, para o calor exagerado... e aproveitar ao máximo. 

Como gostamos de repartir as férias pelo campo e pela praia, vamos primeiro para o norte, para as Casas de Campo Vila Marim e depois para Matosinhos. Uns dias em casa e nova viagem para uns dias na Comporta.

Chegou a minha altura preferida do ano, as férias de verão. Se pudesse voltar atrás no tempo, revisitava as minhas férias na praia Cabana do Pescador, na Caparica. Mas fico contente por poder (re)viver tudo agora com as minhas filhas. É uma honra.


Joana Paixão Brás

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sexta-feira, 29 de julho de 2016

Não conhecia esta Quinta Pedagógica!

Para finalizar o nosso maravilhoso fim-de-semana no Ô Golf Mar decidi que iríamos dar uma espreitadela numa Quinta Pedagógica cuja tabuleta vi à chegada - Quinta Pedagógica da Caria

Tem imensas actividades para quem queira visitar e, claro, animais de quinta. Fizemos uma visita muito rápida (foi mesmo de passagem), mas já deu para ter vontade de voltar e para vos recomendar também um passeio por lá.

Visitem o site que, quando eu for grande, também quero ter um site assim (estou a falar a sério, haha).



Super estilosa, mas depois vim a perceber que não via nada com os óculos. 


Aqui foi praticamente contra a parede.

Já me disseram que a ovelha parece falsa, na volta é e, por isso, por mim, está nomeada para sair da casa.

Nota-se muito que o Frederico estava sem óculos? Como é que peço a um tipo cheio de miopias e afins para tirar umas fotografias... 
Eu a acenar para o meu marido saber para onde devia apontar a câmara. 


Já não sei se pedi para me dar um abraço para a fotografia ou se foi ela que deu voluntariamente. Ou, então, estava a desabafar comigo a dizer que o pai não tem jeito nenhum para tirar fotografias. 

Podia ser a capa de um CD. Adoro que andem a dizer que a Irene é cada vez mais a minha cara.

Sexy e rural. Podia ser um título de umas daquelas caixinhas de VHS da maçã. 


Roupa da Mãe da Irene - Coconut 
Roupa da Irene - Mamã TiTi

Must-have: Quiet book ou o livro da Irene pelo qual me apaixonei.

As mães assim mais interessada pelas coisas mais "naturais", mas que... não tenham grande jeito para projectos Do It Yourself vão ficar babadas com isto. É fabuloso. É alguém a por os nossos sonhos em tecido, mas sem sermos nós a picarmo-nos todas e a ficarmos frustradas por não conseguirmos coser em redondo. 

Se se abstraírem das unhas da Irene em pré-corte, vão perceber porque é que este é um quiet-book: um livro que os mantém ocupados (vá, calados) e que estimula a aprendizagem, motricidade fina, etc. 

Digam lá que não é fabuloso? Eles entretidos, enquanto aprendem e com algo tão tradicional, com tantas texturas... 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quiet-book - Macaquini

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Que privilégio é termos filhos.

Sabem aqueles momentos que acontecem nos filmes quando uma pessoa está prestes a falecer ou algo do género? Aqueles flashbacks com uma montagem muito muito bonita dos momentos mais importantes da vida dessa pessoa? Os que mais lhe tocaram na alma, no coração? Os que a fizeram ter vontade de viver? As paixões... tudo...?

Por mim, se eu estivesse a falecer, nesse pequeno filme, poderiam ter sido estes 10 minutos em que vi a Irene a cheirar as flores e com esta magnífica paisagem... 

Acrescentava um slowmotion e daria para ir em "paz". Ainda bem que tinha a câmara comigo. 

Que privilégio é termos filhos. Filhos e flores. Filhos e paisagens.

Sim, não parece, mas fui eu (Joana Gama) quem escreveu isto. 



 

 

 

 


 

 



Chapéu - Zara

Macacão - Little Jack Baby Clothes

Local - Descida para a Praia de Porto Novo por baixo do Hotel Ô Golf Mar

Pensei que morria depois do parto

Tive o melhor parto do mundo. Pelo menos foi o que senti quando peguei na minha filha, acabada de nascer, sem grande esforço, às 20 horas em ponto, como já contei aqui. O pior - e mais inesperado - veio pouco depois. Comecei a perder sangue. No recobro, estava a perder muito, muito sangue. O útero não contraía, davam-me medicação, ocitocina, massagens dolorosas externas para o obrigar a ir ao sítio, e nada: completamente espapaçado. Comecei a ver algum rebuliço por ali, as caras, que antes me transmitiam força e alegria, já não esboçavam sorrisos e pressenti que algo não estava definitivamente a correr bem. Disse logo ao David: "tinha de ser, isto bem me estava a parecer bom demais". 

Os dois médicos, que me seguiram nas últimas semanas, de volta de mim, enfermeiras, algum nervosismo, nova perda gigantesca de sangue, ouço pedirem para retirarem a outra senhora do recobro, continuam a tentar medicações intravenosas, novos cateteres, comprimidos no ânus e nada... Pergunto se há mais alguma coisa que possa fazer para ajudar (já tinha estado a tentar obrigar o útero a ficar quietinho abaixo do umbigo, depois daquelas massagens horrorosas, mas em vão) e ainda os ouvi a pedirem sangue para transfusão, já a minha hemoglobina devia estar a 4 (imaginem, o normal é de 13 a 17...).

Senti imenso frio - espasmos incontroláveis - e começo a ouvir as vozes cada vez mais ao longe e aviso que vou desmaiar. Acho que nunca fiquei totalmente inconsciente. Já a caminho do bloco operatório, começo a chorar. Estava tudo a ser demasiado real e assustador. Imprevisível e totalmente paradoxal, depois de um parto de sonho. Vi demasiados filmes e séries e aquilo não acabava bem. E se eu morresse? Que pena não ver a Isabel a brincar com a Luísa. A Luísa não vai conhecer a mãe, não vai ter o meu embalo, ouvir a minha voz a cantar para ela, a Isabel nunca se irá lembrar de mim, irá construir memórias só através de fotografias e vídeos. Mas o David vai dar conta do recado, que sorte que as minhas filhas têm em ter um óptimo pai. Irá ele ficar a viver na mesma casa, com a minha mãe? Espero que sim, para ter ajuda. E de repente sinto que tenho de deixar este recado, entre soluços: "Se algo não correr bem, digam ao David que ele é um óptimo pai e que vai conseguir dar a volta". E, nesse momento, tenho as enfermeiras e auxiliares já de lágrimas nos olhos a pedirem-me para não dizer aquelas coisas, que tudo ia correr bem. Recebi um beijinho de uma delas. "Eu sou feliz, digam-lhes que eu sou feliz". Aí pensei que era injusto. Que não precisava de nenhuma lição, que não era necessário passar por aquilo para dar mais valor à vida. Pensei no quanto gostava de viver e que não merecia. Senti mesmo que ia morrer. Tive medo, tanto, tanto... Antes da anestesia geral, para a qual não estava preparada por achar que podiam ser os meus últimos segundos, disse, entre soluços: "Digam-lhes para não ficarem revoltados, para não perderem tempo com isso. Que sejam felizes". Lembrei-me do olhar do David, preocupado, com a nossa filha Luísa no colo, quando lhe pedi para sair do recobro, para não assistir àquilo tudo, àquelas perdas de sangue de filme da idade média.

Só nos voltámos a falar às 4 horas da manhã, através do telemóvel que uma enfermeira me emprestou. Chorámos muito, os dois. E choro agora, ao recordar o dia mais assustador da minha vida. O medo dava lugar ao alívio. O David tinha ido para casa para que a minha mãe - que estava a cuidar da Isabel - não desconfiasse de nada, não quis preocupá-la. Tive pena dele, do enorme susto que tinha apanhado, ao longo das várias horas numa operação de urgência. Chorei todas as lágrimas que tinha por não ter estado com a Luísa nas primeiras horas de vida dela e por estar longe da minha cria. Chorei por estar, afinal, cheia de pontos na barriga, depois de um parto tão simples e sem episiotomia.

Tive uma hemorragia pós-parto (acontece a aproximadamente 2% das mulheres que dão à luz e é uma das principais causas de morte materna) provocada por uma coisa chamada atonia uterina (útero não contrai e os vasos uterinos ficam abertos). Não sendo gravidez gemelar, não tendo tido muitos filhos antes, não sendo a Luísa uma bebé enorme, não tendo excesso de líquido amniótico, não tendo sido um parto prolongado, entre outros factores de risco da atonia, ainda mais raro se torna. Antes de partirem para o corte na barriga (laparotomia ou lá como se chama), ainda usaram uns quantos procedimentos via vaginal - já comigo anestesiada - para tentar resolver a atonia. Nada. O último dos procedimentos seria a histeroctomia, remoção do útero, mas felizmente, através de suturas compressivas no útero (técnica de um português, chamado Alcides Pereira) conseguiram apertar o útero, obrigando-o a ficar contraído, como um chouriço, o que fez parar finalmente a hemorragia [registei com agrado, e já com o sentido de humor reposto, o facto de não ter sido necessário corte em T na barriga por ser magra eheh]. Dentro do horrível, correu tudo muito bem, conservaram-me o útero e estou cá para contar a história e para cuidar das minhas meninas. Fiquei, claro, com a pulga atrás da orelha sobre o que poderá ter originado tudo aquilo e gostava de fazer exames ao sangue mais exaustivos para perceber se poderei ter alguma anomalia no sangue, se coagulo mal... eu sei lá. A revisão, passado um mês, correu muito bem e a médica até brincou, dizendo que eu estava pronta para outra.

Tenho muito a agradecer. A todos os profissionais, sem excepção, que me trataram com toda a simpatia e generosidade durante o parto, em todas as suas fases (até o cuidado com que a primeira trouxa da roupa foi preparada e dobrada pela enfermeira - seria antes auxiliar? - me comoveu). Foi importante todo aquele ambiente de descontracção, foi importante sentir-me bem cuidada pela médica, pelas enfermeiras e auxiliares, sempre com um sorriso na cara.

Mais importante ainda, o momento da expulsão. Nunca esquecerei a enfermeira Guadalupe, nem os olhos meigos da outra enfermeira de cabelo curtinho, Lidia, a quem vou dar um abraço se com ela me cruzar na rua..., que me encorajaram na hora h e com a ajuda das quais tudo me pareceu (ainda) mais fácil.

Mais importante ainda, o momento crítico e todo aquele sangue frio e profissionalismo misturado com lágrimas, de uns seres humanos fantásticos que se preocupam e que, nos dias seguintes, lá estavam, no quarto, prontos a dar-me palavras de conforto. Até abraços recebi. E que falta eles me faziam...  

Além de me terem salvado a vida, aquelas pessoas quiseram devolver-me o coração, que ainda estava com muitas mazelas, e conseguiram-no. É possível - tenho duas provas disso, e passei por diferentes equipas nos dois partos, tanto no Hospital da Luz, como no Hospital de Santarém - ter partos "humanizados" (termo agora muito em voga), em que nos sentimos amparadas e felizes num hospital, seja ele público ou privado. Nem quero pensar no que poderia ter acontecido se tivesse tido a ideia romântica (?) de ter o parto em casa... teria havido tempo?... Estava à hora certa, no local certo.

Obrigada Dr.ª Rita e Dr. Carlos pelo cuidado e atenção e obrigada a todos os profissionais do Hospital Distrital de Santarém que se cruzaram comigo nesses dias. Há gente boa no mundo que se dedica, de corpo e alma, ao que faz.


A tentar esboçar um sorriso, no dia 1

Toda torta, coitadinha (era para condizer com a mãe)

O melhor pai do mundo (em ex aequo com o meu, pronto)

Luísa, com 3 dias de vida

*grávidas que me lerem, confiem: vai correr bem. Se não correr (o que é muito raro!), vão estar no sítio certo, à hora certa, com as pessoas certas. Desfrutem do vosso parto, os momentos bons vão prevalecer e os vossos filhotes vão compensar cada dor. 



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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Fomos ao Zoo do alentejo!

Por sugestão vossa, fomos, na semana passada, até ao Monte Selvagem, em Montemor-o-Novo. Está muito bem pensado para crianças porque, além do tractor, do qual podem observar inúmeras espécies, vai tendo espalhados pelo recinto, vários parques com escorregas, pneus nas árvores e balouços em madeira, "lutas" de mangueira (com duas mangueiras para fazerem um frente a frente e se molharem uns aos outros), assim como muitas zonas arborizadas e com sombras, para eles descansarem ou lancharem (a Isabel e a Luísa dormiram um bocadinho nos respectivos carrinhos numa sombra). Tem bar que serve sopa e duas refeições, além de snacks e sandes, o que também ajuda. Gostei, aliás, gostámos! A Isabel fez birras e a Luísa praticamente não desgrudou da mamã, mas fez-nos bem sair de casa e desfrutar do único dia em que não fez um calor abrasador no alentejo, na semana passada. Nunca fui ao Badoca Park, por isso não tenho termo de comparação, mas achei o Monte Selvagem muito giro!

Para a semana vamos estar no Douro, em Mesão Frio, e depois no Porto e Matosinhos. Alguma sugestão de passeio e de paparocas por essas bandas? :)















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