quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O telemóvel está a ajudar muito a Irene.

Como vos contei aqui e aqui, mudámos a Irene de escola. A adaptação dela a esta nova escola, para já (tento não ter as expectativas muito altas, mas acabo sempre por ter um pouco de esperança, claro), está a ser fenomenal. 

Quando vê a educadora, sem que ela a chame, vai ter com ela aos abraços e aos beijinhos. Quando se fala da escola, mostra muito interesse em ir. Não quer ir embora quando a vou buscar. Entra na sala sem hesitações, vai a correr sempre.

Logo se vê como é a médio e longo prazo porque, "mal comparado", no início dos namoros também achamos que podemos vir a ficar com eles para sempre, não é? Parece que vos oiço a dizer: "não, Joana, nem por isso".  

Houve uma táctica que esta maravilhosa educadora por quem me apaixonei (espero que não fique esquisito entre nós, caso leia o blog) pôs em prática e que me fez muito sentido: dizer que tem o número de telefone da mãe e do pai e que, portanto, se ela quiser falar ou precisar de alguma coisa que pode sempre. 

Acabou por haver uma situação muito engraçada que correu ainda melhor por causa disso. A Irene, ao lanche, viu que um colega tinha umas bolachas de chocolate e pediu à educadora. A educadora disse para falar com a mãe que talvez ela comprasse. 

Confirmei, quando a fui buscar nesse dia, que "um dia" compraria as bolachas. No dia seguinte, enviei mensagem à educadora (cheia de medo que ela me ache muito chata) a perguntar ao certo que bolachas eram e, quando cheguei à escola, a Irene já sabia que eu ia aparecer com elas. Isto é, percebeu que a mãe e que a educadora têm uma relação entre elas e que, portanto, ela é da nossa confiança. Digo eu, "com os nervos" - expressão que aprendi recentemente e que gosto muito. 

Os olhos da Irene a brilharem quando teve a minha confirmação foram impagáveis. Claro que também poderá ter que ver com o facto de saber que ia comer um bocadinho de chocolate, mas cada um vê o que quer ver (ou o que tem medo de ver também - não se aplicando neste caso, claro).

Gosto desta ponte. Muito. E acho que é uma óptima técnica. Na volta é usada em muitas mais escolas, mas só tenho ainda duas experiências. 

Quando a fui buscar, acabamos por ficar no jardim a comer duas ou três bolachinhas e aproveitar o "bom tempo" e a natureza. Senti-me completa e feliz. Ela fez os miminhos que costuma fazer quando está o mais feliz possível (e calma): percorre-me a cara com os dedinhos como se fossem duas perninhas desde o queixo até à testa. 

Estou tão orgulhosa da minha filha. 

 


 

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Outros textos que tenham que ver com a Irene e a escola anterior

- Primeiro dia de aulas aqui.
- Já conheci a educadora da Irene (escola anterior) aqui.
Ela chora imenso quando a vou buscar. aqui

Coisinhas que podem ter achado giras:
 
Casaco - Vertbaudet
Camisola - Zara

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37 comentários:

  1. Eu às vezes pergunto-me em que mundo é que vc vive... parece alheada da realidade ou então não tem mesmo nada sobre que escrever!

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    1. Que comentário infeliz e azedo. E que tal ir você mesma passear pelo jardim e apanhar ar? Bem precisa aposto.

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    2. Às vezes pergunto-me se uma pessoa não terá mais o que fazer do que vir para aqui comentar negativamente de forma anónima ..de certo que é uma pessoa mesquinha e sem nada que fazer. Enfim, não gosta ponha na beira do prato!

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    3. A serio?? Ha gente que khe deviam cair os dedos quando vem fazer comentários destes.

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    4. A sério???!!!!!! Alheada da realidade??!!!! E que realidade será essa senão esta partilha humana...opa...para o que estamos guardadas...

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  2. O mesmo pensei eu de si!
    Não ter nada que fazer e vir comentar algo que não lhe interessa nada mesmo.
    Mas leu! Apreciou e comentou ainda que tenha sido à sua maneira!

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  3. Joana, não ligue a comentários maliciosos. Se vive alheada da realidade então há muitas outras mães a viver assim também. E ainda bem!

    Susana Neto

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  4. A educadora da minha filhota tem sido espetacular pois envia fotos e diz-me como estão a correr as coisas ao longo do dia pelo messenger. Mas a adaptação da minha esta a ser muito mais complicada. Beijinhos e que tudo corra bem.

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  5. Eu às vezes pergunto-me... mas só muito às vezes... O que fazem por aqui estes seres tão "sabões" a perder o seu tempo só para dar umas alfinetadas virtuais... haja vida própria e tempo... :)

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  6. Com a educadora do meu comunicamos por whatsapp (é a mais forte!!!) e só tem um inconveniente... sofro por antecipação a pensar no dia em que isto deixar de acontecer, em que não haja uma comunicação tão próxima.

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  7. E eu pergunto-me muitas vezes como é que pessoas que se julgam tão superiores (ao ponto de acreditarem que alguém quer saber das suas opiniões mesquinhas) continuam a ler a Joana Gama apenas para a tentar deitar abaixo. Sim, tentar ☺ Tenho a certeza que o resultado é nulo na autora e que apenas contribui para fazer rir quem passa por aqui. Como eu, querida/o anónima/o infeliz das 18:52.

    Joana M.

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  8. Vive no mesmo que o seu, mas vê-lo de outras perspectivas. Para que lê?

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  9. Joana, acho muita graça a tudo aquilo que escreve. Acho mesmo que sabe equilibrar as coisas. Farto-me de rir com a maioria dos seus posts e quando não escreve nada "para rir" (este post, por exemplo) também me consegue cativar. Eu não sou mãe nem blogger, mas acho que é para isso que os blogs servem, ainda para mais os de maternidade, para partilhar. Partilhar é tudo, desde momentos sérios a momentos menos sérios, inseguranças e gracinhas (neste caso) das miúdas. E há tanta gente menos boa que não compreende... Gostos são gostos, mas bolas, não é mais fácil não ler do que criticar? Haja paciência! Keep going Joana Gama 😘

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  10. Realmente, não deve fazer ter nada que fazer, para ter esses tipos de comentários acerca da profissional que está com a sua filha.
    Aprenda a falar do que é útil e interessante. Cada um é como é e ninguém tem nada com isso.
    Tristeza.....

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    1. Oi? Dizer bem da educadora e da relação que tem com ela?... tristeza de comentário.

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    2. "Cada um é como é, ninguém tem nada com isso", por isso, e citando as suas palavras, cada um escreve sobre o que bem lhe apetece, sobre o que acha útil e interessante. Você só tem que procurar noutro sítio, blog pelas leituras que lhe são "úteis e interessantes"
      (e que lhe preencha esse vazio de espírito, tanta mesquinhice).

      Ana S.

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    3. É útil, interessante (importante até, digo eu com os nervos!) avaliar a relação educador-criança, educador-mãe/pai. Fazer um balanço da decisão de mudança de escola!
      Gostei de saber que este tipo de relação é possível.
      Talvez lhe tivesse feito bem uma relação assim na infância. Com educadores, ou pais, ou avós, ou ama... Com quem fosse.
      Espero que, no caso de ter filhos, repense o que é "Tristeza..." e os faça serem mais doces que você próprio(a).

      Adoro, Joana Gama. As duas. O blog, o livro, as ideias, as partilhas. Os medos e as esperanças!

      Obrigada. De uma outra mãe que (não) sabe (tudo) :)

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  11. Gosto muito do que escreve! Tenho adorado ler o vosso livro... que muito me tem acompanhado neste meu primeiro mês enquanto mãe!
    Vai ver que esta nova escola da Irene vai ser uma experiência diferente, muito melhor que a anterior. Tudo aponta nesse sentido!

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  12. Blog de leitura leve, simples, clara...como a vida é bo seu dia a dia.
    Quem não tem o que fazer e nem tem VIDA é que vem para aqui lançar comentários idiotas e vazios!
    Se não gosta não siga. Coisas tão delicadas e sensíveis não a farão sentifo nunca mesmo.

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  13. Ohh Joana, por amor à sua filha ganhe juízo.

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  14. Bolachas de chocolate na creche?
    Soa-me estranho....

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  15. Eu sei que os blogs vivem de quem os lê... Mas é caso para dizer aí a umas quantas senhoras, que a porta da rua é a serventia da casa!
    Acham que o blog não tem conteúdo para a sua bela existência mas dão-se ao trabalho de comentar!

    GO Joanas! You rock!

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  16. olaa
    gostei muito do texto, ainda bem que está a correr tudo bem :)
    o meu filho está na escola desde que tem um aninho e vai fazer agora em fevereiro 4 anos. De manhã nunca quer ir à escola. Não faz birras mas faz sempre a mesma pergunta todas as manhãs: "hoje há escola? nao quero ir" Todas as manhas fica com aquela carinha de "caozinho abandonado", nao chora, mas fica sempre com uma cara tristonha.
    Ja falei com a educadora varias vezes sobre este assunto que me deixa bastante triste e ela diz que acha que é da personalidade dele. ele é um menino um pouco envergonhado com as pessoas (a pesar de também estar muito melhor neste ponto), é um menino sociavel mas demora sempre o seu tempo a "libertar-se" e o que a educadora diz é que ele precisa sempre de 10 minutos de manha para se soltar e brincar com os amigos. A verdade é que passado 10 minutos, ele larga a chucha e o ó-ó (fronha) (ainda é muito ligado às duas coisas e leva todas os dias para a escola) e vai brincar.
    À tarde quando o vou buscar está sempre contente e quer brincar mais na escola, às vezes ate tenho que "ameaçar" que me vou embora. A educadora diz sempre que teve bem, feliz, brincalhao e participativo e que é soa manha que custa um bocadinho. pergunto sempre ao meu filho como correu a escola e diz "foi perfeito, correu tudo bem" . A pesar de tudo,e de haver uma evolução positiva no seu comportamento, pois no inicio ficava sempre a chorar muito quando o deixava e tinham que me "arranca-lo" dos braços, sou também uma mamã galinha e custa-me ouvi-lo todas as manhas dizer que não quer ir à escola e vê-lo com aquela carinha. Adorava que ele fosse para a escola com o entusiasmo que vejo noutros meninos.
    Questiono-me varias vezes, e principalmente quando vejo crianças, como a Irene, a adaptar-se tão bem, se será a escola indicada, se é um sinal de que não está tudo bem, se nao é normal isto acontecer ou se realmente ha meninos assim, que preferem estar em casa, e não têm tanta vontade de ir, independentemente da escola.
    Se alguém tiver paciência de ler este texto e tiver conhecimento sobre a matéria ou experiências idênticas e quiser dar a sua opinião muito agradecia
    beijinhos a todas a amamãs

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    1. Olá Mariana, o meu filho fez 3 anos agora em dezembro e mudou da creche para o jardim de infância em setembro passado. Sempre foi como descreve o sei filho, muito envergonhado e tímido. No primeiro mês na escola nova também nunca queria ir, chorava, ficava com esse ar de cão abandonado...era de dar dó. Depois a educadora lá o foi conquistando e agora adora a escola, na maior parte da vezes vão feliz e contente ter com os amigos. Continua a ficar muito feliz quando é fim de semana. Acho que no fundo tem a ver com a empatia que ele tem com as pessoas, esta educadora parece que "puxa" por ele, faz com que ele participe mais, fale mais alto com ela (de início a vergonha era tanta que ela mal p ouvia falar!).
      Tenho um filho de um ano que TODOS os dias fica a chorar, mas passados 30 segundos parou (já fiz a experiência várias vezes!), é mesmo ele que tem queda para o drama! 😂 Eu sei que é super difícil achar que o nosso filho não está bem adaptado, mas tente falar com a educadora para o inserir mais nas actividades e puxar por ele. Ainda assim o meu continua super envergonhado! Na festa de Natal por exemplo não cantou nada no coro da escola...!

      Beijinhos

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  17. Bem, uma coisa é certa: este anónimo conseguiu uns 10 comentários para um post que provavelmente não ia ter nenhum! Um bom golpe de marketing para a jg

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  18. É sempre ótimo manter uma boa relação com os educadores dos pequenos e auxiliares também, claro! Além de nós tirarem algumas aflições ainda nos ajudam imenso neste crescimento conjunto mãe-filho(a).

    Beijinhos Joana

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  19. Joana vou tentar dar a minha opiniao sem parecer esses anonimos aziados.
    Eu identifico-me muito mais pela escrita da outra Joana. Acho que por vezes a tua escrita(e creio que tu mesma) sao um pouco exagerados, tentas fazer tudo sempre tao certo que parece ensaido.
    Mesmo a tua escrita por vezes é exagerada, as piadas sao tantas que parece que não tens nada interessante para dizer e por isso as fazes.
    Acredito que nao seja nada disso e sejas tu apenas a seres genuina.
    Desculpa a sinceridade.
    Agora uma coisa optima. A Irene é linda linda linda e tu estas uma braza.
    Continua a escrever assim. Porque muita gente gosta.
    Maria de Andrade

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  20. Eu acho engraçado as pessoas insurgirem-se contra os anônimos quando dizem algo com que não concordam. Quando um anónimo comenta com gestos laudatórios não vejo ninguém a criticar. Também não entendo a diferença entre anónimo e Maria Joaquina Sousa. Vai bater à porta?
    Adiante
    Também concordo com a primeira anônima relativamente ao alheamento da jg. Poderá não o ter dito da melhor forma mas provavelmente eu tb serei criticada embora vá assinar com o meu nome!
    Uma figura dita pública deve ter algum cuidado com o que diz e a forma como o diz: fingir que serve sandes de coco à filha, achar maravilhoso e fora do comum haver contacto entre pai e educadora, dizer num post que procurou o que é o ranho na net, decidir não fazer analises pq sim, (entre outras parvoíces que não me lembro pq tenho que fazer embora goste de vir aqui ler algumas coisas) é de alguém que precisa de escrever ou é tontinho.
    Pelo que facto de eu gostar de vir aqui ler o que é escrito não significa que goste que me assaltem a inteligência e estamos num país livre para falar.
    Agora vou assinar para não correr ainda pior!
    Ana Rita Mascarenhas

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    1. Ana, aqui entre nós, eu acho que até poderá ser a minha maior fã 😀 nem eu me lembraria de tanta coisa que tivesse escrito ♥

      Ponha sempre a hipótese de não ter lido bem ou de não ter compreendido (ou de às vezes eu não ter contado a história toda por algum motivo). Beijinho

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    2. E a Joana ponha sempre a hipótese de, efectivamente, as pessoas terem lido e compreendido tudo bem (que me parece ser o caso da Ana Rita, que se deu ao trabalho de indicar vários exemplos), mas quererem dizer exactamente o que dizem.
      Sofia Freitas

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    3. Joana, e já agora Ana e companhia que vêm aqui fazer comentários "do contra"... não costumo comentar comentários (desculpem-me a redundância da coisa), mas hoje não consegui ficar indiferente.
      Aqui vai...
      A JG e a JPB têm este blog e podem escrever nele as vezes e o conteúdo que bem entenderem, com mais ou menos sarcasmo, com mais ou menos humor (às vezes um humor muito particular). Este mesmo humor que acabei de escrever é diferente entre as Joanas (e ainda bem) porque só trás variedade e animação ao blog. Os temas que cada uma escreve vai de acordo, penso, com aquilo que lhes apetece escrever naquele momento e também como bem lhes apetece. Acredito que muito do que aqui é escrito é feito de forma despretensiosa e não tem como objetivo educar nenhuma mãe e pai... Por isso o ter cuidado de vir aqui dizer se dá bolachas de chocolate, se faz vacinas, se dá banho todas as noites, etc... seja o que for... é apenas o dia-a-dia destas duas mães. Ninguém pode vir aqui a espera de aprender como agir perante determinada situação com os seus filhos, por exemplo, porque o que aqui vão encontrar não é uma enciclopédia, mas sim um blog sobre maternidade, sobre as filhas das Joanas, sobre as Joanas! Digo eu Joanas, que o vosso mote não é de todo ensinar nada a ninguém apenas partilhar os vossos pensamentos com quem vos lê... mesmo que seja visto por meia duzia de gente (que não terá mais nada para fazer) como algo menos útil, mais fútil ou desnecessário, ou whatever...!!!

      Com certeza que ambas estão vacinadas e preparadas para não agradar a "gregos e a troianos" e com certeza que se estão a marimbar para esse tipo de comentários. Mas não queria deixar de dizer o que penso sobre estes.
      Todos somos livres de ler e escrever o que quisermos...por isso a Joana escreveu o post e algumas pessoas escreveram o que quiseram acerca deste ou de outro post qualquer. Faz parte e acredite que não deva fazer nem cocegas na postura de ambas.

      Estão ambas de parabéns... E claro Joana Gama que tu das duas és a que tem um humor mais particular... que adoro!! Aliás, adoro ler as duas!! MEEEEEEEEEESSSMMMMMO!

      Beijinho a ambas e as respetivas filhotas. Qualquer dia quero é ver e fotografar esses pezinhos lindos... Para garantir que estão bem de saúde e ficar com mais um lindo registo de pés de bebés (ou não fosse eu Podologista)

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  21. Por acaso acho este post muito pertinente! O meu filho anda na creche desde que tinha meses até que, apenas a meio do segundo ano que ele lá andava, me tornei por acaso amiga do face da educadora dele. Como foi no início do desfralde calhei a fazer uma pergunta pelo msn à qual ela respondeu prontamente e de maneira muito cordial. Cheguei lhe a pedir desculpa porque achei mesmo que estava a abusar e falar por este meio com ela era estar a criar precedentes mas ela logo me descansou e disse que também falava com outras mães. Bem!!!!! Não fazem ideia da revelação que isto foi para mim!! Eu não altura só me perguntava "Mas porque é que ninguém me avisou disto mais cedo??!@" loool 😊😀

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  22. O facto de responderem às mensagens de telemóvel podem não estar a tomar conta dos vossos filhos...

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    1. Em cheio! Tenho o número da educadora da minha filha e por vezes mando msg mas já sei que ela nem sempre vê ou responde porque não tem tempo!SF

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    2. Concordo com o anónimo. Se a educadora respondesse ao telemóvel prontamente ficaria preocupada. Porque afinal anda atenta ao telemóvel ou as crianças?

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