sexta-feira, 11 de maio de 2018

Calem-se um bocadinho!

Tem mesmo que ser! 

Como vos contei há uns posts, no outro dia a Irene e eu estivémos a rever vários vídeos em que ela era pequenina e ainda estava eu toda escarafunchada do parto (e da cabeça - ainda em processo, ahah). E reparei numa coisa: não nos calamos. 

Até poderia dizer que "é só no momento dos vídeos", mas todas sabemos que isso não é verdade. É quando eles são queridos, quando estão a chorar, quando encontramos alguém, quando vamos tirar uma fotografia, quando...  Nem é o facto de falarmos muito com eles - acho que isso é suposto. 

É mais o não lhes darmos tempo para responder e imprimirmos ali um ritmo frenético assustador - agora vão dizer-me que fui só eu e que vocês são todas mães do yoga e dos óleos essenciais? 

Temos que lhes dar tempo. A cabecinha deles para ligar é como os modems antigos quando ligávamos à net. E, depois, ainda têm de aquecer um bocadinho e só depois é que reagem.

Por isso: "Como é que faz um cão?"


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 Ão. Ão.


E não:

"Como é que faz um cão, bebé? Como faz um cão? O cão faz como? Ão??? Ão??? Como é bebé? Como é? É como? Aiii que bebé tão lindo... !"






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5 comentários:

  1. Ahahahaha, eu não sou nada yoga e coisas assim, mas posso jurar que não fui esse poço de stress. E tenho os vídeos para comprovar! Ahahaah, adorei o post mas admito que até eu fiquei em stress com as perguntas em catadupa. Pobre Irene. :D

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  2. Acho que pelo menos uma vez todas nós fomos assim, a querer mostrar que eles sabem e não esperar que processem toda a informação... Adorei o post

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  3. Ahahahah agora que falas nisso realmente é verdade!
    Anónima Catarina

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  4. Eu era um bocado assim. Depois fui mãe pela segunda vez e passou. Acho que hoje sou uma mãe muito mais zen e transmito muito mais calma às minhas filhas. Aliás, de uma forma geral sinto-me mais descomplicada. E se é assim ao segundo filho, imagino que atinja o nirvana da maternidade quando tiver 3!! :D

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