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terça-feira, 21 de março de 2017

3


3. 

Há 3 anos não tivemos (tu e eu) o melhor dia das nossas vidas, mas foi quando o melhor da minha vida rompeu por mim fora e quando tu começaste a aprender.

A aprender tudo aquilo que, em 3 anos, fazem de ti a criança mais maravilhosa que alguma vez conheci. 

Perdoem-me os meus irmãos, o amor de irmã é, realmente, muito parecido mas, por outro lado, nada como um coração que começou por bater dentro de nós. 

Tenho-te visto a ser todos os dias mais. Mais divertida, mais inteligente, mais determinada, mais preocupada, mais apaixonada, mais exploradora, mais exigente, mais... Mais. 

É é isso que te tenho dado de mim, sem corridas, sem esforços. Dou-te tudo o que tu me dás e só mais um bocadinho. Só mais um bocadinho para ter a certeza de que não falta nada e para te ensinar a dar mais pelo prazer de dar, porque amas. 

É a minha prioridade. Ensinar-te a dar amor e a receber vai fazer de ti a menina mais feliz do mundo, tenhas casas grandes, casas pequenas, carros grandes, uma trotinete, o que for. Quero que sejas um saco com fundo, que o enchas de coisas boas, que saibas separar as coisas más, que saibas resolver os teus problemas, que saibas pedir ajuda e que gostes de rir porque estás feliz e não porque precisas de disfarçar que estás triste.

Acima de tudo quero que sintas o meu abraço, mesmo quando não estiver por perto. Que eu seja um abraço duradouro em ti para todo o sempre, com todo o amor que te dou e respeito. 

És a Dona Irene. 

Nada minha. Só tua. 

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

É tudo uma farsa!

Achei que não me iria interessar por festas de aniversário com alguma organização, decoração e preocupações, porque neste tipo de coisas mais desnecessárias prefiro simplificar. Porém, no ano passado, quando fui à festa de uma colega minha do trabalho, não pude deixar de reservar aquele espaço enorme que, além de ter imensa relva para as crianças correrem, ainda têm uma tenda tipo "casamento" caso chova. Visto que a Irene faz anos em Março, é arriscado pensar numa festa só "no exterior". 

Olhei para aquilo e pensei: a ver se não deixo tudo para a última da hora para sair uma coisa bem feita. O tempo foi passando e enviei menos de uma dúzia de e-mails e "já é Janeiro". Lembrei-me que talvez a Joana Paixão Brás quisesse juntar festas já que as miúdas fazem anos com 3 ou 4 dias de diferença (oh amor, troco-me sempre toda, desculpa). 

Ela disse que sim, mas depois veio a chapada. 

"Não quero ter trabalho nenhum. Quero só chegar e desfrutar da festa". 

Vamos lá a ver se entendemos aqui uma coisa: a menina pode ser muito querida e chegar ao coração de muita gente, mas não lhe pedi para fazer uma presença. Se a convidei foi porque achei que, de alguma forma, iria também ajudar a organizar as coisas visto ser algo que você adora anunciar ao mundo: "ai, 'migas, adoro organizar eventos e decorações e sessões e cupcakes e merdas, mas quando chega a altura de ter que o fazer, até a Joana Gama serve para safar". 

Transcrição de conversa no Whatsapp: 
(já não tenho a conversa, pelo que poderá não estar 100% fiel)

JPB: Ai adoro folhos e golas.

JG: Pois adoras. Olha, queres fazer a festa em conjunto? 

JPB: Das miúdas? Ai, adoro. Vou já ver que bandeirolas pôr e arranjar maneira de termos algumas loiças giras, coisa descontraída que é o que se quer. 

JG: Boa, gosto de ver que estás entusiasmada!

JPB:  Olha, afinal não. Este ano não quero trabalho nenhum. Faz tu tudo.

JG: O quê? Como assim? Hã? Mas eu convido-te e não me serves para nada? Tens noção que vou pôr imensos garrafões de água em cima das mesas [ela odeia], croquetes partidos ao meio para parecerem mais, guardanapos daqueles da casa de banho das empresas e reciclados e toalhas de plástico com alguns galos de Barcelos, alguns já meio gastos.

JPB: Parece-me muito giro! Adoro o conceito! Força, tu consegues!

JG: Joana!!! Vou lá deixar cinzeiros com beatas de outra festa!

JPB: Wow! Que criativa! Estou contente por ti, Joana!

E é esta a sacaninha com a qual lido diariamente e que vos vende ideias do género: "ai, as mães têm de ser amigas umas para as outras, #tamojuntas, o que conta é o interior..". A verdade nua e crua é esta. 

Posto isto... quem me ajuda com a festa da Irene? 

As minhas ideias: 

- Quero um catering super saudável ao máximo. Pelo menos 70% dos comes e bebes gostaria que fossem sem açúcares, sem coisas processadas, etc. 

- Também tem de haver coisas para as pessoas "normais", claro. 

- O tema é, claro, Patrulha Pata. 

- Queremos música, mas direccionada mais para os pais do que para as mães. 

- Gostaria que alguém me ajudasse na decoração da cena porque senão atiro para lá uma colcha do gato preto e digo a todos que é algo minimalista. 


Ah, entretanto, a sacaninha que afinal está cheia de tempo que até faz printscreens de conversas já me enviou a verdadeira conversa. Não está muito longe da original. 







Adicionar legenda



A minha beta falhou-me! Help! Dicas! A festa será em Carcavelos, São Domingos de Rana.

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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Quando é que eles crescem?

Se, quando são muito pequeninos, recém nascidos, parece que o tempo demora imenso a passar, tal como nas últimas semanas da gravidez, em que parece que cada semana é um mês e cada dia é uma semana... Agora, quando se volta a trabalhar, quando eles aprendem coisas mais rápido que um surto de varicela numa creche algures, parece que crescem às escondidas. 

Lembro-me quando passei a morar em casa do meu pai e deixei de ver o meu irmão Pedro todos os dias (10 anos mais novo que eu) porque ele ficou em casa com a minha mãe e o pai dele. Sempre que ia lá a casa (todos os fins-de-semana, acho, ou então de 15 em 15 dias, já não me lembro), morria um bocadinho por dentro por ver que ele estava diferente. Algo tinha mudado, de certeza. Estava sempre maior, ainda mais bonito, mais divertido, mais querido... Não era só "a culpa" de o ter "abandonado", era mesmo verdade.

Agora estou todos os dias com a Irene, tenho a sorte de poder chegar a casa por volta das 16h/16h30 e, por isso, não me posso queixar. Essas horas são intensas, sento-me no chão e brinco (nem sempre, às vezes tenho mesmo que dar uma volta à casa toda mesmo quando ela está acordada), leio livros, tento o mais presente que posso (apesar de, exactamente a essa hora ser quando me bate uma moleza e cansaço enormes). 

Estas fotografias são do aniversário da Irene (já estão fartas de saber, eu sei, mas são quase 500 fotos, vou aproveitar para vos mostrar todas mas "às mijinhas"). Vejam as nossas meninas e, já agora, nós as duas. Para ver se deixam de nos confundir, ok? ;) Sim, nós sabemos. 


Consegui finalmente roubar à Irene o gancho que ela quis pôr e que não lhe ficava nada bem. Ufa. E aquela libelinha lindíssima da Joana que em mim ficaria tipo chungaria? Que nervos. 

Estamos as duas a aproveitar para descansar um bocadinho a cabeça, parece-me. 

Sem a parte do doce, suas haters. A Joana já disse que não dá coisas dessas à Isabel. SÓ AGORA REPAREI QUE O RAIO DA GOLA COMBINA COM OS CALÇÕES OU LÁ O QUE É. JOANA!!!! TU VESTES A TUA FILHA COMO SE ESTIVESSES A ORGANIZAR UMA MESA DE ANIVERSÁRIO!!! HAHAH ÉS A MAIOR.

Quatro babes nesta fotografia - a Luísa ainda está no forninho.


Somos "muita lindas" é só o que tenho a dizer. Ela é que está grávida e eu é que tenho aquele coxão que mais parece um sofá de canto.

A arte que as mães têm de nas fotografias falar entre dentes e dizer "toma, Isabel, olha que giro", mas enquanto sorriem de fino.

A Isabel está a lançar charme a alguém e reparo que não limpei bem os sapatos da Irene desde que fomos à quinta pedagógica e ela viu uma coisa que tinha saído da galinha e decidiu pisar. Não foi um ovo. 

A prova dada que a sociabilização só ocorre por volta dos 3 anos. Couldn't care less. 
Claramente é a Joana a fazer palhaçadas porque a Irene não está a ser o público certo.
Decoração - Momentos com Design
Catering - Caramelo Encantado
Animação - Grow Up Eventos
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sexta-feira, 1 de abril de 2016

E as lembranças das festas de aniversário?

Lembro-me quando era pequenina, uma das coisas que mais me entusiasmava nas festas de aniversário dos meus coleguinhas eram os saquinho com os doces no fim. Não por serem doces, mas porque era a festa do outro menino e, afinal, eu também recebia prendas. Naaaah nada egocêntrica! A verdade é que com aquela idade ainda era desculpável.

Tive a ideia de oferecer caixinhas da Bububox a toda a gente (obrigada Inês, eheh). Nada comparado a doces, aliás os produtos que trazem e que são para serem comidos são sempre orgânicos e biológicos e só falta serem feitos de papel reciclável (ai, reciclado haha reciclável devem ser quase todos). 

Todos adoraram, principalmente os que ainda nem sequer tinham ouvido falar deste conceito (do qual sou fã): receber todos os meses x coisas (variadas) para os nossos bebés e algumas para nós, mas que são surpresa. 

Adoro, adoro, adoro.

Já tinha visto isto num Shark Tank qualquer, não sei se foi no do Canadá mas era com carne maturada. Esta ideia parece-me francamente melhor. ;)

Ainda se dão lembranças nas festas? O que se costuma dar? 







Parem de olhar para esta foto! Sou eu sou! Longe o suficiente para não se verem os pelinhos das pernas a tentarem sair esganados pelos buraquinhos dos collants. ahah


Decoração - Momentos com Design
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quarta-feira, 30 de março de 2016

A festa pelos olhos da Irene.

A festa teve imensos convidados, desde familiares a amigos com filhos e sem filhos. Foi uma mistura muito agradável (vejam em mais pormenor a decoração e o catering feitos do coração aqui). A Irene teve os melhores amigos para brincar e, apesar de ainda não brincarem grande coisa uns com os outros, estavam contentes por haver tanta balbúrdia. Estive sempre na sala com um olho "no burro e outro no cigano" e a Irene esteve sempre louca ou contemplativa. Foi maravilhoso vê-la assim. O Frederico teve de me calar porque, a caminho de casa eu só dizia: "ela está mesmo muito feliz, não estava?". 

Se estava...

Aqueles dois ganchinhos foram escolha da aniversariante. Fez questão de levar dois, sendo que um não faz sentido algum. ;)


Na verdade é impossível ter a certeza, mas acho que o coelho é o animal preferido da Irene (até por ser o dou-dou dela). Estava louca com as decorações. 

Cá estão os dois lacinhos. Se alguma vez eu poria o lacinho às riscas com este vestido. Achei tão querido ela fazer questão e como o cabelo é dela, ela é que sabe ;)
À espera dos convidados. 

A receber a prenda do Avô Filipe, Bibi e tio Tiago. 

Ao que parece, a fazer um pouco de twerk à saída da tenda. 

Com expressão de quem sofre de bruxismo, a Irene achou por bem dar uma volta no bólide. 
Isto sou eu a controlar as conversas das pessoas umas com as outras. Hmmm será que estão a dizer que falta chouriço e farinheira na mesa? 
Aqui parece que a minha filha pôs um ovo. A verdade é que ficou tão louca com as bolinhas que já fomos buscar umas à casa do Avô Filipe e que eram do tio Tiago. 

O raio da miúda é louca por tudo aquilo que a mãe do amigo Diogo lhe dê. A mãe deixa porque são coisas que sabem a papel (saudáveis, portanto) - brincadeira. 

Calçado apropriado para uma cerimónia. A mãe também quer uns iguais mas não tem dinheiro. A sra. da Adidas não lerá o blog? 

Momento em que está a pensar que deveria ter posto a roupa a secar. 

Quando fico na dúvida se isto de dar uma cor às sobrancelhas é boa ideia ou se pareço demasiado... sobrancelhuda? 

Bem que a senhora da decoração fez a coroa para a Irene, mas... a minha filha é mais de pôr coisas como alguidares.. 

Praticamente todo o tempo no raio da tenda. Neste caso tive imensa sorte porque o outro bebé não tem autorização dos pais para aparecer. 

Foi uma das paixões da Irene. Um bocadinho mais velho do que o que eu gostaria. Além de que... um duende não deve dar bons netos. Digo eu, não quero parecer discriminatória.

A minha bebé... ;)

Família. 

A cara do Frederico é impagável. São poucas as vezes que o vejo assim. 

0 de interesse em tirar uma fotografia com a mãe. E 100% de contentamento por achar que tinha de ir pintar outra vez o cabelo, mas afinal parece que ainda se safa. 

Aqui estou tão igual à família do meu pai. Não que vos interesse...

Eis senão quando a rapariga repara que dá para tirar coisas do cake pop ou lá o que é aquilo.

Ehhh branqueamento que ainda dura. 

Há uma das mãos que pode pôr à boca... ;)

Ai que fina a menina, com os pulsos partidos...

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terça-feira, 29 de março de 2016

A festa da Irene foi assim.

Agradecida. Acho que é a melhor palavra para descrever o que aconteceu. Uma festa linda, num sítio magnífico, com uma decoração que se sente que vem da alma de quem concebeu e doces que parecem ter sido polvilhados por magia - estavam deliciosos. 

Se juntarmos a isto a maior dádiva da minha vida (a Irene), o Frederico, ter a minha família toda presente (nunca foi costume) e os amigos mais próximos da Irene... sinto que nem sei bem o que me passou por cima. Principalmente eu que nunca tive grande prazer em festas ou em organizá-las para mim. Talvez tivesse medo de que ninguém fosse, não sei. 

Que maneira mais esplêndida de proporcionar à Irene memórias (nem que seja por depois ver as fotografias) de um dia perfeito a todos os níveis: pessoas, visualmente e a nível de sabor (isso ela não soube que não há cá doces).

Resta agradecer à Mom&Me BabyCenter pelo espaço (tão simples e tão bonito, não é? - cusquem o site e facebook que têm imensas actividades para mães com bebés, é óptimo e bonito), à Momentos de Design por todo o carinho em cada uma das coisas que fez (carimbos à mão nos copos, as árvores feitas à mão, os coelhinhos em baixo da mesa também, a coroa da Irene...), à Caramelo Encantado pelos doces que toda a gente se fartou de elogiar (e que tive mesmo que me conter para não comer... TUDO) e por estarem tão, mas tão bonitos também.  Para além de tudo isto, ainda houve brincadeira para os bebés todos dos duendes da Grow Up Eventos. A Joana Bandeira da Love Lab esteve por lá a registar tudinho para que não perdesse nem um segundo da festa e houve prendas da Bububox para os bebés. 

Estou  mesmo agradecida. Por tudo. Obrigada. Até a vocês que estão a ler que, se não fossem vocês, eu não teria tido motivação para fazer algo tão bonito para vos mostrar. Valeu a pena. Lição aprendida, para o ano há mais! 



























































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