Mostrar mensagens com a etiqueta aplicações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta aplicações. Mostrar todas as mensagens

domingo, 5 de março de 2017

A mãe gosta - Termómetro para o telemóvel!

 O "cão gelado" com o Oblumi.

Cá em casa adoramos gadgets. Além do sentido de humor, é mais algo que temos em comum. Quando soube que havia um termómetro para o telemóvel, quis muito experimentar. A Irene tem estado doente com alguma frequência (primeiro ano de escola) e temos desatinado um pouco com a melhor maneira de a medir, a mais cómoda. Temos alternado entre o axilar e um de cabeça e depois ou gritamos as temperaturas um ao outro ou mandamos por whatsapp, caso o outro esteja fora de casa. 

Fotografias amorosas tiradas por mim depois de afastar os pêlos de gato em cima da mesa. 

Agora temos o Oblumi tapp (tem um nome tão giro) que transforma o nosso telemóvel (iPhone ou dos outros) num termómetro digital que tanto dá para a cabeça como para os ouvidos. E para além de ser super querido (vibro mesmo com isto dos gadgets, sorry), é super preciso (desde que à semelhança de outros termómetros de infravermelhos, limpemos o sensor antes de cada utilização) e vem com uma ajuda: a aplicação.

A aplicação faz com que consigamos ter todos os dados registados sem esforço, partilhar com o outro cuidador as temperaturas que vão sendo tiradas e os medicamentos administrados, pôr alarmes para as próximas tomas, etc, etc. 



Temos usado e gostamos muito. Acho que vai passar a residir dentro da minha mala para não me acontecer não ter termómetro quando formos de fim-de-semana (mais importante ainda para nós por ela ter convulsões febris). 


Foi este vídeo que me fez apaixonar pelo Oblumi, tudo tão bonito e útil. Está aprovado por nós os três. A mãe gosta!.



...............

Sigam-nos no instagram aqui 
a mim também aqui e à outra Joana aqui.
O nosso canal de youtube é este.

quarta-feira, 2 de março de 2016

Ehhh leitoras brasileiras?

Andamos sempre a mil, andamos todas, não é? A Joana porque anda toda grávida e em mudanças e eu porque tenho uma vida exactamente igual à vossa e, portanto, estou sempre ocupada (menos quando não estou e adormeço em 10 min no sofá da sala antes de conseguir ver um episódio de seja o que for). 

De vez em quando vou cuscar as nossas estatísticas e reparo que há cada vez mais mulheres brasileiras a lerem-nos! Quero, acima de tudo, dar-vos as boas vindas! 

Adoro que não tenhamos nenhuma barreira linguística entre nós e assim, consigamos todos entender-nos de um lado para o outro do mundo (sendo que o mundo é redondo, não faz muito sentido, mas a fingir). 


A pensar em vocês, aceitamos uma parceria com a Timokids (conhecem?), é uma app para os telemóveis (eu sei que no início não queríamos, mas a verdade é que eles usam os nossos telemóveis e tablets), bastante simples mas que a Irene, por exemplo, adora virar as cartas ou pintar. Vamos pontualmente falar de conteúdos que vejamos no blog da Timokids e vice-versa. Não façam esse ar que não há dinheiro envolvido, 'tá? É só mais uma maneira de estarmos mais juntas!



Apesar de achar que, a maior parte das mães brasileiras, não reparou que somos portuguesas. E porquê? Porque, no fundo, não interessa. ;)

Se entretanto experimentarem a app, digam alguma coisa! 

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Como é que ainda não vos tinha mostrado isto?

Num blogue de maternidade porreiro, como é que é possível já termos mais de um ano de existência e ainda não vos ter falado disto? Que horror. Odeio-me neste momento e já me estou a auto-flagelar quase ao ponto de ficar com a boca no mesmo estado de Maria de Belém - anda a fazer-me imensa confusão a mulher ter o ar de quem transpira dinheiro e de não ter arranjado a boca. Tudo bem que nos cartazes não está a sorrir, mas... que mensagem pretende passar? "O amarelo é cor que me cai bem?" Sim, esta é a minha opinião mais profunda sobre os candidatos às presidenciais. 

Bom, seja como for... como é que ainda não vos tinha falado do e-lactancia? É um site que nos diz o que podemos ou não tomar/fazer enquanto amamentamos. Não se conseguimos ver o instagram enquanto damos uma maminha ali e outra acolá que isso conseguimos, mas se podemos tomar ben-u-ron ou brufen ou se podemos fazer uma tatuagem ou usar aquele creme que o dermatologista nos tinha recomendado antes da aventura toda... É espanhol, mas se pusermos o nome dos componentes o "menino" chega lá. 

Ajuda imenso, imenso. Já tinham ouvido falar? Também dá para coisas "fora" do circuito tradicional de alimentação... por exemplo: bagas Goji. Ao que parece é um não. Pois... 

Eu também só descobri que o chá verde não era fixe para a gravidez depois de andar a beber litradas disso. Assim temos sempre uma ajuda para não andar as apalpadelas. Já conheciam? Vai dar jeito?


*Já agora, bom fim-de-semana!!!!!!! ;) 

sábado, 9 de janeiro de 2016

A app preferida da Irene.

Assumimos. Ou, melhor, assumo eu: a minha intenção não era ter uma filha que visse televisão ou que passasse mais do que 2 min por dia no ipad. Vou ainda mais longe: adorava que a minha filha nem sequer soubesse (para já) o que é um ipad. Fui-me tornando mais tolerante ao longo dos tempos e tento diversificar as actividades, claro, mas já não sou tão contra tudo. Faz parte do crescimento, acho eu. E, também, de alguma preguiça e momentos de grande prazer por conseguir fazer "as minhas coisas" em 10 minutos em vez de numa manhã inteira. Bom, adiante...

*não é aconselhável que as crianças passem muito tempo a ver televisão. Menos perigoso a partir dos 2 anos mas está provado (algures) que as crianças que passam muito tempo a ver televisão/tablet dormem menos que as outras crianças, etc. etc. 

Depois do youtube e das milhares de músicas que a Irene gosta de ouvir, canções em inglês e tudo o resto que vocês também já apanharam por aí... Começamos a virar-nos para as aplicações e descobrimos algumas tão, mas tão engraçadas que lamento não nos termos virado para aí tão cedo. 

Uma delas é esta (ios): 



Não é bem "um jogo". É pôr uma mesa para o lanche, depois comer o lanche e lavar os pratos. No fundo espero estar a criar uma escravinha. Vamos com tempo. 

Podemos escolher a toalha mais gira... 



E, depois, há todo um mundo por descobrir a nível do serviço de pratos, que bolos, copos, que sumos, etc. Às vezes suja-se a toalha e tem que se usar os guardanapos para limpar, depois das pessoas comerem a fatia do bolo, temos de lhe servir outra e isto tudo ao som de dois tipos de música à escolha: uma espécie de música havaiana e jazz. Grande plus para uma aplicação para crianças: música de jeito, caramba!



E, no final, cá está, a loicinha toda lavadinha e ainda uns aplausos para ficarem todos contentes. Eu gosto desta aplicação. Idealmente claro que a miúda deveria estar a sujar-se na terra e a comer morangos que acabou de apanhar mas, aos poucos, tenho de ter uma visão um pouco mais... realista da vida (e os morangos andam a apodrecer estupidamente rápido). 



Se experimentarem, digam alguma coisa ;) Ou então troquemos aqui de cromos!

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Vão passar a ter muito mais tempo para vocês!

Os meus títulos não são enganadores. Não são, não. Não, não, não. Este, pelo menos, não é.

Se calhar, as mães já super versadas nisto, aquelas que já têm grande andamento e que já fazem filhos enquanto mudam a fralda a outro e levam o terceiro à escola já conhecem isto, mas só procurei por isto ontem e, quando encontrei, fiquei super feliz.

Vou explicar-vos o que se passa: a Irene anda toda carcomida dos sonos outra vez e, infelizmente, parece que ficou instituída a nova rotina de se deitar depois das 22h (ontem até foi à meia noite e meia - imaginem o desespero). Por causa disso, sucumbi aos vídeos no smartphone e ponho-lhe o Hakuna Matata a tocar. Ela gosta, fica concentrada, para de se mexer, apago as luzes e eventualmente a magia acontece:

- Mami!!! Maminhe!! Mamininhe (às vezes confunde "maminha" com "uma menina", troca-se toda)

- Quer maminha??

- Xi.

- Quer maminha e ó-ó?

- Ó-ó.

- Quer ir ter com o coelhinho?

- [imita um coelho]

Vitória. O bezerro já está na cama. 

Não aconselho isto de lhe darmos vídeos no telefone para as mãos frequentemente por vários motivos. Acho que altera os ritmos circadianos e faz com que os sonos fiquem todos trocados. Além doutros inconvenientes a nível de apego. Porém, como a Irene já está toda lixadinha dos sonos na mesma e apego não nos falta, não consegui. Já não tinha forças para continuar a "brincar calmamente" com ela. 

O problema é que a miúda, enquanto vê o vídeo, entusiasma-se e carrega no visor ou nos botões do telemóvel e isso faz com que saia do youtube e eu tenha que voltar a por a porcaria do vídeo. 'Tadinha. É bom sinal, quer dizer que não fica completamente hipnotizada mas, nestes momentos, adoraria que ficasse. E por isso pensei: deve haver uma aplicação que dê para bloquear os botões todos do telemóvel. 

E há!! Várias!





Procurei por "Touch Blocker" no Android e funcionou perfeitamente. Procurem qualquer coisa como "Touch Blocker" ou "Kids Blocker Smartphone" na App Store ou na GooglePlay ou noutras coisas que não sei o nome. 

Mudou a minha vida. Agora tenho 4 minutos para mim. Para poder ir fazer xixi. Para poder adormecer um bocadinho. Para poder e beber um golo de Tisanas à cozinha sem ela começar a espernear. Para ficar só mais um bocadinho sentada na sanita, mesmo que não esteja a fazer nada.

Fica o conselho. Para momentos de stress, vá. Não é para ser o Pumba com aqueles puns a educar o vosso filhote. 

domingo, 21 de dezembro de 2014

Bom, avós, FaceTime é...

E não é que agora os avós podem ter o prazer de ver os netinhos todos os dias a qualquer hora do dia?

Ainda por cima, este método tem a vantagem de conseguirmos esconder facilmente aquele canto da casa que não nos dá jeito que a sogra veja. Evitamos que depois diga (baixinho, claro): "ó para isto, nem cuidar da casa... ". 

Agora que os avós herdam os nossos smartphones (foi o caso), podemos usar o FaceTime ou o Skype (isto, claro, depois de alguns bons momentos a explicar a toda a gente o que é cada coisa). 

Desejo muita sorte a quem tenha de explicar o conceito de internet ou de touchscreen, mas vale a pena o sacrifício. Imaginem lá os dias que poupam a ter que percorrer "capelinhas".

Eles ficam todos babados e, os nossos filhos só não ficam todos babados porque, provavelmente, já estão. 

Também usam este método? Já tiveram de explicar o que é?





sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Que monstro é este?

Estava tudo tão bem há uma semana, não estava? Dormiam todos muito bem aí em casa (tirando o ressonar do homem, claro), a miúda (ou o miúdo, mas não estou para estar sempre a ressalvar senão o post é só isso) andava a dormir a noite quase toda, fartava-se de brincar durante o dia, quase que não birrava quando era hora da sesta e agora? De repente foi tudo para o galheiro.

O bebé (lembrei-me agora que, se calhar, em vez de dizer "a miúda", posso dizer o bebé, que estúpida) que antes era só sorrisos, que andava a entrar numa nova rotina e super agradável para toda a gente, agora está mais insuportável que nós quando acordamos com uma borbulha super evidente na ponta do nariz e que, disfarçada com base, parece uma verruga.

Que monstro é este? 

O que é que se passa para o bebé parecer que agora odeia viver e que faz cocó só para me obrigar a mexer em merd*? Parece que agora vive para me azucrinar! Não mama, não come, só chora, só geme, não está bem num sítio, não está bem no outro, acorda de hora em hora... 

E se o bebé vira monstro, a mãe vira dois! Não há pior que uma mãe que não tenha conseguido dormir, descansar e tenha que tomar conta de um bebé virado do avesso. As coisas escalam e contagiam-se mutuamente, são dias infernais. São esses dias que fazem com que depois digamos a quem ainda não tem um bebé: "tens tempo, aproveita a vida". Não é justo. 

Se compreendermos os motivos, talvez seja mais fácil não termos ataques de choro a meio do dia ou a meio da noite, com o cansaço.

Como preciso muito de compreender os motivos, porque senão sou aquela que chora muito, descobri esta aplicação: 

Sim, pela screenshot dá para ver que não tenho um iPhone, mas não me excluam da vossas vidas. Já tive, mas fartei-me. A aplicação é a pagar, mas prometo que vale a pena. Se não valer a pena e se decidiram comprá-la mesmo depois de eu explicar aqui o que é... Já foi uma decisão vossa! 



1) Adicionamos o nosso bebé, introduzindo o nome, uma fotografia e a data provável de parto (para fazer contas ao desenvolvimento do cérebro e não aos dias em que o cérebro está cá fora). Podemos adicionar várias crianças, o que dá imenso jeito (imaginem o jeito que dá à Jolie). Neste momento não tenho, porque troquei recentemente de telemóvel, mas tinha as DPP do Lucas (filho da Marta) e da Isabel (filha da Joana) para saber quando andam insuportáveis e evitar estar com eles! Estou só mais ou menos no gozo, ahah!


Aqui estão cronologicamente ordenados os saltos de desenvolvimento dos nossos bebés, com as aptidões que estão a aprender e a assimilar e os "sintomas" da sua aprendizagem ao longo do tempo. É giro ver que cumprem os "requisitos" ou que, não tarda estão a cumpri-los e, por isso, andamos mais atentas. 


O gráfico. Confesso que evito ir muitas vezes ao gráfico porque chego à conclusão que, durante o primeiro ano de vida, são mais os dias "maus" do que bons, mas é normal, certo? Eles estão a crescer, em todos os sentidos. Aquele quadradinho esquisito ali perto das 40 semanas é a fotografia da Irene (do meu marido com ela ao colo). Pus a fotografia em pequenino para não se andaram para aí a babar com o meu marido, suas gulosas. 



Já agora, ponho também a legenda e assim quase que não têm de comprar a aplicação para saberem em que "fase" está o bebé. Assim vêem a que corresponde o salto com as semanas, pesquisam na net e pronto. 

Quem é amiga, quem é? 

É a Rosinha ("a tua amiguinha, vamos dar as mãos e cantar uma canção!").