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domingo, 16 de abril de 2017

Somos muita feios todos.

Sim, sou uma babada em tudo o que à minha família diz respeito. Gosto de nos ver juntos, com roupas a combinar ou de pijamas desemparelhados e cheios de remelas num domingo de manhã. Por alguma razão - talvez vaidosice ou aquela mania romântica com que a Joana Gama goza - acabo por escolher para aqui as fotografias de que gosto mais. Mas quem me segue nos stories do instagram já me viu de pijama de urso polar, a lavar a louça ou numa tentativa de spa na banheira da casa de banho - claro que tive de me limpar a correr porque a Luísa acordou. A vida como ela é. Mas esta também é a nossa vida: mesmo que a posar para a lente. Somos nós. Mais arranjadinhos, mas nós. Juro que o facto do David também estar a combinar não foi propositado, mas delirei quando o vi assim. Pirosos. Amorosos. 

Feios, para uma ou outra e mais que venham. Somos muita feios todos. Ou será que queriam dizer FELIZES? <3


O tio Frederico a fazer macacadas para elas se rirem







Apesar da minha postura que não lembra ao Diabo - e como me disseram no instagram, vem aí a terceira (ahahah) - amo esta foto!


Sandálias - Maria Pipoca
Vestido Isabel - Boboli
Túnicas Luísa e Joana (já de colecções passadas) - Ivens

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Páscoa assim.

Espero que tenham tido uma Páscoa tão feliz quanto a nossa! Não houve viagens nem passeios, mas houve família (vejam nos stories do instagram a minha avó a dançar eheh), docinhos e até direito a uns mergulhos. A Luísa é louca por água. A Isabel fica até ficar roxa e nunca tem frio (já fui assim!). Obrigada, querido Abril.

Bom, mas bom.


















Fato de banho Isabel - Principessa 
Bóias - Primark
Braçadeiras - Imaginarium

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sábado, 15 de abril de 2017

Nunca pensei que este dia chegasse. Its time!

Acho que é típico das mães. Ou, pelo menos, espero que sim. Parece que sabemos que "aquele dia" - seja "esse dia" o dia do desfralde, a entrada para a escola, a saída de casa... - vai chegar mas, no fundo, não o visualizamos, não sentimos na pele que vá acontecer. E ainda bem, que temos de viver mais no presente, mindfulness blá, blá!

Não consigo usar "muito" ou "demasiado" porque acho que o natural é as crianças serem apegadas às mães. Acho também que é natural que, aos poucos - cada família ao seu ritmo - que esse espectro se vá alargando à restante família, começando por aqueles que estão mais perto. 

Até recentemente, a Irene era muito mãe. "Más línguas" ou gente preocupada e bem intencionada diziam ser da "mama", houve quem dissesse que era porque eu tenho uma relação assim e assado com ela, houve quem... A verdade é que chegou a altura: a Irene começou a mostrar de forma muito mais intensa o amor que sente pelo pai. 

Se dantes, em casa, o "sargento" - como ele gostam de me chamar - era o topo da hierarquia para receber mimos e fazer tarefas (que é a Irene a designar "a mãe muda a fralda", "a mãe dá a sopa", "a mãe..."), agora o pai já não tem descanso. E estamos todos muito felizes com isso. 

A Irene tem mais um companheiro em tudo o que queira fazer e não há nada que me deixe mais comovida que vê-los juntos (a não ser, talvez, quando me chega uma encomenda da Zara). 

O pai brinca de outra maneira e ela já vê quais são as especialidades de cada um. 

Isto tem-me dado uma pica para ir reajustando a minha vida que nem vos conto. Compensa esperar pelos timings dela. Tudo a seu tempo. Agora que é mais pai, a mãe pode ser mais outras coisas ou até voltar a estudar - deixem-me ter este sonho até ver horários e propinas (até tenho medo de ir ver e de ficar triste). 


 


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Ela quer dois irmãos e agora?

Quem não quer? Não consigo imaginar nenhuma criança que pense que gostaria de ser filha única para o resto da vida. Eu sinto que tive as duas experiências, por acaso. O meu primeiro irmão nasceu quando eu tinha 10 anos e o outro quando eu tinha 20. 

Mesmo assim, apesar do primeiro irmão, sinto que sempre fui tratada como filha única pela minha mãe. E não vejo isso de ser "filha única" como uma desvantagem. Nunca percebi muito bem o "mimo demais", o "nota-se mesmo que és filho único". Acho que não é preciso ter irmãos para se perceber uma data de valores. Percebe-se também tendo-os, mas se não se tiver, pode-se chegar lá na mesma. 

No outro dia, quando conhecemos este cão maravilhoso de uns vizinhos nossos, ela fartou-se de dizer que "A Necas é irmã do cão". 

O Frederico olhou de lado para o cão e tentou encaixá-lo na minha agenda para conseguir averiguar onde é que o Melvin e eu tínhamos trocado algumas carícias. O que é facto é que tanto saindo ao Melvin como ao pai, teria o mesmo formato de olhos, mas não me vou alongar para ver se me escapo a esta questão como uma senhora. 


O mais giro foi, no outro dia, quando a Irene disse que queria ter dois irmãos: uma menina chamada Helena e um menino chamado Farmácia.


Quando antes me falava de irmãos e eu ainda estava indecisa, confesso que me tocava mais no coração. Agora, mais racional, percebo que é um grau de parentesco que está a perceber e que já vai reconhecendo nalguns amigos como a Luisinha e a Isabel. 

Já lhe tentei explicar que a mãe tem uma coisa no pipi chamada DIU, mas ela perguntou se dava pontapés e se um dia ia sair quando eu fizesse força. Expliquei que esperava que não que se quisesse que mais coisas saíssem do meu pipi, poderíamos experimentar ter um farmácia para ver até se deixava de ter de comprar Ben-u-Ron. 



Olhem lá se o rapaz não é sensual? Os donos que me perdoem estes innuendos. Senti que havia clima entre os dois, mas nunca fui avante, não se preocupem.


Outros textos: 

"Quando é que eu tenho o próximo?"

"Ela pediu-me um irmão." 

"Vou pôr um DIU."

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

A minha família basta-me.

Desde que tenho bonecas que sinto apelo maternal. Sempre soube que queria ser mãe. Dava nome aos bonecos e brincava com eles com todos os passos supostos, era preciosista. Dormia com eles, dava-lhes banho, dava-lhes colo, levava aquilo muito a sério. Brinquei até tarde.

Na faculdade, já sentia o relógio biológico a fazer tic tac. Acabei por pôr a carreira à frente, depois quis aproveitar alguns anos de namoro, a dois, e o meu sonho cumpriu-se aos 27 anos. Depressa soube que queria ter mais filhos. Agora tenho duas e sinto-me realizada. Não sei se sempre será assim, se sentirei o apelo mais alguma fez (se sentiremos, deixem-me usar o plural), se fará sentido daqui a uns anos aumentar a família. Para já, não digo que sim nem que não. O mais provável é que não. A ser sim, só por descuido ou daqui a muitos anos.
Esta é a minha família. E ela basta-me. Ver a Luísa, cujo corpo é fogo de artifício e tambores assim que vê o pai, completamente apaixonada. Ver a Isabel a acordar e a perguntar se a mana já acordou. Ver-me a conseguir dar colo às duas, valham-me as minhas cruzes, e a tentar gerir tudo o melhor que sei, valha-me a minha sanidade e o meu coração.

Ainda não faço malabarismos arriscados, ainda não me sinto capaz de cuspir fogo enquanto faço um mortal encarpado, mas já consigo não chorar quando o número de circo não corre como sonhei. Já relativizo. Pus na cabeça que vai melhorar, que vai ser menos difícil, que as dinâmicas e as rotinas vão passar a fazer parte, de forma natural, das nossas vidas.

Ainda não arranjei grande solução para as crises da Isabel, naturais da idade e do impacto de ter um irmão a roubar-lhe algum protagonismo, nem sei bem ainda o que fazer quando está a chover e tenho de por as duas no carro sem que se molhem, e por aí fora. Mas, um dia, tudo se fará e não serão uns pingos de água que me vão amedrontar.

Por enquanto, gozo a Luísa ao máximo, aproveito esta fase maravilhosa da Isabel, que me faz soltar gargalhadas e conjugo tudo o melhor que consigo.

Amo esta minha família. Adoro ser mãe. E tenho a agradecer, todos os dias, este privilégio.



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quinta-feira, 17 de novembro de 2016

"Mais um jogo, mãe!"

A Irene anda a dar sinais de que precisa de mais atenção nossa e isto de só termos umas horinhas para ela ao final do dia é novidade para a família, ainda estamos a descobrir como organizar as coisas de maneira a termos tempo de a ouvir a falar enquanto a olhamos olhos nos olhos. É desde cozinhar de manhã para ficar pronto ao jantar, deixar a máquina a lavar, ter de comprar uma máquina de secar e poupar-se tempo a estender e recolher roupa, é dar banho dia sim dia não à Irene e nos dias em que não damos, aproveitar para brincar mais. 

Ontem, mesmo não havendo sopa feita, convidei o pai a borrifar-se para isso e a sentar-se connosco no corredor do hall enquanto a Irene estava a fazer palermices. Ficamos uma hora na brincadeira, a deixar tudo o resto atrasar, mas a ter o mais importante como importante. 

Fizemos alguns jogos que fizeram sentido para a idade dela. Somos os três criativos (tenho muito orgulho nisso, heheheheh grande moral): 

Surgiu a ideia de nos sentarmos os três em cima da cama e de tentarmos dizer palavras da mesma categoria, dando um toque na perna da pessoa que queremos que fale a seguir. 

Agora, cores! "Amarelo, verde, roxo, castanho, catorze..."

Agora animais! "Girafa, mosquito, cão, cabelo..."

Números...

Ela divertiu-se muito (e nós também), mas tivemos que ir mudando para não se cansar. 

"Tarde" perfeita. 

PS - Telemóvel a apitar lá ao fundo na sala e eu não podia querer saber menos...

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quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Primeiro dia a sós.

Fizemos (ou fiz) várias escolhas desde que a Irene nasceu - das quais não me arrependo - que nos levaram até aqui. Até ao facto de em dois anos e meio não termos estado mais do que umas três horas sozinhos. 

Cada casal terá o seu ritmo, as suas prioridades e, acima de tudo, as suas necessidades. Eu sou aquele "clássico" caso de quem se focou na filha. A amamentação era (e é) muito importante para mim, ter ficado um ano e tal em casa fez com que não introduzisse o biberão, ela só adormece comigo, por isso tranquilamente chegámos até aqui. 

E, pelo meio, houve muitas conquistas: a primeira vez que ficou com os avós, a vezes em que fomos almoçar só os dois, a minha ida para o trabalho, o pai ficar sozinho com ela, etc. 

Por alguma razão - que não interessa contar aqui - achei que a escola estaria aberta hoje e começamos a planear coisas. Depois vim a saber que, afinal, não estava. Porém, pus um dia de férias para o Frederico e eu irmos passear amanhã. Ela adormece optimamente na escola com a educadora e com os outros meninos e isso dá-nos para aproveitar a manhã e a tarde até a irmos buscar. E para ela? É mais um dia normal. 

A legenda mais desnecessária do mundo, mas é do aniversário da Irene :)

Para nós, vai ser como um dia qualquer há 3 anos e tal. 

Provavelmente passaremos 70% do tempo a falar da Irene, mas e então? Estar a dois, não é negar a existência dos três. E a existência dos três também tem de dar lugar a estar a dois. 

Porém, sem pressas. Tudo a seu tempo. Cada uma de nós tera o seu ritmo, as suas prioridades, as suas necessidades. Cada coisa que sentimos tem um motivo. 

Sinto que amanhã é o dia perfeito para irmos namorar os dois, enquanto a Irene está na escola. 

Depois conto-vos... "tudo"? ;) Há coisas que não deverão querer saber, digo eu. 

AH! Se houver sugestões para um dia a dois (sem noite), apitem! ;)


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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Como é que vocês fazem com os avós?

Quais são os vossos ritmos familiares?

Dantes, quando a Irene estava em casa com o Frederico, os avós paternos iam lá sempre que lhes apetecesse e depois eu assegurava a ida à casa da minha mãe. Agora, durante a semana, parece que não há tempo para fazer nada de jeito e também não queria ocupar os fins-de-semana todos com avós e todos os fins-de-semana.

Como é que vocês se organizam?

Fui no outro dia dar um saltinho à casa da minha mãe, convidei os meus sogros para irmos ali ao jardim... Isto no Inverno vai ser mais complicadote, digo eu!

Contem, contem!

domingo, 4 de setembro de 2016

Será que ainda vou a tempo?

Tenho uma tia que vive em França desde que me lembro. Sempre que ela vinha a Portugal era uma festa porque trazia imensas prendas (é a verdade, o que querem?). Depois, houve um ano em que decidi fazer uma viagem "sozinha" a Paris e acabei por conhecê-la bem melhor. Agora valorizo muito mais a experiência e sinto que é uma adulta (ela e o companheiro Maxime) com quem posso falar sobre coisas mais profundas e interessantes. Este meu lado da família é mais dado à leitura e cultura, se é que assim se poderá dizer. É o lado do meu pai. Associo a um lado mais intelectual. 

Bom, fui ter com eles e o meu irmão Tiago e madrasta Bibi também foram e, sim, há um evento qualquer no Jardim da Estrela (por ser o primeiro fim-de-semana do mês) com bancas muito giras de coisas artesanais, mas acima de tudo, o jardim é magnífico. Não conhecia (se me lembro de lá ir uma vez há muitos anos é muito) e fiquei apaixonada. Claro que a companhia é muito muito importante (estava em família). Será que ainda vou a tempo de vos sugerir irem lá hoje? 

Casais a namorarem na relva, piqueniques com bebés, crianças a andar de trotinete, música ao vivo... 

Pareceu-me estar bem distante da rotina e teve o efeito de férias em mim...

Cada vez mais fã de jardins. Não me apetece nada que acabe o bom tempo... Grr...








 

 


 

 

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sábado, 2 de julho de 2016

Como está a correr?

Obrigada por perguntarem. Desta vez não nos esquecemos das malas em casa (bem se lembrava ontem uma leitora). Não perdemos máquina fotográfica nem carteiras. Mas viagem dos Brás da Silva que se preze tem de ter sempre emoção. Acho que já saímos sempre de casa à espera que algo aconteça, senão nem teria piada. 

Até agora, está tudo vivo e de boa saúde mas a viagem começou com:

- "David, o que estamos a fazer quase na Serra D'Aire?!". Fizemos uns bons 60kms a mais, porque o piloto estava distraído do GPS (quem nos mandou calar a gaja?) e a co-piloto ia distraída ao telemóvel.

- A Isabel já caiu três vezes. Três! Da mesa de apoio à sala, da cadeira e na casa de banho, sendo que desta queda quase conseguiríamos fazer um arroz de cabidela. 

- A Isabel abriu uma embalagem de corante alimentar vermelho em cima do sofá (que estava num kit muito giro que nos deram à chegada, para pintarmos [sabiam que se misturarem corante com iogurte natural, eles podem fazer pinturas?]). 

- A Luísa levou com uma manápula da Isabel, cheia de óleo de massagem, na cara e nem sabe bem como é que aquilo aconteceu (no meio de uma daquelas birras descomunais, que já não fazia há uns dias - até achámos que já tinham passado, que ingénuos hehe). 

Pronto. Para já é tudo. Mas cheira-me que ainda vos venho cá contar mais novidades "emocionantes" deste fim-de-semana. ;) 

Tirando isso, as partes boas, que superam os pequenos acidentes, vêm em forma de foto. Sim, porque estamos a gostar muito de estar novamente no Obidos Lagoon Wellness Retreat

(E as miúdas já estão a dormir e nós agora vamos tentar ver um filme - mal acabe o Alemanha-Itália - comer uns caracóis e beber um vinho branco geladinho. Eu dou só um golo, não se preocupem! Hehe).









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quinta-feira, 30 de junho de 2016

HELP! Tenho síndrome da tartaruga!

Sou uma pessoa normalmente descontraída, mas pareço uma barata tonta (acho que a lerdice e a burrice normal do pós-parto também não ajudam). Vamos de fim-de-semana, que, pelas minhas contas, são só dois dias (está certo, não está?) e eu acho que estou a fazer uma mala para vinte. Achava que a síndrome da tartaruga (levar a casa às costas) só nos dava no primeiro filho, mas pelos vistos não. 

E se bolçar mais que o normal? É melhor levar mais dois bodies. E se fizer daqueles cocós descomunais até ao pescoço? Mais uns babygrows. E se estiver mais frio? Mais uns casaquitos. E se for picada por melgas? É melhor levar a caixa toda dos medicamentos e pomadas. E repelente. E rede mosquiteira. Carrinho: levo o que tem alcofa ou o outro? Almofada de amamentação, valerá a pena? Uhmmm... E vai o ninho ou a alcofa de palha? Cremes para os mamilos? Se a Isabel quiser voltar a experimentar o leitinho da mamã e aquele dente partido ferrar, se calhar é melhor...

DESCOMPLICA, JOANA!

Mas... e se me esquecer de algo mesmo mesmo importante? As mamas vão, Joana, não há nada mais importante.

Isto são os dois únicos neurónios que me restam a dialogar, os mesmos dois que daqui a dois dias vão descansar um bocadinho no Obidos Lagoon Welness Retreat.
Eu disse descansar? Hahaha melhor piada de sempre. :) Mas mesmo "correndo o risco" de vir de lá mais cansada do que vou, com a nova gestão das duas piolhas, estamos em pulgas! Casa acolhedora só para nós, pequeno-almoço à porta, cesta de piquenique, piscina privativa, SPA... mas, acima de tudo, vamos voltar a um sítio onde fomos muito felizes - parece impossível, mas já passou um ano desde que lá estivemos.



Já sorri de orelha a orelha só de rever estas imagens e já quase me passou a síndrome da tartaruga. Eu disse quase, por isso, cá vai: HELP!

O QUE TENHO MESMO DE LEVAR NA MALA DA MAI' NOVA? :)


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sábado, 25 de junho de 2016

Um sítio escondido para uma tarde perfeita.

Nunca tive tanta vontade de conhecer sítios bonitos como agora que tenho a Irene. Acho que já fui mais vezes ao jardim desde que ela nasceu do que durante toda a minha vida. Até à praia vou e não era especialmente o meu plano preferido... 

Os filhos fazem com que voltemos a dar importância aos pormenores (achar piada a ver formigas no chão, por exemplo), mas também com que voltemos a ter vontade de inovar, descobrir, planear coisas boas e bonitas para fazer. 

A tarde foi da Irene como, aliás, costuma ser. E quando é da Irene é de todos. 

Não sabia que existiam borboletários. Sabia que ela se iria passar. Passei-me eu que me comovi assim que entrámos (tinha medo que não houvesse tantas borboletas assim) por saber que seria uma memória incrível (confesso que é uma das minhas prioridades). 

E se ela se lembra das coisas. Ainda ontem de manhã me pediu um brinquedo que já não o via há mais de 3 meses (gosto de ir renovando os brinquedos, trocando-os). 

Tive um momento Joana Paixão Brás: comprei um macacão em saldos e comecei a imaginar tudo o resto para umas fotos. Ela tem o dom de conseguir visualizar coisas e de planear coisas deste género -  eu não tenho. Porém, consegui mais ou menos. Imaginei o macacão com o baton vermelho e depois pensei numa cor bonita e contrastante para a Irene em relação ao verde do jardim e à minha indumentária. Fiquei toda satisfeita até a minha mãe me ter dito que parecemos a bandeira da Espanha... Oh well! 













































Macacão mãe - Saldos Zara
Macacão filha - Prenda da tia Pi no aniversário da Irene (Zara)
Lancheira - Imaginarium
Fita - Era o que vinha a embalar um macacão da Little Jack que vos vou mostrar depois. 


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