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quinta-feira, 16 de junho de 2016

A minha (nossa) sessão de grávida

Estava frio naquela manhã. Nem eu nem a Isabelinha vestimos o que tinha preparado para a sessão fotográfica. Já tinha feito uma durante a gravidez da Isabel e agora quis repetir a dose: já sabem, sou toda muito romântica e adoro guardar estes segundos, não vá a memória trocar-nos as voltas. 

Aproveitámos o cenário maravilhoso da Quinta do Hespanhol, no dia a seguir ao casamento que lá tivemos, e foram estes os momentos captados pela lente da nossa Joana Sepulveda, do Love Lab. Acho que já nos conhece tão bem que é praticamente só deixar fluir a nossa dinâmica em família. O resultado é sempre brilhante. Adoro, adoro!


























Fotografias: Love Lab

Gostam?
(Ainda tenho mais mil novecentas e trinta e cinco para vos mostrar. Não m'aguento. Hehe)

domingo, 22 de maio de 2016

Ontem ganhei meia-hora para mim!

Ontem foi dia de ir a casa da Avó Sílvia. Depois de a ter visto de manhã antes de entrar na "aula de música da professora Carla" (é assim que ela diz), fomos aproveitar o bom tempo lá para casa. Ainda por cima, a avó Sílvia já tinha prometido que tinha melão, por isso não podíamos mesmo faltar.

Fiquei moderadamente triste porque estreou o macacão no último dia em que o vai usar. Está pequeno. Não muito, mas o suficiente para na próxima vez que o vá usar (gosto de ir variando as roupas), já não lhe fique confortável. Sniff. Daí eu comprar sempre roupas um tamanho acima e ela, normalmente, parecer um "pinto calçudo". Custa-me despedir das roupas giras, pá. 






O gato Xico.

Quis oferecer uma flor (da vizinha, ai ai) ao gato Xico.



Bola amarela!

E acabou a tarde a dar uma centena de saltinhos na cama dos avós. Saltou tanto que a mãe ganhou mais meia hora para ela à noite. Abençoada meia hora, vocês sabem como é... Parece que entrei de férias só por causa dela. Até fiquei atarantada sem saber o que fazer. 

quarta-feira, 18 de maio de 2016

"Mamã, papá, Necas, bebé.".

Ontem, não podíamos ter deixado de aproveitar o facto do pai não ter ido trabalhar à tarde como costume para sugerir irmos ao jardim com ele. A Irene fez questão de escolher o chapéu menos feminino - o que acho muita graça - e lá fomos rumo ao jardim do costume. A ideia até era ir à praia, mas o vento desincentivou-me. 

Esteve uns bons 20 minutos a ser empurrada pelo pai nos baloiços mal chegou. Isto enquanto ia dizendo algumas piadas mas principalmente referindo os presentes (algo que ela faz agora e que me deixa de coração cheio): "mamã, papá, Necas, bebé". 

Pois. Não, não estou grávida. Apesar de ter emagrecido mais de 10 kgs, a minha barriga insiste em me lixar a silhueta. Até já tive uma ou duas anónimas a darem-me os parabéns. Coisa que me deixa feliz de saber que há mesmo imensa gente que não sabe o que é barriguinha de gordura e o que é ter de a disfarçar durante uma vida inteira ;)

A Irene menciona sempre "o bebé" depois de "Necas". Já pensei que pudesse ser um amigo imaginário (apesar de achar que poderá ser cedo), mas quando pergunto quem é o bebé, ela diz que é a Necas, o que me deixa mais descansada.

Estava sol. Um sol que me preocupou por possivelmente me estar a derreter a base que tinha na focinheira, mas o que importava? Estávamos ali os dois a olhar para "o bebé e para a Irene". É relativamente frustrante quando ela fica mais virada só para brincar com as pedrinhas, mas é o que o Frederico diz "isto é para ela, ela é que decide o que quer fazer". 







Depois fomos para casa, hora do banho, hora de a por como eu mais gosto: cheirosinha. Sem cheiros adicionais de perfumes, nem nada. Cheiro a banhinho e a roupa lavada. Continuei de máquina em riste porque não aproveitar este sol de fim-de-tarde que desenha umas sombras giras é crime. 




Sou apaixonada por este pijama. Acho que já largamos definitivamente os polares (até porque já não lhe servem).



Ela é louca por este garfo azul. Acho que aqui já devia ter alguma fome e estava a fazer olhinhos marotos ao gato já que se diz que há quem os coma... 



Adoro as posições deles. Mal sabem que um dia um PT chato lhes vai exigir isto num ginásio qualquer.



Esta deixou-me também "comovida" (entre aspas que não sou a Joana Paixão Brás e não me comovo com tudo o que me aparece à frente, tipo um bloco de papel cavalinho). A Irene tinha as mãos frias e o pai perguntou se podia aquecê-las. Ela levantou-se prontamente e foi. Adoro ter uma máquina à mão.

Amo a minha família. Com estes planos simples, estes pormenores, sinto que ganho força para tudo. 

(abimbalhei muito?)

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Declaração de amor (com vídeo)

Há coisas que são íntimas, só nossas. Sussurros secretos que nos alimentam. 
Há outras que faço questão de gritar ao mundo. O mundo precisa de histórias de amor. Da nossa. 
Às vezes esquecemo-nos do ano em que nascemos juntos. Ainda há dias nos questionávamos se seriam seis ou sete anos. Somos péssimos com contas. Já o dia é impossível esquecer. Os dias que se seguiram. Os primeiros concertos juntos, no Porto. As viagens para a Costa naquela tua carripana bordeaux a lascar, de janela aberta. As primeiras férias, em Tarifa. O T1 tão pequeno, mas tão grande para dois apaixonados. Passar uma tarde inteira no cinema a ver filmes: uma comédia romântica manhosa para mim, outro mais para a cabecinha para ti. Os hambúrgueres que levávamos, de forma ilegal, para as salas. A tua primeira viagem de avião, em que me ias arrancando a mão. As gargalhadas. Muitas, muitas. Os projectos, os trabalhos, o orgulho um no outro. As dezenas de coisas que perdemos ou nos esquecemos em algum lado. Nunca nos esquecemos do que verdadeiramente importa. O respeito, o diálogo, o carinho. Fomos crescendo juntos. Acho que, apesar de aos 20 e picos já termos idade para ter juízo, passámos de adolescentes a adultos lado a lado. Adultos q.b. Somos parecidos - para o bem e para o mal - em muita coisa. Imaturos e desleixados nas burocracias da vida. Crescidos na alma, nos sentimentos, no amor. E foi desse amor que nasceu uma família, que continua a crescer. Renascemos juntos num dia 16. E renasceremos de novo, em breve. 




O meu maior sonho cumpre-se todos os dias. Ter-te ao meu lado. Ter-te como namorado. Ter-te como pai das minhas filhas. Tudo com que sonhei. 

Parabéns, meu amor!


E agora, porque o dia é de festa, vou substituir a pianada e a lagriminha que já caiu por aqui por isto:
Um vídeo publicado por Joana Paixão Brás (@joanapaixaobras) a


quarta-feira, 20 de abril de 2016

Ao pai das minhas filhas

Obrigada é pouco. Acho que todas as demonstrações de amor, de gratidão, todas as palavras que possa escrever-te são insuficientes. Mas sei também que os abraços, o carinho e o olhar da Isabel é tudo o que te basta. Que os pontapés da Luisinha, que sentes durante a noite, quando estou colada a ti, são a prova de que estamos a construir o que importa construir. 

E se algum dia nos faltar o resto, que não nos falte o discernimento para perceber que o que fizemos juntos, lado a lado, é maior do que as partes. É o que importa que fique para sempre. Elas. Nós nelas. Que tenham sempre motivos para se orgulhar de nós enquanto pais, mesmo que falhemos no resto. Não acontecerá, acredito em nós e no nosso amor. Mas aquilo em que acredito piamente, sem piscar os olhos, é no que nos une para sempre, mesmo que as outras pontas se desatem. Elas. Nunca lhes faltaremos.

Obrigada por me fazeres acreditar nisto. Sempre.


Fotografia CV Love


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E a mim também;) @JoanaPaixaoBras

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Fomos, gostámos e queremos voltar.

Aqui é assim: pão, pão, queijo, queijo (só de escrever esta máxima, fiquei a salivar, Deus me acuda estas fomes!). Fomos, gostámos e queremos voltar. Estou a falar do Ô Golf Mar, onde passámos o fim-de-semana, e que fica em Maceira/Vimeiro.

Já lá tínhamos estado no ano passado (vejam aqui a diferença na Isabel!) e quisemos repetir a experiência. É um luxo estar ali, em família. Boa comida, em buffet (porque será que a gordalhufas começa logo por este item?), quartos grandes e acolhedores, vista deslumbrante, piscina interior, atendimento 5 estrelas, espaços enormes para a criançada brincar, demorámos 55 minutinhos de Lisboa e chegámos a Santarém numa hora e picos. O que se quer mais? Bom tempo? Até a isso tivemos direito (quando a meteorologia não estava nada a nosso favor e davam chuva). Sol, sol e sol. Só ouvi chover um bocado nas três horas em que dormimos a sesta. 

Quando viemos embora, a Isabel dizia "xau, hoteu" e ainda hoje falou da piscina. Deu para ir à praia passear e brincar na areia, enfardar uma bola de gelado de snickers em Santa Cruz, saltar nos insufláveis... Olhem, meninas, foi bom mas bom!
















Se não tiverem ainda planos para o próximo fim-de-semana prolongado e puderem dar uma escapadinha, aconselho, até porque os preços vão ser muito convidativos (198€ duas noites, com oferta da estadia a uma criança, com os pequenos-almoços e os jantares incluídos, e uma série de actividades radicais para toda a família). Vejam aqui.