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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

A outra está a passar das marcas...

Se há coisa que me faz confusão são aquelas pessoas que parecem ter um coração enorme, serem muito bondosas mas que, depois, sabem perfeitamente o que estão a fazer - no sentido de serem cabritas. Mais prefiro aquelas que andam sempre com cara de glúteo de um lado para o outro e de quem já se espera fezes de quando em quê. A outra já me anda a desapontar grandemente em coisas que acho que fariam mais parte da sua competência (como aqui) e agora, de repente, decidiu aprontar uma de bullying online.

Aqui está a minha filha toda apresentável (falta a gola à Camões de que ela falou ontem aqui, já sei) para o mundo beto, até com um ar ligeiramente triste de saber que afinal não vai poder continuar a ter 45 cavalos na sua quinta e a organizar festivais equestres. 


Depois, aqui está a minha filha com uma tortilha (bio, vá) na mão porque não houve grande tempo para o pequeno-almoço (até porque eu queria tirar fotografias para o blog ahahah) e decidi juntar-lhe um casaquinho plastificado vermelho. Compreendo que não pareça do lookbook capsule da Zara, compreendo que não pareça que vai ser baptizada hoje (nem vai ser em breve), mas vai com um apontamento de cor inesperado já que lhe quero estimular o gosto por cores fortes e não só "pastel" como se fosse para forrar uma cadeirinha antiga da casa da avó. 


Claro que todo este atrevimento estilístico, juntando ao facto de afinal se notar que comprei a camisola demasiado grande começou a fazer com que a Joana chorasse incomodada (não só porque chora com tudo), mas porque é muito estilo para alguém que use tantos apelidos. Começaram a arder com se fosse cebola e saiu-lhe aquele comentário ali em baixo: "Tadinha". 



Joana, ainda no outro dia foste contribuir para a caridade e hoje fazes uma destas? Ou se é bom de coração o tempo todo ou, então, é tudo só para manter aquele nível de gente de bem que faz coisas boas. Cá para mim queres uma igual e já não há ;) Ficaria muito bem com aqueles sapatos que vocês usam: as beijocas ou as feijocas ou lá o que é. 

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Coisinhas que podem ter achado giras ou que vos tenha feito arder os olhos:
Casaco - Vertbaudet
Camisola - Zara

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As minhas duas miúdas

Estão numa fase mesmo, mesmo gira. Já interagem imenso, já se adoram e já se chateiam. A Luísa é uma paz de alma, raramente chora, mas agora já começa a mostrar de que fibra é feita quando a Isabel a arrelia demasiado ou quando lhe tira algum brinquedo/comando/chaves/porcaria com (o)a qual está a brincar. Com o tempo vai ganhando estaleca que isto não se pode ser boazinha a vida toda (ahah). 

Se temos momentos de "loucos"? Muitos. 

Se a Isabel continua a demonstrar alguns ciúmes e faz chamadas de atenção? Sim, claro {e ainda bem que os exterioriza}. 

Se é difícil chegar a todas (e são "só" duas) sempre? É e nem sempre se consegue {vão aprendendo a resiliência e a saber esperar - também lhes faz falta}. 

Se trocava isto por outra coisa? Não {só muito às vezes, quando estou "debaixo de fogo" e me apetece calçar uns ténis e correr 50 kms sem destino. Eu que nem estou habituada a correr}. 

O balanço é positivo, muito positivo. Há momentos de "ai Jesus", mas há momentos arrebatadores, de sorriso de orelha a orelha, de festinhas e abraços e beijos e danças malucas na casa de banho os quatro e de gargalhadas. É a Vida a acontecer com todo o seu fulgor.


Ser mãe de dois {de duas} é a coisa mais gratificante do Mundo. 








 
 
Coisinhas que podem ter achado giras:
Vestidos - Lanidor {saldos!}
Galochas - Igor


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

O telemóvel está a ajudar muito a Irene.

Como vos contei aqui e aqui, mudámos a Irene de escola. A adaptação dela a esta nova escola, para já (tento não ter as expectativas muito altas, mas acabo sempre por ter um pouco de esperança, claro), está a ser fenomenal. 

Quando vê a educadora, sem que ela a chame, vai ter com ela aos abraços e aos beijinhos. Quando se fala da escola, mostra muito interesse em ir. Não quer ir embora quando a vou buscar. Entra na sala sem hesitações, vai a correr sempre.

Logo se vê como é a médio e longo prazo porque, "mal comparado", no início dos namoros também achamos que podemos vir a ficar com eles para sempre, não é? Parece que vos oiço a dizer: "não, Joana, nem por isso".  

Houve uma táctica que esta maravilhosa educadora por quem me apaixonei (espero que não fique esquisito entre nós, caso leia o blog) pôs em prática e que me fez muito sentido: dizer que tem o número de telefone da mãe e do pai e que, portanto, se ela quiser falar ou precisar de alguma coisa que pode sempre. 

Acabou por haver uma situação muito engraçada que correu ainda melhor por causa disso. A Irene, ao lanche, viu que um colega tinha umas bolachas de chocolate e pediu à educadora. A educadora disse para falar com a mãe que talvez ela comprasse. 

Confirmei, quando a fui buscar nesse dia, que "um dia" compraria as bolachas. No dia seguinte, enviei mensagem à educadora (cheia de medo que ela me ache muito chata) a perguntar ao certo que bolachas eram e, quando cheguei à escola, a Irene já sabia que eu ia aparecer com elas. Isto é, percebeu que a mãe e que a educadora têm uma relação entre elas e que, portanto, ela é da nossa confiança. Digo eu, "com os nervos" - expressão que aprendi recentemente e que gosto muito. 

Os olhos da Irene a brilharem quando teve a minha confirmação foram impagáveis. Claro que também poderá ter que ver com o facto de saber que ia comer um bocadinho de chocolate, mas cada um vê o que quer ver (ou o que tem medo de ver também - não se aplicando neste caso, claro).

Gosto desta ponte. Muito. E acho que é uma óptima técnica. Na volta é usada em muitas mais escolas, mas só tenho ainda duas experiências. 

Quando a fui buscar, acabamos por ficar no jardim a comer duas ou três bolachinhas e aproveitar o "bom tempo" e a natureza. Senti-me completa e feliz. Ela fez os miminhos que costuma fazer quando está o mais feliz possível (e calma): percorre-me a cara com os dedinhos como se fossem duas perninhas desde o queixo até à testa. 

Estou tão orgulhosa da minha filha. 

 


 

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Outros textos que tenham que ver com a Irene e a escola anterior

- Primeiro dia de aulas aqui.
- Já conheci a educadora da Irene (escola anterior) aqui.
Ela chora imenso quando a vou buscar. aqui

Coisinhas que podem ter achado giras:
 
Casaco - Vertbaudet
Camisola - Zara

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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Não sou a mãe mais feminina de sempre...

Já fiz aqui várias confissões de que não sou a mãe mais feminina de sempre. Tinha medo de que, por isso, não deixasse a Irene ser a pirosa que queira ser, mas vai acontecendo naturalmente. Se ela mostra interesse por alguma coisa, passa a ser giro e divertido. Mesmo que isso tenha brilhantes, demasiado cor-de-rosa, muitas flores, asas de borboleta e que implique parecer que gosto de ir à Claire's. 

Pensei que a miúda fosse usar calças de fato-de-treino para sempre, que só a calçasse com ténis, que não tivesse paciência para lhe fazer tranças e totós. Porém, houve algo que se apoderou de mim: ela. 

Ela gosta, ela pede, eu faço. E aqui entre nós? Fica linda. Fica linda a ser pirosa. 

A avó Sílvia ofereceu-lhe uma caixa de maquilhagem, tremi a pensar na quantidade de toalhitas e banhos que teria de dar, mas nem correu mal. Foi giro. Lindo, piroso e ... adorámos.



























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Vamos mudar a Irene de escola.

Tem sido difícil, confesso. Já sei que há sempre males piores, mas tem-me custado ter tão pouco tempo com a Irene ao final do dia. A escola não fica propriamente perto, afinal a construção da nossa casa não vai acontecer para breve e vamos ter que refazer planos. Temos de diminuir distâncias e aumentar tempo de família. Está a ser tratado e vamos mudar a Irene de escola para ficar mais perto da nossa casa actual e do meu trabalho - algum conselho para esta mudança tão gigante? 

Ana, não fiques assim, vou a tua casa buscar bolinhos!

Ontem consegui sacar-lhe umas fotografias lindas, lindas. Primeiro porque ela é magnífica, depois porque tinha um vestido novo dado pela avó, também porque recebi uma máquina fotográfica e uma objectiva nova. Abençoada objectiva. Vivi repleta de inveja da outra Joana a achar que ela era uma fotógrafa maravilhosa e afinal não. Afinal é só "médio" e está tudo na objectiva. Não moro numa quinta em Santarém, mas mesmo no meu T2 consigo arrasar agora. 

Acabaram-se as sessões fotográficas LoveLab e Yellow Savages ! Não preciso de vocês! Tenho só de fazer um curso básico de photoshop para apagar tomadas e borbotos e um buçozinho ou outro e as manchas das botas que não sei como tirar aquilo e que me estão a enervar. 

Ela anda a perguntar todos os dias pela escola nova (falamos sobre isso à frente dela), estou nervosa, mas será certamente melhor para todos. "Para mudar, que se mude sempre", certo? 










Coisinhas que podem ter achado giras: 

Vestido da Irene - Zara
Sapatos - Pisamonas
Coelhinho - Esgotado
Laço - Joanaaaaa!!!
Dentinhos da mãe - aparelhinho durante uns anos que até andou de lado
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Os putos estão a dormir? Ainda não fizeram tudo na sanita? Então leiam mais isto: 


- Quais eram os nossos planos em Outubro do ano passado e que estão longe de acontecer de momento aqui.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

O nosso Natal é com pais separados juntos

Tenho um enorme orgulho nos meus pais. Nos meus tios. Na minha família. O nosso Natal é com pais separados. Os meus pais juntam-se sempre por estas alturas (tios idem), mesmo que separados, por saberem o quão importante isso é para nós. Para os filhos, para os netos. Para todos. Descomplicar. Amar. Simples assim...
{obrigada}



Foi o avô quem lhe cortou a franja e eu tive arritmias ;)



Nenhuma criança ficou magoada no decorrer desta sessão :)













A avó Rosel a dar-lhe arroz doce como se fosse sopa (fechei os olhos para não ter um colapso)

A rir a sério porque a minha mãe estava a fazer-se de emplastro







Coisinhas que podem ter achado giras:
Túnica e fofo miúdas giras - Laçarote - Sweet Collection
Merceditas Victoria -  Pegada Doce

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