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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

O melhor de ser mãe.

Esta é a lista que faço agora quando ela tem praticamente três anos. Claro que vai mudando com o tempo mas, para já, sinto-me grata por tudo isto. 


- Dar-lhe banho.

Quando era  bebé gostava ainda mais. Como dava sempre ao final do dia, era a única altura em que ela ficava mesmo calma e eu também e dava para descansar um bocadinho a cabeça. Agora adoro porque é algo onde ela fica entretida durante algum tempo e depois, com o cabelo molhadinho, fica a parecer a Necas de quando era muito pequenina. Porém, não dou banho todos os dias. Não sinto que seja necessário e assim temos mais tempo para brincar.


- Ouvi-la falar

A voz dela, a construção frásica cada vez mais elaborada e os enganos cómicos derretem-me por completo. Gosto também quando partilha coisas comigo sem que eu pergunte. Ontem foi: "A Sara (educadora) deu-me umas bolas amarelas verdes moles, a mãe depois compra?". 

- Ver a imaginação a desenrolar-se

Começar a vê-la a aprender a brincar sozinha e a entreter-se. Ver que já sabe inventar e que até tem dois amigos imaginários que são (!!!!!!!!!!!!!!!) um escorpião e uma aranha e que vão com ela para todo o lado.



- Saber que o meu afecto é importante

Quando ela precisa de mim (e mesmo quando parece não precisar), saber que ela se acalma e gosta do meu carinho. Sentir o corpo dela junto ao meu, entregue. 

- Ver que a informação entra

Gosto quando ela nos corrige ou nos faz reparos que já lhe fizemos. A cabecinha dela funciona e está mesmo atenta. "Mãe, não se põe a faca na boca!". "Pai, isso tem muito açúcar, tens de comer pouquinho!".

- Vê-la a gostar de outras pessoas

Além de adorar a educadora Sara e dela ser a mãe da escola, tem uma paixoneta deste o Verão passado por um rapaz chamado Rúben (nunca mais o viu, mas ainda fala dele), tem um crush por uma amiga da família da Joana Paixão Brás, a Dulce, adora os seus avós e está cada vez mais carinhosa com eles.

O ano passado, quando conheceu o Rúben.

- Quando ela se impõe

Gosto quando ela me inibe de fazer alguma coisa por ela! Naturalmente vou perguntando se ela precisa de ajuda para alguma coisa mas, orgulhosamente, põe-me no lugar e diz que quer tentar. Quando consegue (geralmente só se atreve para coisas que consiga) olha para mim com uma vaidade de si mesma... é das coisas mais bonita.

- Quando olha para o pai para ter a aprovação dele

No outro dia estavamos a brincar aos Legos e ensinou-me a por a pá do boneco na mão como o pai lhe tinha dito e depois olhou para o pai para ver se ele tinha ficado contente por ela se lembrar. Tanto amor e carinho naquele olhar, tanto.

- O sentido de humor

Mesmo quando chora, conseguir achar piada a qualquer coisa, nem que seja por lhe ter saído uma bolha enorme de ranho pelo nariz. Fazer já as suas piadas e adorar fazer com que os outros se riam.


Vê-la a ser sem que saiba que eu estou lá

Quando chego à escola sem que ela repare e consigo vê-la a ser pessoa. Ver que existe, que se move, que interage, que brinca... 

Adormecê-la

Uma grande guerra desde sempre, mas acabou. Adoro adormecê-la e adoro ouvi-la respirar. Adoro abraçá-la para que ela se relaxe e  não sei para quem mais é aquele abraço. Se para ela... ou para mim.




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quarta-feira, 30 de março de 2016

Apresento-vos a Luísa!

Esta semana fui fazer uma ecografia emocional na Ecox, para conhecer a Luísa. Já tinha feito na altura da Isabel e desta vez fi-lo também. Estava cheia de curiosidade em perceber como seria a carinha dela, mas tinha principalmente curiosidade em vê-la, em tempo real. Sinto-a muito (mexe-se ainda mais do que a Isabel) mas queria vê-la a meter a mão na cara, na boca, espreguiçar-se, o que fosse! Foi isso tudo e muito mais: uma contorcionista, com pés e mãos na cara,  língua de fora, mãozinha debaixo da cara e um sem-número de expressões. É linda (só uma mãe para dizer isto de uma ecografia haha) e parece-me mesmo uma cópia da irmã: nariz abatatado, boquinha, queixo pequeno.






Isto é mágico. Adorei! <3

Só não vos mostro mais porque não quero ser daqueles casais que filmam o parto e depois espetam 3 horas de vídeo a todos as visitas que lá vão a casa.




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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Não acredito!!! Que bom! Obrigada, obrigada!

Assim que voltei do hospital, no dia 9 de Julho, escrevi isto (acho que vale a pena ler).

No outro dia, a dar uma volta pelo blogue, encontrei isto:




Agora fui eu quem recebeu o miminho. Que nos sirva de inspiração sempre que virmos uma mãe a precisar de ajuda, de uma palavra, dum abraço. As mães também precisam das mães. :)

Sara, procurei-te no Facebook e não te encontrei! Ficamos platónicas?