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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

8 coisas a fazer antes de ter um bebé.

#1 Mudar imensas vezes a areia dos gatos.

Depois, se não formos imunes à toxoplasmose, não convém que mudemos nós a areia e podemos ficar com saudades. 




#2 Olhar imenso para o pipi 

Quiçá até conversar um pouco com ele. Ele vai sentir a nossa falta durante 9 meses. 




#3 Fazer amor em várias posições que não a de frango.

Só para nos despedirmos daquelas posições em que não estamos tão expostas ou até daquelas em que parecemos uma pessoa que pratica yoga e que gosta muito de sexo. 

#4 Ir ao dentista.

Literalmente. Tratar dele se for engraçado. Depois de ter um filho, isto das traições cai pior. Brincadeira. Tratar da dentuça toda que depois a ben-u-ron e a brufen não há grande coisa que nos acuda. Contar com os 9 meses de gravidez mais não sei quantos de maminhas e tetinhas e não sei quê. 

#5 Usar todas as lingeries mais atrevidas que tenham.

Depois, quando estiverem grávidas e mesmo uns tempos depois da criança nascer, as mamas não vão caber nos soutiens do costume (vão parecer um mocaccino entornado) e o pipi também não caberá tão bem nas cuecas. Fica a parecer quando tentamos embrulhar algo em papel de alumínio e não tirámos papel suficiente.



#6 Fazer análises.

À vida, ao tempo, à conjuntura, ao buço da melhor amiga... e ao sangue! Convém mesmo saber se o nosso corpo está em condições ou se parece aqueles panos húmidos nojentos que às vezes deixamos no lava-loiças e que estamos em negação sobre a quantidade de bactérias que terão.

#7 Deixar de tomar contracepção

Parecendo que não, é importante. Há quem dia que, quando tomamos contracepção, não há grandes probabilidades de ter um bebé. Pelo sim, pelo não, acho melhor tirar ou deixar de tomar. 

#8 Arranjar esperma.

Maria engravidou sem badalhoquices, mas a maior parte das pessoas é capaz de precisar de um pouco de sémen para gerar vida. Somos muita boas e multi-task mas ainda não conseguimos fazer isto dos bebés sem essa parte da equação. Podemos tentar, quer dizer. Nada nos impede. Se calhar se fecharmos os olhos e pensarmos só em coisas boas... 

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domingo, 22 de janeiro de 2017

A ti, grávida cheidanerves.

Nem todas levamos a vida numa de "ai, o que tiver de acontecer, acontece". "Vai correr tudo bem". Há umas quantas de nós que se enervam, que têm medo de não estar a fazer bem as coisas, que têm medo que o corpo não funcione em condições ou que toda a humanidade tenha um segredo fatal sobre isto da maternidade e que nós sejamos as únicas a não saber. 



Sim. Eu era uma dessas pessoas. Achava que, além de não estar equipada para ser mãe fisicamente (não sei porquê, achava que o meu corpo talvez nunca viesse a funcionar, desde pequenina) também não seria capaz de ser a mãe que eu precisaria de ser para ser feliz (sim, tenho noção do quão egoísta parece ser esta afirmação).  

A verdade? É como tirar a carta de condução. Antes de tirarmos parece (para estas algumas, claro), muito assustador e "demasiada coisa ao mesmo tempo", depois começamos a reparar nas pessoas que nos rodeiam e que têm carta e que nem todas parecem ser guardadoras de um potencial gigante para a condução e começamos a apercebermo-nos de que talvez seja possível conseguirmos. 

O problema? Não há aulas para isto de ser mãe. Não andam connosco durante umas 100 e tal aulas a explicar regras (das quais nunca nos iremos lembrar - o mais próximo disto são as aulas de preparação para o parto) e depois conduzem connosco num automóvel até nos sentirmos seguras o suficiente para fazermos um exame e, se passarmos, podemos ser mães. 

Neste caso, em princípio, decidimos e depois temos logo as chaves na mão para levar o bicho a passear, sendo que convém que ele sobreviva (e nós também). A parte boa é que temos 9 meses para nos habituarmos à ideia, mas temos também 9 meses para nos minarmos por dentro e para que as pessoas "da nossa vida" não nos acalmem, antes pelo contrário. 

Gostava que me tivessem dito estas coisas (podem rir-se à vontade, mas teriam ajudado): 

- Não és menos de que qualquer outra mulher que seja mãe. 

- Lá por não seres perfeita, não quer dizer que não mereças ser mãe. 

- O amor pelo teu filho encaminhar-te-á sempre para as decisões mais certas.

- Tu vais sentir o amor de que toda a gente fala. O teu coração não está morto. 

- O teu medo, em ti, é sinal de que queres muito que tudo corra pelo melhor. 

- Não depende tudo de ti, mas no que depender darás o teu melhor (porque amarás) e é isso que importa.


Depois de tudo isso que senti e que, de vez em quando ainda sinto - mas que quanto mais vou amando a Irene mais me vou amando a mim - cá estamos. A Irene tem praticamente três anos e é feliz e eu também.

Tudo começou naquele dia em que, numa de loucura, achei que era capaz.



Outras leituras: 

"Estás grávida se..."

"Não sou mãe galinha, sou mãe informada". 

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terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Guarda o meu amor por ti

Quero que nunca te esqueças que foste a minha única escolha. A pessoa que escolhi para passar o resto da vida ao meu lado. Aconteça o que acontecer, venha quem vier, tu serás sempre a minha escolha. Quem se vai juntar a nós pode ser qualquer pessoa. Vamos ajudá-la a atingir o seu máximo potencial, vamos amá-la incondicionalmente, mas o meu amor maior serás sempre tu. Tenho medo do amor que estou prestes a conhecer. Esse amor que dizem ser mais que a vida, um amor animal, que vem das entranhas. Espero, sinceramente, que ele não me cegue em relação a ti. Tu que me deste a mão quando mais precisei, que me ouviste quando só conseguia soluçar, que me viste acabada de acordar sem qualquer beleza artificial, tu que já me viste do avesso. O meu coração nunca se vai esquecer de ti, mesmo que outra pessoa comece a ocupar o mesmo espaço que ocupas dentro dele. És, no meu mundo inteiro, a única pessoa que me vê realmente como sou, que acredita no que poderia ter sido e nunca tive coragem de ser, que vê sempre o melhor de mim em tudo, que me encoraja a ser o que conseguiria ser. Desculpa não acreditar tanto como tu. Desculpa fazer de conta que não te ouço porque tenho medo de perder o que já tenho. Mas ouço, meu amor. Ouço-te sempre e o meu coração concorda sempre contigo. Quando, um dia, me esquecer de dizer que gosto de ti, que te amo acima de tudo, que és o meu amor maior, por favor guarda estas palavras dentro de ti. Protege-as do mundo lá fora.


Fotografia Ties

Joana Diogo
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domingo, 1 de janeiro de 2017

O Japão fica para depois

Durante meses fizemos planos, acertámos datas, riscámos o calendário vezes sem conta, esperámos e desesperámos. Quando percebemos que já não era uma missão feliz pelo desgaste que estava a causar, sentámo-nos os dois frente a frente num jantar no centro de Lisboa e decidimos deixar a natureza seguir o seu rumo. Confiar no destino. Sorrimos muito depois de tomada a decisão, deixámos de carregar o peso da pressão nas nossas costas. Ajustámos os planos para o que nos faz mais felizes, acertámos datas, informámo-nos de preços, decidimos levantar voo. Algumas semanas depois combinámos marcar a tão esperada ida a dois nesse mesmo dia. Mas nunca chegámos a comprar os bilhetes.

No meio de análises de rotina, sem qualquer preparação, numa sala cheia de gente, abri o envelope e fiquei meio desorientada. Confirmei com o enfermeiro que estava de passagem e a resposta que tive “Não está grávida, está gravidíssima” levou-me a pegar no telefone e a dizer-te sem rodeios “Já não vais ao Japão”.


A vida acontece enquanto não damos por ela. E agora já temos o nosso guia turístico cheio de informação, conselhos de amigos que já partiram por este caminho, planos traçados, à semelhança de qualquer viagem que já fizemos. Prestes a levantar voo, vamos aprendendo a cultura, a língua de quem vai chegar a nós dentro de meses, o roteiro do nosso destino quase definido. Só não sabemos bem para onde vamos, quais serão as escalas que vamos fazer, o quanto levamos e vamos trazer na nossa bagagem, as memórias que vamos guardar desta que será, sem dúvida, a viagem mais aventureira da nossa vida. Desta vez já fazemos check in para três, reservamos noites em branco, sabemos o jet lag que nos espera. Desta vez levamos menos coisas na mochila e mais espaço disponível para voltarmos com o coração mais cheio. Cheio deste amor que dizem ser o maior de todos.

A viagem da nossa vida vai começar, estamos na pista de lançamento e vamos cada vez mais depressa, não sabemos muito bem onde vamos aterrar, mas temos a certeza absoluta de que desta vez não voltamos iguais. Voltamos mais cheios de amor.

Joana Diogo

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terça-feira, 12 de julho de 2016

Tenho barriga e não tenho pressa.

Elogiaram-me o facto de ter publicado uma fotografia em que estava em biquíni, mostrando a minha barriga. Não fiquei surpreendida com o comentário porque, também eu, pensei nisso antes de a publicar: "estou cheia de barriga, mas que se lixe, o que é que isso interessa?" 

Não quero fazer um elogio ao desmazelo, à preguiça, nem muito menos criticar quem regressa aos treinos rapidamente, no pós-parto. Até porque este "rapidamente" é subjetivo. Quero, sim, fazer um elogio a sermos fiéis a nós próprias. Quero que façamos aquilo que nos apetecer, sem ligarmos ao que os outros dizem, sem sermos reféns dos outros. Se nos apetece ir ao ginásio, se isso nos faz sentir bem, força. Se preferimos esperar, sem nos importarmos com uma barriga que é uma vela a derreter (metáfora da Joana Gama), força. 

Tenho barriga e não tenho pressa.

Quando tive a Isabel, preocupei-me. Gostei de ter perdido o peso todo ganho durante a gravidez num instante, a barriga foi ao lugar e, depois de ter engordado um bocado nos três meses de licença em casa, meti-me a fazer dieta, seguida por uma profissional e voltei ao exercício. Quer dizer, mais ou menos. Sempre fui mais para o preguiçoso e nunca fui muito metódica, mesmo tendo noção da importância de fazer exercício. 

Desta vez, tenho barriga e não tenho pressa, não sei se por tudo o que passei depois do parto, se por ter duas filhas. Pesei-me, ao sexto dia, a pedido da enfermeira e não por iniciativa minha. Não estava interessada. Com "ajuda" do stress e da operação inesperada, do soro, da comida do hospital ou do meu metabolismo, já tinha perdido o peso que ganhei na gravidez. 
A barriga está lá, mole e fofa. E eu estou em paz com ela e ainda sem vontade de travar uma batalha contra ela. Sem necessidade alguma de ouvir um "estás óptima, nem parece que foste mãe". Fui mãe, sou mãe e não me importo que pareça que sou mãe. Por que queremos que a gravidez não deixe marca alguma no segundo em que pomos o pé fora do hospital? Por que razão queremos esquecer nove meses de gestação, que nos trazem o melhor do mundo, o mais depressa possível? Teremos medo de deixar de nos sentirmos atractivas, amadas, desejadas? Por que cedemos tanto à pressão dos outros? Por que exigimos tanto de nós?



Vamos ter calma. Não morre nenhum pinguim na Antártida por estarmos a usar bíquini com barriga de quatro meses de gravidez, mas com o filho já cá fora. Não é por vestirmos uma burka que ela desaparece. Não há que ter vergonha, nem mesmo se nunca tivéssemos estado grávidas. Mas também não vale a pena enganarmo-nos e dizermos que temos orgulho na nossa barriga. Acho que isso é estar a usar psicologia invertida para nos distrairmos de algo de que não gostamos, é mandar areia para os próprios olhos. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

Temos é de tentar ser felizes com o que somos (ou será "estamos?"). Se a circunstância de termos barriga ou de termos mais peso nos faz sentir infelizes (ou menos saudáveis ou ambas), há muito a fazer, mas com calma. Temos tempo.

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domingo, 3 de julho de 2016

Só mais estas... prometo!

Disse-vos logo que tinha mais fotografias queridas para vos mostrar da sessão de grávida com a Joana do Love Lab, algumas até disseram que queriam ver mais e as restantes calaram-se. Como quem cala consente - e também porque quem manda aqui até sou eu - agora levam com mais. Haha





















quinta-feira, 16 de junho de 2016

A minha (nossa) sessão de grávida

Estava frio naquela manhã. Nem eu nem a Isabelinha vestimos o que tinha preparado para a sessão fotográfica. Já tinha feito uma durante a gravidez da Isabel e agora quis repetir a dose: já sabem, sou toda muito romântica e adoro guardar estes segundos, não vá a memória trocar-nos as voltas. 

Aproveitámos o cenário maravilhoso da Quinta do Hespanhol, no dia a seguir ao casamento que lá tivemos, e foram estes os momentos captados pela lente da nossa Joana Sepulveda, do Love Lab. Acho que já nos conhece tão bem que é praticamente só deixar fluir a nossa dinâmica em família. O resultado é sempre brilhante. Adoro, adoro!


























Fotografias: Love Lab

Gostam?
(Ainda tenho mais mil novecentas e trinta e cinco para vos mostrar. Não m'aguento. Hehe)