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sexta-feira, 15 de julho de 2016

Vamos falar de pipis?

Está lá? Não estou a ouvir. Tenho de ser eu a começar, é isso?

Como têm tratado o vosso pipi? Não quero saber que uso lhe andam a dar nem preciso que contem as teias de aranha que para aí vão, não, por favor. Íntimas, mas não tanto...
Quero saber se eram como eu, que me estava a marimbar para o gel de duche que usava no banho e tratava o meu pipi como quem mistura roupa branca e escura na mesma máquina da roupa. Uma vergonha, tive de ser convidada para Embaixadora da Corine de Farme para dedicar algum tempo a pensar nestas coisas e a tratar melhor do meu pipi. Quantas vezes já escrevi pipi? Demasiadas.

Mas agora a sério, este é um assunto importante e nem deveria ser tabu. Somos mulheres, temos o dom de cuidar de seres pequeninos, e ao longo da nossa vida são vários os momentos em que devíamos tratar (ainda) melhor de nós: menstruação, gravidez, pós-parto, menopausa, depois do desporto e do sexo, etc, etc. Aliás, estes cuidados deviam começar logo a entrar na rotina das nossas filhas (conhecem o gel íntimo para criança?).

Usar um gel, testado tanto a nível ginecológico como dermatológico, que proteja a nossa zona íntima, sem sabão, corantes, parabenos e outras substâncias nocivas faz todo o sentido. Só para terem uma ideia, os produtos de higiene íntima Corine de Farme são elaborados com um pH de 5 (enquanto que um sabão ou gel de duche normal tem um pH de 10 e mesmo os neutros têm de 8...), estando mais aproximados do pH desta zona (a zona íntima é mesmo muito sensível e possui um pH ácido essencial para manter a flora íntima longe de infecções).

E este gel tem ainda um bónus: um cheirinho a jasmim muito suave. Se a Mariazinha do Quim Barreiros usasse este gel, a carreira do Quim teria sido uma miragem. E os nossos ouvidos agradeciam.

Deixo-vos umas fotos bonitas a la blogger, a fingir que tomo imensos banhos de espuma com velas acesas. Todas sabemos que é uma realidade quando se tem um filho bebé.

 



quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Hacks de uma mãe despachada (#01)

Eu não sou a mãe mais despachada à face da terra, longe disso. Porém, com o tempo lá vamos arranjando uma maneira mais fácil (para nós) de fazer as coisas.

A Irene tem pele atópica e reage mal a toalhitas e a produtos para limpar o rabinho. Borrifei-me (literalmente) para tudo e agora uso só água. Até passei por uma fase em que pus um bocadinho de bicarbonato de sódio nessa água (só para contrabalançar o PH porque ela estava muito assada), mas água parece ser mesmo a melhor solução. 

Usamos, então, um borrifador que comprei na Tiger (1 euro) e as compressas de tecido não tecido mas de tecido que afinal não são de tecido porque não sei quê. É tipo este que está aqui em baixo mas um pouco mais giro, claro. 




Partilhem aqui como comentário os vossos hacks que nos próximos posts até posso divulgar as vossas ideias e os vossos hacks para passarmos todas a ter o trabalho mais facilitado ;)

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Lavar o cabelo?

Isto de sermos mães faz-nos repensar algumas coisas que nos foram "impostas" pelas nossas mães, pela cultura, pelos hábitos.

Eu tinha o hábito de lavar o cabelo todos os dias que, confesso, perdi com a licença de maternidade mais o ano que fiquei em casa. Acho que me fez bem ao cabelo lavá-lo menos frequentemente até. Agora já aguenta mais do que um dia sem parecer que me enfiei de fininho dentro de uma terrina de becel.

Com a Irene, no início, também lhe lavava o cabelo todos os dias. Ela sempre teve muito cabelo, como podem ver aqui em baixo:

Era o dia de aniversário dela, daí estar tão à Joana Paixão Brás, ok?

E, como suava muito e ficava a cheirar a bebé cozinho (cheiros que só nós, mães, adoramos), lavava-lhe o cabelinho, até para ela relaxar.

Agora já nem por isso: 

Está frio.

O cabelo demora mais a secar (tem muuuito cabelo) e o secador ainda não é amiguinho.

Ela arma birra com o chuveiro e com o champô.

E, sinceramente? Não precisa! Aguenta muito bem 3 ou 4 dias e, às vezes, até mais!

Não cheira mal? Tem bom aspecto? Deixo estar o cabelinho, mesmo tomando banho todos os dias.


O que fazem vocês com os vossos bebés cabeludos?

sábado, 7 de novembro de 2015

Como se limpa esta trampa?

Confesso que sempre me meteu alguma espécie estes bonecos com um buraquinho para o banho dos miúdos. Não obstante, a Irene tem vários. 



De quando em vez, sempre que me lembrava, espremia-os bem para sair a água toda mas, no outro dia, quando espremi começaram a sair coisas que não estava à espera... sujidade com textura, digamos assim.

Na prática não são estes bonecos um acumular de nojices? Como podemos tratar deles? Ou é por isso que são baratos? Para irmos trocando todos os meses? Blergh!

Eu, quando era pequenina, tinha uns bonecos que tinham vindo num bolo de aniversário (entre outros). Lembro-me da Branca de Neve. E ela não tinha buraco nenhum (que se visse... heheh). 

quarta-feira, 1 de abril de 2015

A mãe dá (#15) - Vencedor

Temos as melhores leitoras do mundo! O Fernando Mendes que se cuide, que as belas das alheiras de Mirandela e os ovos moles de Aveiro qualquer dia vêm todos parar é cá a casa!

A Estefânia, que nos segue de terras de sua Majestade, enviou-nos uns produtos maravilhosos da Sweet Blossom Natura e agora uma leitora vai poder fingir por uns minutos que está num Spa.




Queremos que andem cheirosinhas e que finjam por uns minutos que isto da maternidade é uma calmaria. Quanto não faz um bom banho por nós, não é mães?


 A vencedora é...
Dina Escaleira Fernandes!

Parabéns! A Sweet Blossom Natura vai entrar em contacto consigo para fazer um kit personalizado com os seus cheirinhos preferidos e de acordo com o seu tipo de pele.

sábado, 28 de março de 2015

A mãe dá (#15) - Spa em casa

Temos as melhores leitoras do mundo! O Fernando Mendes que se cuide, que as belas das alheiras de Mirandela e os ovos moles de Aveiro qualquer dia vêm todos parar é cá a casa!

A Estefania, que nos segue de terras de sua Majestade, enviou-nos uns produtos maravilhosos da Sweet Blossom Natura e só por isso a minha casa, com fraldas de dois dias e tangerinas podres no saco do lixo por despejar, cheira maravilhosamente bem. Romântica como sou, fiquei encantada com este ar homemade dos produtos que ela própria faz.

Mal posso esperar por ter um banho silencioso de banheira cheia e ir ao Spa sem ter de sair de casa.






O que chegou a minha casa: leite de banho vegan, de camomila, alfazema e aveia, sabão de rosa de inverno, sabão de azeite e uma caixinha com salva de rosas e lip balm de rosa e menta. E tudo "feito em casa com amor". Já me besuntei com o lip balm e o meu homem não me larga! Eheh

A parte mais espetacular de tudo isto é que assegurei que os produtos para a outra Joana podiam vir para a minha morada porque eu era uma pessoa de confiança e que depois lhe entregava, mas pensei melhor e ela agora que se amanhe... HAHAHA (riso de víbora)

Prometo que não vou açambarcar o vosso kit. Quero que andem cheirosinhas e que finjam por uns minutos que isto da maternidade é uma calmaria. Quanto não faz um bom banho por nós, não é mães?

Para concorrerem, só têm de:

a) fazer like na página d'A mãe é que sabe
b) fazer like na página da Sweet Blossom Natura
c) preencher o formulário em baixo

Condições:
O vencedor será anunciado no dia 1 de abril de 2015, sendo aceites inscrições até às 23h59 do dia anterior.
O vencedor será escolhido aleatoriamente através de random.org.
Só é válida uma participação por endereço de e-mail.





quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O período voltou! Feeeeeeesta!

Yeah! Confettis! Alegria! Mulheres a desfilar super confiantes como nos anúncios a tampões e a pensos higiénicos! Porque é tão bom ter o período, é tão divertido e feminino! Apetece logo dançar! Só que não.

Já não sabia o que era ter isto há bom... 9 mais 9 são 18... mais um mês... 19 meses. 19 meses santos sem a história (ou estória? nunca percebi), as regras, o red, a menstruação, o benfica a jogar em casa, como lhe queiram chamar.

Lembro-me bem da primeira vez. Andava no ciclo doidinha para ter o período, até cheguei a usar pensos da minha mãe só porque sim. Parva da miúda. Até que no dia em que apareceu eu tinha combinado ir às piscinas com as amigas e estava eufórica porque ia lá estar um rapaz de quem eu gostava. O destino é tramado. Ai queres o período, miúda de 13 anos com a mania? Então vá, chora lá um bocadinho. E chorei.

Anos mais tarde, chorei com dores.

Depois, chorei de alegria quando o deixei de ter porque engravidei.

E agora só não choro porque sou uma senhora crescida. Odeio, odeio, odeio.

Mas espera: vamos lá pôr uma música e festejar! Sentes-te limpa, sentes-te bem, o car42%0!!!




sábado, 3 de janeiro de 2015

Crosta láctea

Parece que todos os problemas da minha filha têm, de alguma maneira, a ver com leite.

É alérgica à porcaria da proteína do leite de vaca (que até já em botões existe, vejam lá! - soube pelo blog O Copinho de Leite) e teve imensa crosta láctea quando era bebé.

Sinceramente, estava um bocadinho a borrifar-me para isso. Se não lhe fazia mal, se não lhe dava comichão, o que interessava?

Uma das avós é que estava a dar em doida por ela ficar "tão feia" e lá cedi, pedi um creme à pediatra e resultou logo passada uma utilização.

Tive a sorte dela ter cabelo e de não se reparar a crosta por toda a cabeça mas, mesmo assim, usei um champô para recém nascido que também ajudava a diminuir a crosta láctea. Está impecável. As únicas crostas lácteas que agora tem é depois de adormecer na mama à noite e o leite ficar seco no focinho até de manhã! ;)


Tadinha, parece um cágado assustado. Aqui ainda tinha crosta láctea mas a objectiva da câmera do David da Joana Paixão Brás parece que disfarçou um bocado. 


Nome do creme e do champô?



Kelual emulsão da Ducray, 30 minutos antes do banho.*

Espuma/champô para recém nascido da Mustela.

* falem com o vosso pediatra que os vossos bebés podem ter características diferentes e precisarem de outro tipo de creme.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Vontade de fazer cocó

Eu juro que quando estudava para ser repórter, ia às aulas de Semiótica, empinava Saussure ou Hannah Arendt e via filmes para a cebecinha nos cinemas Medeia, estava longe de imaginar que um dia iria escrever sobre cocó.
Mas isto da maternidade dá-nos a volta, ficamos tontinhas de todo. Tontinhas e sem grande pudor de falar sobre as coisas: passamos a mexer no cocó dos outros, a limpar macaquinhos com as mãos e a aspirar o ranho usando um tubo e puxando com a boca (e às vezes puxamos demais e acho que não é preciso dizer mais nada...). Ficamos preparadas para a guerra!

Se estão a ficar enojados com a conversa, vão espreitar o Blog da Carlota, que é asseadinho e nunca lá irão encontrar nada deste fino recorte.

O que eu quero dizer é o seguinte: uma das nossas grandes dúvidas na altura do trabalho de parto é: "como é que eu sei que está na hora do bebé sair?" ou "quando é que eu sei que tenho de fazer força?" Ora bem, quando tiverem vontade de fazer cocó. A sério, é verdade! Nesse momento, salvo se vos pedirem, não podem fazer força nenhuma: há que tentar controlar esse impulso de fazer força e para isso nada como fazer umas respirações rápidas.

Ironia da vida: depois do parto, se pudessemos não faríamos cocó durante um mês, pelo menos. Acho que não preciso de vos fazer nenhum desenho, pois não?

Ironia da vida número dois: quando eles já não ficam bem sozinhos e querem estar connosco a toda a hora, dávamos um dedinho do pé para poder fazer cocó em paz.

Pronto, já exorcizei o meu lado brejeiro. Tenho de ir, está quase a começar o meu programa preferido na RTP2.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Mãe Mãos de Tesoura

Quem frequentou um curso de preparação para o parto deve ter sido confrontado com o dilema das unhas. Como cortar as unhas ao recém nascido? Com uma lima? Normal ou "para bebés"? E a tesoura? Tantas dúvidas... Mas afinal qual a melhor opção?

Cheguei à conclusão que:

#1: Se optarmos por usar limas, podem ser aquelas mais roscoves de papel que se vendem no supermercado;

#2: Mesmo com as limas mais xpto, as unhas dos recém nascidos são tão molinhas que é, na mesma, muito difícil pô-las mais curtas;

#3: A tesoura é uma boa opção, as unhas parecem papel, mas há que ter cuidado com bebés mais irrequietos;

#4: Mesmo com os bebés ditos irrequietos (eu comprei um desses modelos), com algum cuidado é quase impossível cortar-lhes os dedos.

Conclusão: a experiência dir-vos-á o que melhor resulta para cada um dos vossos bebés e seus respectivos pais, dependendo do nível de perícia manual dos mesmos. Ou seja, eram bons a EVT no 5º ano? Então estão safos com a tesoura. Se o cubo que montavam se parecia com um octo-nãoseiquê-edro, então se calhar é melhor optar pela lima.

Mas uma coisa é certa, não deixem de lhes cortar as unhas, se não querem ver a pele deles (e a vossa, já agora) que nem carpaccio de vitela.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Beijar o filho na boca? Blergh!

É assim que muitas pessoas reagem a um beijinho na boca entre pais e filhos. Sempre que uma figura pública partilha uma imagem a dar um beijo ao filho nos lábios, há sempre um comentário de desaprovação, de nojo ou de choque.

E como agora é moda fazer-se estudos e artigos sobre tudo e mais alguma coisa (qualquer dia sai um sobre o perigo do "narizinho à esquimó" ou de dar beijos nos refegos, por causa das micoses), eis que nos chega um artigo do Diário Digital - aqui - que enfatiza a "confusão do papel dos pais" por parte da criança e diz que o gesto "pode complicar a compreensão infantil" da diferença da relação entre o casal e a relação parental. Fala-se da erotização da criança e do perigo da associação entre esse acto e as imagens que vêem na televisão, que a criança imitará. E a partir dos 10 anos - ui! - a questão ainda se agrava mais.

Fiquei com pena de não ter tido acesso a um estudo por parte das psicólogas - já que se fazem por dá cá aquela palha - e do artigo não apresentar um único caso concreto que relacione um simples e inocente beijo a toda uma vida de trauma, de depravação ou de sexualização precoce. 

Estou a exagerar, claro, mas é esse exagero que sinto quando acham "nojento" (sim, é esta a expressão que ouço) uma mãe ou um pai dar um beijinho nos lábios a um filho. Pois eu acho que esse é um momento de amor e de cumplicidade. O clichet "o mal está na cabeça de quem vê" aplica-se na perfeição. Que não queiram dar, que não tenham esse hábito familiar, percebo perfeitamente, agora nojo? Achar-se que aqueles pais são promíscuos? Vamos lá a ter calminha!

Outro argumento que se lê por aí: "é pouco higiénico". Pouco higiénico é enfiar a cabeça num balde de merda cocó, senhores! Saberão que não há ali cuspo ao barulho? Que é um selinho, um xoxo, que podia ser ali ao lado, na bochecha, mas que calha a ser nos lábios? Não terão essas pessoas também receio de fazer o narizinho à esquimó e ficar a menos de 1 metro da criança, de respirar-lhe para cima? E não se preocupem que os filhos, na idade do armário, vão deixar de querer receber beijinhos dos pais na cara, quanto mais na boca.
Acho que quem acha repugnante um beijo nos lábios dos próprios filhos são as mesmas pessoas que acham assédio tomar banho com eles ou deixar que nos vejam semi-nuas. Cruzes, credo, canhoto. Nunca, jamais!

Não dou beijos na boca da Isabel. Ela ainda não sabe dar beijinhos, deixa a boca aberta. Mas um dia, deverá acontecer. E aí, vou estar provavelmente a a marimbar-me para os nojos alheios. Por enquanto, arrelia-me. Chateia-me tanto (falso) puritanismo. Acho que as pessoas se andam a repugnar e a chocar com as coisas erradas. Mas isso sou eu! Vá, vão lá lavar a boca. Com álcool etílico.

Quem está comigo?

do Instagram da Diana Chaves