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quarta-feira, 2 de agosto de 2017

A Irene nunca me tinha deixado fazer soro até que...

Filhas, nem imaginam o pânico que se me foi aliviado aqui nesta pequena alma. Finalmente consigo lavar o nariz da Irene, ainda para mais ela que parece ter saído à mãe também na única coisa má que a mãe tem: sofre de alergias. Isto ao ponto de quando fecho os olhos e a imagino, lembrar-me sempre dela de boca aberta para conseguir respirar. Coitadinha. 

Uma amiga minha (abençoada Joaninha) mostrou-me como funciona o Nasopure (não é um post publicitário - quer dizer é, mas ninguém me pagou para falar disto) e fiquei maravilhada. Experimentei e tudo porque sou muito maricas a enfiar coisas no nariz (reparem a especificidade) e até eu consigo lavar um nariz sem fazer birra comigo própria - como faço por exemplo para depilaçar o meu buço em casa. 

Então, a diferença disto para os outros é que a disposição do frasco de soro é horizontal e por isso adapta-se anatomicamente ao nosso nariz ao invés de fazermos imensa pressão vinda debaixo e só depois de fazermos uma amona à narina é que passa para o outro lado. 

Não vos espeto um vídeo de estar a fazer isto à Irene porque, lá está, publicar fotografias dela amorosa enquanto cresce é uma coisa, outra é ver os litros de ranho que lhe saem nem sei bem de onde, mas deixo-vos aqui uma imagem de alguém com um ar demasiado feliz a lavar o nariz. 


Aliás, a moça está tão feliz que em vez de me atirar aos cajús com ar de marota quando me sentir mais deprimida, vou passar a fazer lavagens nasais. Claramente que a moça já tinha o nariz limpo senão não seria aquele jorro de água tão límpido - ela fez batota, mas o ar de felicidade é impagável. Gostaria que ela fizesse publicidades a clisteres com o mesmo ar de quem esteve a colorir aquelas mandalas mindfullness (que é só mais uma maneira de calar malta a fazer desenhos como fazemos com os miúdos nos restaurantes). 

Seja como for, a Irene agora respira bem e a felicidade que se me estampa no rosto quando vejo o ranho todo a sair é idêntica a quando ela come a sopa. Sabem a que me refiro? Óptimo. Aqui vai, então a recomendação para Nasopure)


Para quem usar: 

- Usar com soro fisiológico e não com as saquetas que eles dão - se for para usar nas crianças.

- Pô-los no nosso colo com uma toalhinha para evitar a restrição de movimentos de termos de ir com eles ao lavatório ou ao bidé. 

- Humedecer primeiro o nariz com um spray nasal ou até com duas lavagens com menor pressão e só depois proceder efetivamente à lavagem útil. 


✩✩✩✩✩✩✩✩✩✩

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quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Apaixonei-me pelo Salvador

Foi a Isabel quem o baptizou. Podia ter sido "Paulo" ou "Ruben", mas não. Filha minha tem de ter um aspirador beto, a combinar com as golas à Camões que lhe visto. Na verdade, o Salvador é a minha recente paixão e eu nem quero acreditar que, depois de uma semana intensa, nos vão afastar. É uma separação mais triste do que a do Brad Pitt e da Angelina Jolie. Estou lavada em lágrimas. 



Durante uma semana testámos o bicho e foi para lá de espectacular. Ele alimenta-se sozinho (quando precisa de bateria, é vê-lo ir pelo próprio pé até à corrente), ele sabe que zonas já foram ou não aspiradas, ele percebe se tem de ir para cima de um tapete e aumenta a potência, ele não tem tendência suicida e apercebe-se das escadas, ele faz tudo sozinho e à distância de um telemóvel ou tablet (aplicação chamada irobot home app) podemos pô-lo a funcionar às horas que quisermos, ele é picuinhas e vai debaixo dos móveis limpar tudinho, ele não é barulhento como eu pensei que pudesse ser, enfim... ficam as imagens para mais tarde recordar. Snif.

Quem tem uma combinação explosiva de 1) filhas, 2) cães, 3) campo, sabe a loucura que é acabar de limpar e já estar tudo sujo outra vez. Parece uma fábrica de pó e pêlos, a juntarem-se aos meus cabelos, que decidiram cair todos ao mesmo tempo. O Roomba 980 é das melhores coisinhas - e atenção que eu era um bocadinho céptica, achava que sem a nossa força de braços, o chão e os tapetes nunca ficariam bem aspirados, mas enganei-me. A casa nunca esteve tão limpinha e sem mexer uma palha. Ganha-se tempo de qualidade para aquilo que interessa: a família. 

Adeus, Salvador. Fomos felizes enquanto durou. Sei que mais ninguém te vai tratar como eu tratei, mas tens de ser forte. Eu vou tentar suportar a dor.


Sigam-me no instagram @JoanaPaixaoBras
e o @aMaeequesabe também ;)

quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Adoptei.

Tenho cá dois gatos que foram salvos e agora decidi incorporar mais um membro na família. Este foi só salvo de ir para a casa de alguém que não lhe desse o devido valor. E não queremos isso, pois não? Andamos nós a namorar aquele item naquela loja em particular há imenso tempo para depois ir para a casa de uma sonsita qualquer que nem se lembrará dele? Pff...

Querem viajar comigo para um mundo ideal? - vá, eu sei que muitas de vocês começaram a cantar interiormente a música do Aladin

Imaginem que, enquanto saem para ir a algum lado, alguém vos aspirava a casa? Ou, imaginem que estão a ver um filme na sala, acham que a cozinha está uma nojeira e podem, tranquilamente ficar com a cozinha aspirada sem fazerem nada que implique sequer meia respiração? 

É um facto que, assim, perdemos o prazer de aspirar a casa. Ai, que maravilha que é! Eu, por mim, era esse o meu sonho: ter um filho, plantar uma árvore, escrever um livro e nunca parar de aspirar. Só que não. 

Tive a oportunidade ("lá vem ela com publicidade, pronto" - não sejam chatas que ninguém me pediu para escrever nada sobre isto, estou mesmo entusiasmada) de experimentar o bicho Romba 651... sinto que a minha vida só começou agora. Não me perguntem se prefiro a Irene ao bicho porque hoje estou claramente inclinada para o bicho - a não ser que a miúda comece a aspirar melhor. 



Achava que estes robots (e na volta os outros são assim) por serem redondos que não limpavam os cantos, que passavam a vida a chocar contra coisas como os gatos quando correm atrás de moscas imaginárias, que tinham tão pouca bateria que morreriam a meio de aspirar um tapete, etc.  Ainda no outro dia o meu sogro disse que devíamos comprar uma "coisa destas" e eu mandei-o passear - educadamente que o senhor mede quase dois metros e não quero cá problemas (mas só por causa disso). 

Afinal, este robot (não conheço os outros) é fantástico. É uma qualidade de vida da qual não estava à espera. Sabem aquela sensação de lençóis lavados na cama? É isso, mas sem ter que pagar a uma empregada. Um dos meus sonhos era ter empregada diariamente (que maravilha que seria), mas como não há dinheiro para isso, chegar a casa e ter a casa aspirada parece-me perfeito! Dá para agendar quando quero que ele comece a aspirar, em que dias da semana e volta para o sítio onde se recarrega sozinho! 

Daí eu estar a escrever-vos sobre isto. Às vezes poupamos dinheiro para coisas que nos darão menos qualidade de vida que esta maravilha. Considerem, até porque, com crianças (e dois gatos - no meu caso), chão limpinho é... no mínimo, o desejável. O problema? Não conseguimos fazer tudo. E no meio do nosso "tudo", não é o chão que é o mais importante. É ver e comentar o que o nosso filho desenhou em vez de gritar "boa!" enquanto arrumamos a loiça na máquina. 

Sinto que ganhei tempo. 

É só uma dica. 

Outra? Se usarem acetona na sola dos ténis, elas ficam mais brancas. Li num site brasileiro qualquer e vou ali experimentar e já volto.