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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Na minha cadeirinha

Quando a minha mãe se começou a sentir pronta para as curvas, começou logo a levar-me a dar umas voltinhas no carro dela (ela diz "popó" e eu ainda estou a tentar perceber porquê...). Adoro andar de carro - nem que seja para ir só ali ao lado buscar a Isabel à creche - e bato quase sempre uma sorna, acho que também por ir super confortável na minha cadeirinha i-Size da BébéConfort



Ainda agora me sentaram aqui e eu já estou a bocejar...

Os meus pais escolheram a Pebble Plus por ter um excelente desempenho em termos de segurança e por estar de acordo com a nova legislação. Eles são um bocado cocós nisto da segurança na estrada e quiseram saber tudinho sobre esta cadeira-auto, quando eu ainda estava na barriga da gordinha. Ouvi tudo e explico-vos. Além de ter um redutor muito porreiro para eu ir deitadinha enquanto sou mais pequena, os topos laterais superiores são feitos com materiais XPTO (vá eu digo-vos, mesmo que não percebam patavina disto: tem viscoelástico) para absorver melhor o impacto da colisão.


Os meus pais são totós e não repararam que puseram as almofadinhas da zona dos ombros (as do cinto) ao contrário.
Tenho de lhes fazer um desenho?


Além disso, já os ouvi comentarem que gostam mais deste arnês, que facilita muito quando me colocam na cadeira: é um arnês easy-in (até já uso palavras em estrangeiro e tudo) e que se ajusta na parte detrás da cadeira.

A par destas novidades todas, eles apostaram também numa base 2wayfix, para terem um sistema de isofix seguro e mais prático do mundo.

Fiquei tão especialista nesta terminologia que acho que até estou pronta para ir ali operar uma nave espacial. Mas prefiro ir dormir uma sesta, que é o que dizem que eu só sei fazer, apesar de estarem redondamente enganados. Eles que se preparem.



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E a mim também;) @JoanaPaixaoBras

sábado, 2 de abril de 2016

Inventam tudo! - Cocobelt

Resolvemos retirar esta rubrica das trevas para vos falar de uma invenção muito gira e útil: o Cocobelt. Ora o que é isso? É nada mais, nada menos do que uma alça para nos ajudar a transportar o ovo do bebé. 

Nem eu planeio enfiar-me num aeroporto tão cedo nem vou estar com esta figuraça no pós-parto. Rrrrrrrrr
Contudo, o Cocobelt é igualzinho: verde água, a minha cor preferida.


Já tinham ouvido falar disto? Eu não. E provalmente ter-me-ia poupado ao meu esbardalhanço das escadas com o ovinho da Isabel, quando ela tinha dois meses. Armamo-nos um bocado em artistas de circo, com malas e chaves e ovinhos e depois catrapum. Ainda me magoei bastante num tornozelo (graças a Deus ficou tudo bem com a Isabel, que estava bem presa no ovo, o que a protegeu) e acabei o dia no hospital a fazer ecografia e andei aleijada uns tempos. Ainda hoje tenho esse tornozelo um bocadinho mais inchado do que o outro e cheira-me que nunca ficou a 100%.

Ora, vou experimentar o Cocobelt com a Luísa. Dizem que é seguro e que nos ajuda imenso a suportar o peso do dito, de casa para o carro e vice-versa (principalmente quando eles adormecem e queremos que assim fiquem mais uns minutos). Tudo o que nos ajude nesses primeiros tempos é bem-vindo. Foi inventado por uma mãe norueguesa que sentiu essa necessidade (fico sempre com alguma inveja destas pessoas com boas ideias).



Podem adquiri-lo no Bybebé.




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terça-feira, 15 de março de 2016

Ajudem-me a encontrar isto!

Como vos falei hoje de manhã (aqui) a Irene está cada vez mais independente e a querer fazer as suas coisas e as nossas... 

Precisava mesmo muito de uma "torre de aprendizagem". Sei que existe porque já vi no Pinterest e porque uma amiga minha já pediu a um amigo carpinteiro para fazer. Eu sou mais de ir buscar e de usar. Sabem onde se venda algo do género? Uma espécie de banquinho para o qual eles possam subir sozinhos, fiquem à nossa altura, mas onde não seja perigoso estarem? 

Onde é que isso se compra? Deve haver num sítio muito óbvio e eu não sei, certo? Ou há alguma técnica muito prática para eles nos ajudarem na cozinha (sem ser estarem presos na cadeira de alimentação) e que me esteja a falhar? 







*imagens do Pinterest.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Não desistam!!

Sabem aqueles brinquedos que ficaram todas entusiasmadas ao terem visto em casa de alguém ou até quando passaram por aquela secção do Ikea? Compraram-nas a pensar que ia ser uma festa sem fim lá em casa e que os vossos filhos se iam passar e depois nada? Ficariam mais contentes se lhes tivéssemos dado metade de um tremoço? Foi isso que aconteceu. A duração desta sessão fotográfica foi o tempo que a Irene dedicou à porcaria do túnel que eu achava que iria ser uma revelação. 



Claro que ainda esperei mais alguns dias com este monstro na sala, mas era-lhe igual. Gostava tanto disto como eu gosto que me digam que tenho pouco cabelo.


Mas não desistam! Agora, uns 5 meses depois, a Irene voltou a descobrir o túnel (fui buscá-lo ao armário numa última tentativa de fazer render os 15 euros ou lá o que foi) e adorou! Sim, é capaz de ter uma mãe um pouco precipitada a comprar brinquedos que não são para a idade dela, mas a Isabel da Joana Paixão Brás já gostava na altura (sacana). 

Por isso, se eles não gostarem de um brinquedo, não desistam! Espetem-nos outra vez dali a uns meses que até andam de lado (no caso da Irene, ela andou de lado ainda uns bons tempos, mas literalmente). 





sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Quero uma cama destas para o bebé!

Pelos menos nos primeiros meses, o(a) bebé ficará a dormir no nosso quarto.  Depois, passará para o quarto da Isabel, que será transformado para os dois. 

Agora distanciada, acho que a Isabel passou cedo demais para o quarto dela, com três meses e picos, mas na altura fizemos a experiência e passámos a dormir todos melhor. Todos, salvo-seja, que eu tinha de me levantar várias vezes para lhe ir dar de mamar ao quarto dela (se bem que às vezes até me presenteava com 7 horas seguidinhas de sono, uma maravilha). A alcofa em que ela dormia no nosso quarto (que pertenceu ao Raminhos - sim, sim esse mesmo da barba) - tinha mais de 30 anos e era muito bonita (a alcofa!), mas estava a ficar pequena e ela acabava por acordar bastantes vezes.

Desta vez, vamos vendo, analisando, não me quero precipitar. Mas acho que vamos comprar um daqueles berços que são um prolongamento da nossa cama. Parece-me mais fácil para a amamentação, parece-me que basta esticar a mãozinha para o(a) acalmar e dar festinhas, fica mais próximo(a) do cheirinho e do calor da mãe. 

Alguém com uma dessas camas? Experiências? Marcas/ preços (já agora hehe)?




quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Quando se faz o desfralde do trocador?

Bem sei que a palavra desfralde não é para ser aplicada a trocadores, mas... é um pouco isso que sinto. Nós temos aquele trocador mais básico do Ikea, com um daqueles colchões insufláveis e as capas azuis e vermelhas dos corações. Sinto mesmo que é o suficiente. Mais fácil que isto só usar uma secretária que já tivéssemos em casa ou uma cómoda. Aconselho.

Agora... a Irene está a ficar demasiado grande para o trocador. Já bate com os pés na moldura de madeira e, quando se mexe, aquilo abana tudo. Como fazem vocês, mães, para trocar as fraldas sem ser no trocador? Em cima das camas? Blergh. Blergh, só porque tenho gatos e eles gostam de deixar rasto capilar em todo o lado (e também porque me custaria mudar um edredão todo por causa de um mini acidente). 

É agora que se compram as fraldas cueca e isso pode-se mudar em pé? Já mudei algumas em cima da cama dela, mas como temos a cama no chão, tipo Montessori (num estrado, para ser mais exacta), não me parece muito prático...

Posso dizer-lhe "limpa-te!" e ver o que acontece? 

A minha bebé está a crescer... 




segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Assadura enorme!

Eu sei, eu sei o que isto vai parecer: "ah... elas têm uma ligação qualquer à Mustela, na volta a miúda até tinha o rabo mais hidratado que a cara do Carlos Costa e está a inventar um post qualquer para falar disso para ganhar uns trocos". 

Não, não e... A cara do Carlos Costa é hidratada? Uhhh Sabem mais do que eu!

Esperem, temos sim uma ligação à Mustela. Somos embaixadoras Mustela praticamente desde o início do nosso blogue, mas juro que isto não é nada combinado. 

Feitas as apresentações... queria mesmo partilhar isto convosco para não andarem a por coisas muito agressivas no rabo dos bebés. Coisas com alumínio e não sei quê. Eu sei lá.  Eu acho que "se se vende na farmácia é porque é bom" e... nope. Nem sempre é assim. Tal como no resto da vida (uhhh) na farmácia há coisas menos boas que outras. 

A Irene, na semana passada, estava com uma assadura tão, mas tão grande que, quando fazia xixi, chorava e queixava-se imenso. Eu já não sabia o que fazer. Já não uso toalhitas há algum tempo (às vezes usava para os cocós mais à vontade na fralda) e, mesmo assim, estava com tanta pena dela, mas tanta que enviei uma mensagem à pediatra - vejam o desespero.

Das outras vezes resultava aplicar o Cicalfate (pomada mais do que milagrosa em milhares de situações, bendita seja, ela e o Fucidine para desencravar pêlos nojentos), mas desta vez nada ajudava. 

Falei com uma das meninas da Mustela e disse-lhe "olha lá ó coisinha (estou a brincar :)) o que faço ao rabo da minha miúda que está todo assado e nada ajuda? Desconfio também que a vossa pomadinha do ursinho não vá fazer grande coisa que aquilo está mesmo... do piorio!".

Ela disse-me: "usa estes dois produtos (foto em baixo),  pões o primeiro numa compressa e limpas o rabito (ou duas, não convém ser forreta nestas coisas) e, no final, em TODAS AS MUDAS besuntas-lhe a peidola com pomada". 

Não, ela não falou assim, não disse peidola.

Acreditam que num dia a miúda ficou impecável? NUM DIA! NUM DIA!

Eu sei que pôr leitinho materno no rabo ajudaria muito, ainda fiz uma vez, mas pareceu-me pouco prático. Queria também uma solução para próximas vezes e as mamas do pai e da avó não dão assim lá muito leite. 


Funcionou e são produtos de confiança. Vocês sabem. 




domingo, 20 de setembro de 2015

Tenho dois bebés cá em casa.

Um dia hei de ter, mesmo a sério. Neste momento contento-me (e muito bem) com o facto da Irene se divertir imenso a ver-se ao espelho. Desde pequenina que adora e era assim que a acalmávamos nos momentos de maior fúria (nos tempos em que rejeitava mama). Nas férias, a casa tinha um closet enorme cheio de espelhos e era dos sítios preferidos dela. Dançava, semicerrava os olhos para ver se desaparecia, abanava o rabo, sentava-se no chão, via os pés... mexia no cabelo. Estava decidido: tínhamos de ter um espelho cá em casa. 

Além disso já tinha lido, nas minhas pseudo pesquisas sobre Montessori que o espelho, à altura das crianças é extremamente útil, etc. Não fui tanto por aí, mais por ela gostar, confesso.

Aproveitei e também tornei dela os cubos mais abaixo da estante (mais uma vez de acordo com essa corrente). Ela tinha brinquedos só na sala, agora o quarto também já é mais dela e para ela. Aquele fica o cantinho da Irene, onde até pode ligar o rádio e começar a dançar e a ver "o bebé dançar". 

Ela já deve entender que é ela, claro, mas chama-lhe o bebé e vai mostrar coisas ao bebé. Para já, vai ter que se contentar com esta companhia, que apesar da mãe já estar a morrer de saudades de estar grávida e de querer muito ter mais um, ainda não sente que seja a altura certa. 







O quadro que vêem na parede é um desenho da Irene feito pelo Xavier Pitta, vejam aqui o trabalho dele e, se estiverem interessadas, entrem em contacto. 

sábado, 4 de julho de 2015

Ando doida com isto!

Aposto que pelo menos uma ou duas de vocês começou a cantar o "doidas, doidas, doidas andam as galinhas" para dentro só por ter lido a palavra "doida". Ossos do ofício, não é? 

Nunca gostei muito de não ver a Irene enquanto conduzo, mas não o suficiente ao ponto de pedir aos senhores do stand para desligar o airbag ou de pagar o balúrdio que pareciam pedir pelos espelhos deste género na Amazon. Nunca tinha visto a vender a lado algum. 

Agora, pelos vistos, até no Jumbo. Tenho este da Safety1st que é enorme, tem o aspecto dum urso (dá sempre para distraí-la quando estou a apertar o cinto da cadeira) e até eu consegui pô-lo no banco. Tem só dois cintos e é apertar e direccionar. 

Inconveniente? Enquanto é novidade não consigo parar de olhar para ela, para todas as expressões que ela faz sem saber que é vista, quando leva com um bocadinho de sol na cara, quando está a cantar comigo, tudo...


Ela porta-se sempre bem no carro (a não ser quando não se porta hehe), mas gosto de a ver. 

Vocês aderiram a isto ou têm-nos no banco da frente ou tanto dá?



* Desculpem as fotos de má qualidade, mas quando as tirei era para mandar ao pai e não para por no blog ;) Se calhar é mais desculpa, Joana Paixão Brás hehe Não me odeies da tua maneira fofinha.



sábado, 20 de junho de 2015

E quando já não querem andar no carrinho?

E agora?

A miúda faz sempre uma birra desalmada que não quer andar no carrinho porque quer treinar o andar (acho amoroso, claro). Atenção que ela ainda não nada, precisa de estar agarrada a mim.  O problema é que assim não consigo fazer nada do que quero, não consigo transportar nada e, pior: numa mão levo a miúda, na outra levo o carrinho (sempre com esperança de que se aguente lá o tempo suficiente nem que seja para eu comprar fruta ou pão). 

Quando uma pessoa pensa que já não consegue fazer o que quer, vem aí uma nova fase ainda mais complicada, não é?

A seguir deve ser quando começar a correr e eu ter de correr atrás dela, certo?


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Lista de Essenciais para o Bebé (e para nós)

Tenho uma amiga que tem uma amiga que está grávida. (A sério que estás a começar este texto assim?, pergunta o grilinho dentro da minha cabeça.) E essa amiga da amiga, a Carla, pediu-me que a ajudasse com a lista de essenciais para o bebé. "Mas queres a lista para a maternidade ou para ter em casa?" "Tudo, por favor." Vou dar o meu melhor.

Já vos fomos dando algumas dicas, aqui e aqui. Mas cá fica a minha lista:

MALA DE MATERNIDADE DO(A) FILHO(A)

- Três babygrows fáceis de vestir (nada destes para os quais a Joana Gama chamou a atenção aqui que, por sinal, eram do género do primeiro que a Isabel vestiu e tive as enfermeiras em stress a tentarem vestir-lhe aquilo). Acho que, no verão, de algodão serão suficientes.
A primeira roupa da Isabel
- Três bodies de manga comprida, de algodão (compro os interiores e os pijamas todos na Primark)

- Três calças interiores ou collants

- Um casaquinho de malha

- Um gorro (perdem muito calor pela cabeça), mas depende muito do calor do hospital (o meu era uma estufa e só usou na primeira noite).

- Quatro pares de meias

- Fraldas q.b. (alguns hospitais dão as fraldas. E mesmo que sejam precisas mais, há sempre um pai ou um avô para ir buscar mais). Eu comprei Dodot, mas dizem que as Libero para recém-nascido são muito boas.

- Compressas (não usei toalhitas nos primeiros meses), limpava apenas com compressas com água quente

- Fraldas de pano (uma ou duas): no meu caso, fiz uns envelopes com as fraldas de pano para cada uma das mudas de roupa, selados com alfinetes de ama.

- Toalha para o banho

Não é necessário:

- Chucha (para não atrapalhar a amamentação) nem biberon
- Sapatos nem gangas e coisas desconfortáveis

Eu sou betinha, por isso levei uns conjuntos todos mariquinhas - mas práticos - com cueiros, divididos por dias, mas duvido que haja por aqui muita gente com paciência para isso, daí ter simplificado a coisa


MALA DE MATERNIDADE DA MÃE

- Três camisas de dormir (ou aquilo que for mais confortável para vocês, equacionando que têm de  despir para dar mama)

- Chinelos (de banho e de quarto, ou só de banho)

- Kit higiene + cremes 

- Soutiens de amamentação (dois ou três)

- Discos absorventes para pôr no soutien (caso tenham a subida do leite logo lá)

- Purelan, da Medela - pomada para os mamilos - os primeiros tempos da amamentação podem não ser a coisa mais maravilhosa do mundo, porque nem sempre a pega está a ser bem feita, por isso, usar Purelan ajudou-me bastante.

- Carregador telemóvel + máquina fotográfica (com cartão e bateria carregada)

EXTRAS QUE ME SALVARAM A VIDA:

- Elástico para o cabelo (parece ridículo, mas depois esquecem-se e dá tanto jeito!)

- Spray de água termal da Vichy - naquelas longas horas de espera em trabalho de parto em que não se pode comer nem beber, borrifar-me foi o que me safou, palavra! Sentia a cara e os lábios sempre hidratados.

- Tena Pants - Ah, pois é, minhas amigas, também eu pensava que me ia guardar lá para os 70 anos, mas segui o conselho não sei de quem, experimentei e não quis outra coisa (quer dizer, quis, quis outra coisa, mas enfim, teve de ser). Ainda experimentei uma vez um penso numa daquelas cuecas de rede que nos dão no hospital e não tem nada a ver, deslocam-se, saem de sítio e é desconfortável. Com estas cuecas-penso não há risco de nada sair de sítio, ajustam-se bem e estamos sempre confortáveis. Além de que se rasgam para despir, não tendo de fazer grande esforço para nos baixarmos. Recomendo, sem dúvida! 


COISAS QUE ME SALVARAM AS MAMAS EM CASA:

Além do Purelan e do leitinho materno aplicado nos mamilos, as almofadas de hidrogel (que vão ao micro-ondas e ao congelador) e as conchas colectoras foram tão minhas amigas! Andar com as mamas ao ar-livre também. Aconselho, aconselho, aconselho (mesmo que pinguem LOL).



EM CASA:

- Berço para estar coladinho à nossa cama: nos primeiros meses, pelo menos, o lugar do bebé é bem pertinho de nós. Emprestaram-me um antigo, de verga, lindão, mas há já imensa oferta por aí. Gostei deste da Chicco, por exemplo. Se quiserem poupar uns trocos, ou não puderem meter-se em mais despesas, a cama de grades colada à nossa também funciona, claro.

- Cama de grades: comprei a cama no IKEA e adoro. Barata e bonita. O colchão também é do IKEA, mas investi no melhorzinho que lá havia. Vão precisar também de resgardo para a cama, lençóis e uma manta. Ou um saco-cama, como preferirem.


- Trocador: é dispensável, se tiverem um armário de gavetas com uma largura considerável, onde possam pôr um muda-fraldas. Eu comprei o trocador no IKEA (Gulliver), com 3 prateleiras, que além do apoio à higiene (com fraldas e produtos dentro de cestas de vime da Zara Home), tem também, ao nível da Isabel, a biblioteca dela.
Como não apreciei as forras do muda-fraldas do IKEA, comprei uma linda da Blu Home.  Além desta forra de tecido, apercebi-me que teria de ter resguardos descartáveis, que se mudam assim que há alguém que decide mexer-se um bocadinho e “borrar a pintura” durante a muda da fralda. 

- Cadeira/ poltrona para amamentar e dar colinho.
Andei meses à procura de uma poltrona para o quarto dela, mas acabei por comprar uma cadeira de balouço branca que “forrei” com almofadas. Não sabia se seria prática, mas é! Era onde amamentava quando a mudei de quarto e onde lhe conto histórias e onde a embalo, nos dias em que se torna impossível adormecê-la na cama. 

- Tapete: quis o mais simples possível e encontrei na Quadrinhos da Mó um creme, fácil de lavar, que é só pôr na máquina.

- Almofada de amamentação: deu-me um jeitaço nos primeiros meses para a amamentar na minha cama e no sofá da sala

- Banheira: como não tínhamos espaço na casa de banho, pusemos uma banheira à nossa altura (acho fundamental para as nossas costas), que era simultaneamente trocador, no nosso quarto. Comprámos em segunda mão. Quando começou a nadar na banheira, e a molhar o chão todo, mudámos só a banheira (sem a estrutura alta) para o nosso WC, encaixando-a na nossa banheira.

CASA/RUA:

- Ovo para o automóvel: usei o do carrinho da Chicco que me emprestaram, mas nunca fui fã (comprei uma forra também na Blue Home, na imagem acima).
- Carrinho (se fosse agora, teria o que ando sempre a apregoar, porque é leve e prático, da Greentom)
- Espreguiçadeira (para quando precisamos de ir fazer um xixi, comer ou tomar banho e tê-los sempre debaixo de olho)
- Sling/pano/marsúpio: emprestaram-me um sling de argolas e adorei tê-la sempre pertinho de mim, levá-la a passear e até para fazer algumas coisas em casa
- Pano para Swaddle (neste vídeo mostra como fazê-lo: garanto-vos que os acalma muito!)

Não é necessário: esterilizador, biberons, leite adaptado, brinquedos (no primeiro mês não ligam e vão oferecer-vos também).

Mais alguma coisa a acrescentar à lista? O que tirariam da lista? ;)

domingo, 7 de junho de 2015

Punham o vosso bebé a dormir dentro de uma caixa?

Começo por agradecer à Dalila o e-mail muito muito querido que nos enviou no outro dia (se calhar já passou imenso tempo, desculpa, Dalila).



Já tinha apanhado esta notícia na net.  Resumidamente, a Finlândia tinha uma taxa de mortalidade infantil muito elevada (são todas elevadas, não é, basta existirem, mas...)  há umas dezenas de anos e, por isso, o governo decidiu entregar uma caixa de papelão (que servirá de berço para os bebés, se os pais assim desejarem) e outros essenciais como colchão, roupa unissexo, etc. Essa caixa é de graça e é entregue a todos os pais, sejam eles ricos ou não, aquando do nascimento do bebé. 

Sendo eu a favor de coisas de graça, claro que adoro a ideia. Acho que, acima de tudo, além de ajudar pais com maiores dificuldades económicas, ajuda também a desligar o complicometro. Aquela caixa diz: o vosso bebé pode dormir nesta caixa de papelão. E isso é um facto: pode. Sendo que, ainda por cima, é um país frio, claro que pode. 

Agora, onde é que ele deveria dormir? Muitas teorias, mas eu tornei-me adepta da teoria do co-sleeping (apesar de nunca ter praticado, a Irene nem nunca chegou a dormir mais do que uma noite no nosso quarto, só para que tenham noção). O bebé, ainda para mais nos primeiros três meses, deve estar em máximo contacto com a mãe. Aquilo a que se chama de cólicas são, muitas vezes, consequências do nosso "abandono". Eu lembro-me que, às vezes, deixava a Irene acordada no berço no quarto dela enquanto eu e o pai estávamos a ver televisão. Ela não fazia barulho, portanto, tanto dava, certo? Não. Ela estaria muito melhor comigo, ao meu colo e eu com ela. Precisávamos uma da outra. Só vim a descobrir isso depois, apesar do meu instinto me dizer que aquilo que estava a fazer não me parecia 100% certo. 

Acho giro. Acho óptimo. Espero que não dêem chuchas e leite artificial (claro que tinha de vir a salvaguarda) como ofertas para estes primeiros tempos, mas acho giro. E bom.

Complicamos muito, não complicamos? 

Acho que a maior parte dos "problemas" que temos por resolver no início da maternidade é pelas coisas terem sido complicadas, desnecessariamente, ao longo dos tempos. 

sábado, 6 de junho de 2015

Às vezes não tenho força ou paciência.

Às vezes não tenho força ou paciência. E nada tem que ver com ela. Às vezes, simplesmente, não consigo imaginar-me mais 4 horas a fazer o que fazemos todos os dias até serem horas dela ir dormir. Às vezes sinto que passeio porque eu preciso, para ver se me passa o mau feitio e para a Irene ter de volta a mãe que gosta de brincar e de sorrir. 

Sem nenhum motivo em especial. Para além da habitual privação de sono e da provável ciática, às vezes, simplesmente, não me apetece. Em casa? O tempo passa tão devagar. Temos mesmo de ir sair. 

Neste dia a Irene não tinha feito a sesta da tarde, não tinha conseguido adormecê-la. Já passava das 17h e, portanto, mais valia aguenta-la mais um bocadinho até ao jantar e ia dormir mais cedo. 

Fomos "lá abaixo". Peguei no carrinho leve (escolham sempre o carro mais prático e não o mais design, eu lixei-me à pala disso e agora tenho dois...) e fomos. E foi como se fosse um reset. Soube bem às duas. Aconselho. Sempre que estiverem "fartas", desopilem e levem-nos convosco! 


Acham que ela estava com sono? :( Foi melhor do que estarmos as duas em casa a aturarmo-nos uma à outra, acreditem. 













domingo, 31 de maio de 2015

a Mãe dá (#20) - Vencedores Criovida

Vá, não me matem. Sei que já devia ter divulgado os vencedores deste passatempo no dia 28, mas confesso que olhem "esqueceu-me" como dizia a minha avó Isabel. 

Estou muito contente por poder oferecer um prémio de tamanho valor às nossas leitoras. 



Estava em "jogo": um serviço de criopreservação do sangue e tecido do cordão umbilical com a Criovida e 3 vouchers oferta de 20% de desconto em qualquer serviço de criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical Criovida.

(mais informações sobre as condições do passatempo aqui e aqui)

E o serviço de criopreservação do sangue e tecido do cordão umbilical com a Criovida (claro que fez copy/paste) vai para: 

Marlene Carvalhais de Águas Santas!!! Parabéns, Marlene!!

Quanto aos cupões de 20% de desconto, os contemplados foram: 

Ivone Pinto, Marta Marques Guedes e Ana Canhestro!

Parabéns meninas!!!


Enviem, por favor, um e-mail para amaeequesabeblog@gmail.com para vos pormos em contacto com a CRIOVIDA. Obrigada ;)

Já agora e já que é dia Mundial da Criança, fiquem a saber da oferta da Criovida (em vigor até dia 3) para todos!

Quem tiver ficado com pena de não ter ganhado (sim, posso escrever "ganhado" depois do verbo ter hehe), é aproveitar esta promoção. A Criovida não brinca em serviço, muito menos com a saúde dos nossos bebés. 



sábado, 30 de maio de 2015

Vá, vá, digam que sou isto e aquilo. Vá.

Se há coisa da qual esteja farta é de ouvir comentários a dizer que sou muito pouco relaxada nisto de ser mãe. Que é por ser mãe de "primeira viagem" - odeio este termo. E odeio também as pessoas que dizem termo para aqueles tupperwares que conservam a temperatura da comida e que levávamos na lancheira para a escola. Sim, eu era das que comia de casa. 

Eu sou como sou em relação a tudo o resto com a Irene, apenas proporcional ao meu grau de interesse. Sempre fui muito precavida e sempre a pensar 20 passos à frente no meu dia-a-dia, fosse na parte do trabalho, fosse nas actividades extra-trabalho (actuações - de stand-up, não pensem que era daquelas do varão que não tenho corpo para isso, só a minha coxa direita tem o mesmo peso de todo o elenco de um clube de strip razoável). 

Se precisava de um termómetro para medir a temperatura da água do chuveiro? Provavelmente não. Se sinto que melhorou a minha qualidade de vida? Sinto que sim. Assim posso dar banho de chuveiro à Irene sem estar minimamente preocupada em ver a temperatura. 



Ela, assim, até pode brincar um bocadinho - não muito que além da água ser um bem precioso é a mãe quem paga essa conta e não o pai - sem eu ter que estar sempre atenta à temperatura. Não sei porquê mas, na minha cabeça, pode haver variações de temperatura. É mais uma coisa que, provavelmente, não haverá. 



Outra é não ter que medir a água quando são banhos de imersão e depois compensar, à última, com água fria ou com água quente. Ponho a 37/38 graus e pronto. 

Aquilo acende uma luz vermelha que pisca quando passa dos 38 graus e tudo. Adoro. Até para mim vou usar porque, segundo o meu dermatologista (até parece que já lá fui mais do que uma vez), queimo a minha pele a tomar banho. 

Bom, eu gosto de ter um termómetro para o chuveiro. Até porque não paguei por ele e é de uma parceria que nós temos, mas fui eu quem escolheu do catálogo e mandei vir porque queria. É da Safety1st

E isto sou eu a esconder a minha rosácea e o final do meu nariz à pinguim do Batman por não me sentir confiante visto que estava de pijama, sem me pentear e isso. Aqui somos todas família, não é?

"É, é... Joana.. é... mas, para a próxima, pelo menos, penteia-te. É o mínimo." 






segunda-feira, 25 de maio de 2015

a Mãe desbronca-se (#11) - A mala de bebé da Irene

Ora bem, eu tenho 0 de trend setter. Geralmente ninguém pergunta onde compro as coisas que compro, a não ser que seja com um ar de nojo. O que vale é que me casei com um tipo com sensibilidade artística e de bom gosto e, surpreendentemente, heterossexual. Daqueles que até é muito heterossexual, daqueles que dá gozo ver a beber uma cerveja, porque parece que o sabem fazer melhor que toda a gente.  Eu cá gosto.

Isto para responder melhor à pergunta da Paula Duarte. Paula, parabéns pelos bebés!!! :)





A Joana Paixão Brás é completamente diferente de mim, não vou revelar como era a mala da Isabel porque tem mais piada se for ela a falar sobre isso. No meu caso, optámos por gastar algum dinheiro (desnecessariamente) já que os avós fizeram o favor de oferecer quase tudo. 

Vimos esta mala algures e a história que nos vendem é que é feita "de pais para pais", portanto está tudo pensado ao pormenor para nos dar jeito. E dá, muito! Especialmente por estar tudo organizadinho e, portanto, é fácil de encontrar o que queremos. 

A desvantagem está em termos de arrumar tudo muito bem (o que leva algum tempo) e não ser muito gira. Mais uma vez, como foi o Frederico, consegui ficar longe das malas da Tuc-Tuc que eu tanto queria.

Chama-se Paca Pod. E chamam de pods àqueles compartimentos diferenciados dentro da mala, um para mudar a fralda (diaper pod) e outro para a alimentação que é térmico (para guardar o leite - seja ele de que tipo for).

Depois tem mais uns quantos compartimentos, mas nada de muita liberdade para atirar dois casacos e pares de sapatos. Eu usava o pod da alimentação para guardar outras coisas. Houve até uma altura que cheguei a tirá-lo da mala para ter mais espaço. Penso que assim o problema fique resolvido. 

O que acham? 



Está aqui a página do site para lerem mais, se quiserem. Eles têm malas mais giras, mas já eram muito além do orçamento que tinhamos para isto. Já nos sentiríamos um bocadinho estúpidos. 






Também querem fazer perguntas? Por muito boas ou estúpidas que sejam? Nós somos o Marcelo Rebelo de Sousa, dêem-nos um pretexto e não nos calamos durante horas. Passem por aqui e mandem vir essas questões.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

a Mãe dá (#20) - Serviço de Criopreservação CRIOVIDA


Para quem só tenha apanhado agora este "a Mãe dá" fique a saber que a história começou aqui.

a Mãe é que sabe e a Criovida estão a oferecer um serviço de Criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical no valor de 1950€. Já viram a sorte? Eu já. 

Para além do serviço, a Criovida e a Mãe vão dar 3 vouchers oferta de 20% de desconto em qualquer serviço de criopreservação do sangue e do tecido do cordão umbilical Criovida a três participantes distintos e devidamente validados, exceptuando o vencedor.


A CRIOVIDA pertence à Biosckin, uma empresa de biotecnologia da área da saúde. 
A marca tem laboratório próprio (Biosckin) que está devidamente autorizado pelas entidades competentes para a criopreservação de células estaminais e certificado pela TÜV Rheinland . 

Paralelamente, a Biosckin através do núcleo de IDI (Investigação, Desenvolvimento de Inovação) dedica-se ainda ao desenvolvimento e investigação de produtos celulares visando a sua utilização em Medicina Regenerativa.

Isto para que saibam que não nos envolveríamos com uma marca qualquer, numa escolha que é tão pessoal.

A CRIOVIDA tornou-se uma marca de referência na área da criopreservação de células estaminais junto do canal médico e uma marca de confiança para as famílias portuguesas.


Porquê escolher a Criovida?

RIGOR
Laboratório próprio 100% Português,
autorizado e certificado
Melhores práticas nacionais e
internacionais

SEGURANÇA
Seguro para as amostras criopreservadas
As melhores condições de transporte
Acordo de Backup com Banco Internacional
Plano de Apoio ao Tratamento (comparticipação
das despesas até 20.000€ em caso de utilização das
células pelo próprio ou por um familiar directo)

INOVAÇÃO
Investigação e desenvolvimento

CONFIANÇA
As melhores condições de adesão
Amostras resgatadas para aplicação clínica
Marca de referência junto do canal médico


Para participarem, só têm de: 

a) fazer like na página da Criovida

b) fazer like na página d'A Mãe é que Sabe

c) preencher o formulário em baixo, partilhando publicamente este post.

d) comentar o post de Facebook em baixo, identificando três amigos.

GRÁVIDAS! GRÁVIDAS!MÃES QUE ESTEJAM JÁ A PENSAR NO PRÓXIMO!a Mãe dá com a CRIOVIDA!
Posted by A Mãe é que sabe on Quarta-feira, 13 de Maio de 2015

Condições:

Os vencedores serão anunciados a 28 de Maio de 2015, sendo aceites inscrições até às 23h59 do dia anterior.
Os vencedores do serviço e do cupão de desconto serão escolhidos aleatoriamente através da aplicação random.org.
Só é válida uma participação por endereço de e-mail e por perfil do Facebook. 
As participações só serão validadas se todos os parâmetros tiverem sido cumpridos.


terça-feira, 19 de maio de 2015

A cadeira da papa da Isabel

Começo já por dizer, para depois não estarem com "ah e tal e coiso" que a cadeira da papa da Isabel foi oferecida pela Bébé Confort. A cadeira da papa e a espreguiçadeira, que fazem pendant. Ou pandam. Ou pan-dan. Raios.


A cadeira de refeição Keyo é um conceito engraçado e funcional, uma vez que o suporte permite encaixar não só a cadeira da papa, como a espreguiçadeira, uma alcofa e ainda uma cadeira automóvel (G0+) da marca. Além disso, a altura é regulável também (tem 5 posições diferentes). Tanto podem pô-la à altura de um sofá, da mesa de jantar ou como vos der mais jeito.

Escolhemos a cor "aqua sky" (já vos contei da minha panca por verde água e azul turquesa, não já?) e fiquei descansadinha por saber que a forra é lavável, porque não há pachorra para forras cheias de sopa e papa a secarem nas cadeiras.

Quando recebemos esta cadeirinha, a sogra já nos tinha dado uma (de uma marca sueca cujo nome eu não vou pronunciar eheh), que, sejamos práticos, cumpre o seu papel. Mas, minhas amigas, em podendo, esta é muito superior. O assento é fofinho e ergonómico, as costas também, o tabuleiro sai e vai rapidamente a lavar. E caso liguem à estética da coisa, esta é uma cadeira muito bonita.


A espreguiçadeira também me parece bastante confortável (gostava de experimentar mas parece-me - tenho uma ligeira impressão - que o meu rabo não cabe ali). Mães grávidas de primeira viagem (o que eu odeio esta expressão bimba), uma espreguiçadeira é daquelas coisas que TÊM MESMO DE COMPRAR (ou pedir emprestado). Quando eles são minúsculos e não seguram bem a cabeça, não há coisinha mais confortável, além do colo dos pais, claro, do que uma espreguiçadeira, quando temos de comer, ir fazer xixi, tomar banho, descansar as costas, esses pormenores.


Já não conseguimos prender a Isabel na espreguiçadeira, porque já está crescida e zanga-se facilmente, mas vai ficando lá uns minutinhos, como se estivesse no sofá, a relaxar.



Como não estava a conseguir tirar fotos nenhumas de jeito, pedi ajuda ao marido. O resultado foi este:







Lição aprendida: nunca pedir o que quer que seja a um homem à hora do jogo.