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sábado, 20 de agosto de 2016

Fui à sede do Pinterest.

Em Setembro voltarão as aulas de música aos sábados de manhã. Até lá vou tentando aproveitar para arquitectar uns momentos a três sem perturbar as sestas da miúda. Já que é complicado irmos almoçar os três a horas que agradem a todos, pensei "e pequeno-almoço?". Estamos todos acordados ao mesmo tempo, os sítios não estão cheios de pessoas e, por isso, a Irene não aborrece ninguém se estiver numa explosão de energia e, aqui entre nós (adoro dizer isto quando sei que estou a falar para milhares de pessoas), o pequeno-almoço e o lanche são as minhas refeições preferidas do dia. 

Escolhi o sítio pela beleza. Nem imaginam a minha frustração quando, depois de ter chegado à Baixa e estando lá pela primeira vez com a Irene, reparei que a máquina estava quase sem bateria. Eu, cuja minha motivação para passear - já antes da Irene - era sempre quase 50% pela fotografia. 

Mesmo assim sacámos uma ou outra mais engraçada e convido tentarem fazer este tipo de planos: começa-se o dia de forma bem diferente e é quando ainda está fresquinho. 

Não precisam de ir ao Bastardo (que é bem giro) que custa 15 euros por pessoa por um pequeno almoço (para nós é o nosso dia de festa ocasionalmente, permitimo-nos ir um pouco "mais longe") mas, se formos bem a ver, por aquilo que o Frederico almoça e janta às 7h da manhã, eles é que acabam por ficar a perder. ;)


Tinham quadros muito engraçados deste género. Infelizmente as minhas outras fotografias ficaram péssimas. Vou roubar a ideia para a nossa casa nova (um dia a ver se acontece) e fazer qualquer coisa do género, com graça.

Não parece que entrei na sede do Pinterest? 

O cliché das cadeiras todas diferentes. Também gosto muito.

O pequeno almoço com tudo simétrico e cuidado. Ahhh que maravilhas que faz ao meu lado obsessivo compulsivo.

O modelito de hoje. 

Só comi este - estou a bater palmas a mim mesma. Só comi este depois de uma fatia de bolo de maça, um pão, um leite com chocolate...

Aqui o boss nuns dos raros momentos em que não tem um pedaço de chouriço abaixo do bigode.

A Irene a provar caipirinha.

O vocalista dos Nickelback, segundo o meu carinhoso marido. Eu acho que estou igual ao irmão mais velho do meu pai - o que é igualmente péssimo para a minha auto-estima.

A Irene sentada como uma lady, tal como a mãe se senta. 

A mãe a fingir que não sabe que está a ser fotografada, apesar de ter a máquina a menos de 10 centímetros da focinheira.



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sábado, 23 de julho de 2016

Almoçar fora? Nunca mais!

Sempre gostámos muito de ir a restaurantes: quando a Isabel era bebé íamos tanto almoçar como jantar (ela dormia lindamente), depois passámos a ir mais almoçar (cedinho, para não esticar muito a corda com a sesta). E, a propósito da ida da Joana Gama ao Vimeiro, lembrei-me da última vez que fomos almoçar fora os três. Fomos a um restaurante ali perto muito giro, o Noah Surf House, com uma vista maravilhosa sobre o mar e com pratos muito saborosos. Ah! E com uma simpatia de funcionários, muito queridos para a Isabel, que andou a passarinhar por ali e a fazer amigos, que é como quem diz, a roubar os brinquedos aos meninos e nós a levantarmo-nos à vez para ir ver os disparates que andava a fazer. (Tivemos vontade de ir para a esplanada, com um ambiente muito cool mas com a miúda não arriscamos tanto com o sol, uma chatice ;)

Agora? Agora não nos aventuramos com as duas. Pelo menos ainda não ganhámos coragem. É que a Luísa não usa chucha e, apesar de dormir muito bem durante a noite, é mais complicado pô-la a dormir a sesta (e acordada não aguenta no carrinho, não me apetece almoçar com ela no colo e tem um belo vozeirão quando chora - a Isabel chorava baixinho, baixinho). Não nos apeteceu ainda sair da nossa zona de conforto nem testar a nossa paciência com as duas num restaurante, porque imaginamos sempre uma cena dantesca, com as duas a berrarem, pratos pelo ar e os dois a engolirmos a comida em três tempos para nos pirarmos dali o mais depressa possível. Vai na volta e até corre bem, mas... mas...
Quando deram este passo? (uhhhh parece que é uma escolha super difícil e importante haha). É de arriscar, não é? Nas férias?  









 
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segunda-feira, 6 de junho de 2016

Estou de volta!!! Yeahhh!!!

Atenção que não é a Joana Paixão Brás quem está a escrever este post, mas sim eu, Joana Gama. A Joana Paixão Brás estará de volta em breve quando estiver a 100% para vos dar as lamechices a que estão habituadas que, com a ausência dela, devem estar aí a fazer uma retenção de líquidos enorme. 

Estou de volta porque - estou tão farta de escrever isto como vocês de ler, mas estão sempre a chegar pessoas novas e não sabem - desde que a Irene nasceu, depois de estar um ano e meio em casa com ela, a minha vida ficou (naturalmente, de acordo com as minhas escolhas e personalidade) mais/toda centrada nela. Não me arrependo minimamente. Somos e estamos felizes. 

Voltei a trabalhar em Outubro (é uma coisa que também é boa, não se preocupem, leiam isto, por exemplo) e, desde aí que, sem hora de almoço e com horário reduzido que também não tem dado para grandes relaxes. Na sexta-feira passada, porém, quebrei o ciclo. Fui almoçar com a Renata ao Páteo Alfacinha. Já lá tinha ido com o Frederico e achei uma boa escolha. Agora como já não trabalho no Chiado, trazer o carro é mais fácil e dá-me mais mobilidade e assim foi.

Agora uma foto só para compensar a de lá de baixo que pareço uma roulotte:


Pronto. Já está. Foi por whatsapp para enviar à Joana Paixão Brás que ela fica toda contente quando me arranjo um bocadinho ;)

Retomando...

Embuchamo-nos de comida enquanto FINALMENTE pusemos a conversa em dia sem termos de andar atrás dos nossos filhos ou a responder-lhes de 2 em 2 segundos. Soube-nos tão mas tão bem que ainda hoje estou mais contente pelo almoço de sexta. Aliás, estava tão entusiasmada que até no dia anterior estava com dificuldade em adormecer (que estupidez, eu sei). 

Não gosto de vinho, mas até bebi um bocadinho e... sim, para quem não bebe álcool, meio copinho já deu para chegar ao trabalho e dar o melhor de mim para ficar calada para não dizer ainda mais porcaria que o costume. 



Mães que foram agora mães, não se sintam pressionadas por nada nem por ninguém a fazer algo com o qual não se sentem confortáveis. Não compensa se for para fazerem coisas que vos deixam nervosas. O vosso timing chegará e o timing de cada uma é diferente. O meu está a ser agora e... ESTOU A ADORAR!

Renata, juro que foi sem querer que me esqueci da carteira. Como a intenção é que conta e eu tinha a intenção de te pagar o almoço, para a próxima pagas tu outra vez. 

quarta-feira, 16 de março de 2016

Mais um restaurante giro para irem com eles (ou sem).

É tarde para estar a falar de Domingo passado? Capaz. Porém, não queria mesmo deixar de vos contar o que fizemos no Domingo passado. Agora escreve-se domingo sem D, não é? Pronto. Então, andava louca cheia de saudades de almoçar fora e com o Frederico. Sim, duas coisas separadas. Ele levou-me a um sítio muito giro que aconselho que vão e até com os bebés que reparei que tinham cadeira do Ikea. Comemos IMENSO, a comida era óptima... o dia estava magnífico, o dia estava incrível: fomos ao Páteo Alfacinha. 






Fotografias da comida é mais no instagram do Frederico (mê marido) aqui.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Farta do costume.

Costumamos ir à casa dos avós em Oeiras, mas hoje apeteceu-me variar. Não que não gostemos de estar lá em casa até porque a Irene já tem a sua rotina e gosta de brincar com os dados do poker, os foleiros (nome carinhoso que dei à colecção de cinzeiros de Vista Alegre da minha mãe), a bola de pilates lá em cima, etc. 
Porém, para se construírem memórias, é preciso irem variando os sítios e lá fui eu à procura de um sítio giro em Oeiras para se lanchar. Há alguns, é verdade, mas na aplicação que uso só havia as pastelarias tradicionais ou esta. Pareceu-me a minha onda e era. Uma loja que tem azulejos de talho, mas que foi pensada para ser o mais acolhedora possível. Tem livros, tem uma estante, os bolos estão espalhados pela loja como se fosse um lanche de amigos e realmente pudéssemos servir-nos à vontade. Havia mesmo livros e giros. Assim que a Irene chegou, a senhora foi toda empolgada buscar-lhe um muito giro. A Irene borrifou para ele porque a avó estava a usar baton ou porque a torrada chegou à mesa ou porque...

É o Chá com Livros em Oeiras. Comi dois scones maravilhosos, a minha mãe comeu uma tarte de amêndoa (uma fatia, que não é lambona), o João já não me lembro e trouxe glacé para casa para o Frederico, um cheesecake americano e mais uma fatia da tarde de amêndoa. Bebemos um chá maravilhoso que tinha mais de 14 componentes. 

Infelizmente o meu irmão Pedro não pode ir porque se lesionou no treino de futebol, mas depois fomos lá a casa dar-lhe um beijinho. Para a próxima a ver se passeamos mais. Querem dar-nos sugestões de sítios assim "fora" para ir em Oeiras com a família no próximo lanche? Gente que seja dona de cafés e pastelarias que queiram oferecer-nos um lanchinho, estejam à vontade que nunca digo que não a esse tipo de manifestação pública de afectos (não custa atirar para ver se cola). 

A Irene está a usar um casaco de rapaz que comprei na Zara. Senti-me toda rebelde e moderna ao comprar-lhe algo na secção de rapaz. Ai que malandra que sou. 


















sábado, 6 de fevereiro de 2016

Lanchámos num autocarro suspenso.

Sei que não é suspenso, mas olhem para a fotografia! Como queriam que eu explicasse? Já conhecem a Village Underground Lisboa? É isto. No Museu da Carris. Adorei. Adoro. Isto para quem passou parte da juventude na "carruagem" do Jardim de Oeiras, foi uma boa lembrança. 

A tia Inês veio fazer a sua visita e aproveitámos para ir dar uma volta, a um sítio novo, não necessariamente focado na Irene. Foi bom. 

O Frederico encontrou este sítio na Zoomato (uma app) - eu já sabia que ele existia - e foi tiro e queda. Tinha bolos, hoje apetece-me bolos.


A Irene adorou o sítio onde ficou sentada (metade na cadeira, metade ao meu colo) porque conseguia ver a linha do comboio e, por isso, de 20 em 20 minutos fazia uma festa. Lugar estratégico. Foi ela que quis por os pom-pons lá dentro.







A tia Inês a pegar no telemóvel para tirar umas fotografias à fatias de bolo. Ui. Que bolo. Banofee (será que era assim?). Foi o melhor bolo que já alguma vez comi até hoje. Comemos algumas fatias, a dividir por duas. Mesmo que tivesse odiado o sítio, voltaria pelo bolo. Pronto. Está dito.


Claro que vocês já estão bem a ver o que aconteceu ao copinho bonito que estava em cima da mesa. Isso mesmo: Irene. Quando deixou de estar distraída com a torrada, tungas. 


Agora as fotos dos instagrams (o famoso bolo): 

Estou no dia da semana sem maquilhagem - depois falo-vos disto. 

Bananofee ou Banofee ou... sei lá. MARAVILHOSO. Dava a minha vida por isto. Quase. 

sábado, 16 de janeiro de 2016

Meu Deus!

"Meu Deus!". É assim que começo isto porque foi assim que eu reagi ao ver as mesas do Brunch do Myriad by SANA Hotels, em Lisboa. Para convites destes estou eu pronta, sim senhor. O coração disparou logo ao ver a mesa das sobremesas, com uma variedade enorme de doces e frutas e gelados caseiros (o de violeta, o de maçã e o de frutos vermelhos... não estão bem a ver!).


O quê? Ainda ia ter de enfardar antes de chegar as estas belezuras? Que chatice, ter de começar pelo sushi (sim, sim, eu sou das que tem uma médica que dá livre trânsito, quando em sítios de confiança).



Depois há uma variedade imensa de pães, de queijos, de folhados, de saladinhas, de quiches e salgados que não lembram ao Diabo...


E ostras. Mas nessas não toquei. E rolls de tudo e mais alguma coisa. E espetadinhas. Além de haver sempre pratos "à séria" de carne e de peixe, mas eu dispenso bem quando estou num brunch. Prefiro picar um bocadinho de tudo e repetir as coisas de que mais gosto. Acho que enchi o prato umas quatro vezes (shiiiiiuuuu, dizer isto não é nada fino, eu sei).


Além de ainda haver uma mesa mais "à pequeno-almoço", cheia de pães e compotas e iogurtes, há ainda outra para as crianças (e para mim, que fui lá roubar uma panqueca com chocolate).



Correu tudo lindamente e, apesar de até agora só ter falado em comida (até parece que estou grávida...), o que eu mais gostei foi de ter estado em família, com a minha mãe e a minha filha. As minhas filhas, ainda não me habituei, apesar da mais nova já se fazer notar e bem, com pancadinhas.

instagram.com/joanapaixaobras

Como aquele é um brunch bastante familiar, há um espaço muito fixe com quadro de giz, túnel, tenda e mesinhas e cadeiras para eles estarem sossegadinhos a pintar (cinco minutos sossegados, vá, se tiverem sorte). Comemos muito bem e brincámos muito, há lá coisa melhor? :)



terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Estou apaixonada.

Calma, não é um post da outra Joana, apesar do título amoroso. Senão seria uma foto de três ou quatro bodies com golas tão grandes que os bebés ficam a parecer que estão dentro de um cinzeiro vitoriano.

O post aqui da menina é sobre mais um brunch (sou a das comidas, pronto) que me tirou do sério. Fui a convite, claro, que agora sou gente fina (não se preocupem que vou aproveitar toooodas as borlas, todos os convites que nos fizerem ao máximo, porque sei que isto não dura para sempre e porque, caramba, quem não aproveitaria?). 

O convite foi lançado numa de "vais e depois dizes-me o que achas, é um brunch a sério". Lá fui a achar que já conhecia os melhores brunches que existem por aí. Fiquei louca. Apaixonada pelo Brunch do EPIC SANA Lisboa Hotel

Sucintamente?

Prós: 

Têm uma sala com duas meninas muito queridas que tomam conta das crianças. Pinturas faciais, trabalhos manuais, música, consolas, televisão, etc.

Têm comida a sério e comida mais leve. Têm sushi e têm saladas. Têm bolos (ahhh que bons que eram, ups) e têm borrego... Super variado e BONITO.

O serviço é muito rápido e não começamos a empilhar pratos na mesa à maluca e a fazer sons esquisitos para ver se algum empregado repara em nós. 

Existe uma boa onda geral, está toda a gente contente, os empregados sorriem para as crianças e ninguém olhou de lado pelo Frederico ter ido encher o prato 44 vezes, menos talvez um senhor da mesa ao lado, mas acho que estava com um torcicolo. 

Estacionamento gratuito no parque do Hotel.

Contras: 

Fui a convite, não posso dizer ;) Digo sim senhora: 

Acho que o brunch poderia ter um horário mais alargado. Não veria nenhum mal em ir até às 5h da tarde.

A mousse de chocolate estava óptima, dispensava a menta no fundo. Ahah Isto só para ter algo que dizer. 

Por que é que digo que fiquei apaixonada? Eu explico-vos: o Frederico, meu marido, ama comer. É das coisas que lhe dá mais prazer (sim, talvez mais do que isso) e, por isso, quando vamos a sítios com boa comida e comida, então, assim exposta e variada, ele fica com os olhos a brilhar (e os níveis de colestrol, provavelmente, também). A Irene adora experimentar várias coisas e ajavardar o tabuleiro dela todo com comida, fartou-se de comer melão, bolachas integrais, massa, manga, arroz, etc. Eu fico leve de sentir todo este ambiente familiar e pesada por estragar a dieta nestes dias. Não resisti. 

Quanto a preços? Para mim ficou-me barato (muahahahah) ;) Porém, acho que relação qualidade/preço/sítio é aceitável, mas nada me tirou a vontade de levar uns tupperwares de fininho.

Tirei umas fotografias nossas e das comidas e publiquei no meu instagram, só para terem uma ideia: 













Até o Frederico publicou no instagram/facebook aquilo que mais gostou do almoço ou... dos almoços dele: