quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Não sou a Joana Paixão Brás mas também tenho sentimentos: Feliz Natal!

Sabem o que vos desejo? 

Que vocês, mães, vocês que tinham este sonho de construir uma família, que tiveram a oportunidade de encontrar o amor, de fazer nascer mais amor (e mais não sei quantas vezes, se tiverem muitos filhos), espero que vocês sintam que "está tudo". 

Que é assim mesmo que tem de ser. Que está tudo certo. Que até podem ouvir os vossos corações bater de tanto entusiasmo no meio do silêncio e da paz que é a vossa vida por esta altura. 

Espero que estejam bem. Espero que consigam, se não estiverem bem, ver tudo o que está certo. Tudo o que têm à vossa volta e que é perfeito, para vocês. 

Acima de tudo, o que vos desejo (e a mim também, sempre) é que consigam reter estas emoções todas de pertença, de entrega, de calma, de euforia, as cores, os sabores, as gargalhadas, as divergências de opinião... Retenham tudo isto e lembrem-se que estes momentos estão ao alcance de uma iniciativa, de alguns telefonemas. 

Quando quiserem ou sentirem que precisam que seja Natal outra vez, podem sempre fazer com que aconteça. 

O Natal é quando uma mulher quiser. a Mãe é que sabe. 

Feliz Natal! <3





Nota: Se o vosso Natal este ano for uma grande porcaria por algum motivo, é seguir em frente. Para o ano vai ser melhor ;)

Resposta à mitra da Joana Gama

Querida Joana Gama (not),

além de ter revelado ao mundo o meu sangue azul (neste post) acha bem não mostrar o resto da conversa? Em que aqui a tia diz que são histórias da avó e que tinha de lhe pedir que me contasse melhor (à avó real, não à sua, da Reboleira) este Natal e que às tantas aqui a beta era descendente dos pagens do rei? Não achou por bem ter revelado que eu estava a ser brincalhona e irónica? Que canseira. Você exaspera-me.

Agora vou ali cear com o Dom Duarte Pio e a Isabel de Bragança, ou acha que a minha filha se chama Isabel porquê? 

Irene? Por favor. Tenha dó.

Feliz Natal, da varanda a ver a estação do comboio, enquanto eu estarei na minha quinta, sei lá!, em Santarém. Hahahahahaha


Nota: este post tem ironia, exageros e inverdades :)

FELIZ NATAL!!!


quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Vocês apalpam-se?

O verbo pode não ser esse, tanto dá. Não é, eu sei. Queria só chamar a vossa atenção. Costumamos por estas preocupações de parte até acontecer a alguém que conhecemos ou até nos dar uma paranóia qualquer por algum motivo. 

No meu caso, várias mulheres da minha família tiveram cancro e não posso mesmo relaxar. Confesso que não costumo fazer a a palpação dos seios porque... deve ser porque não me apetece lidar com isso. Não sei bem explicar. Às vezes até me lembro quando estou no banho, mas algo me impede de o fazer. Não sei.

Recentemente uma grande, grande amiga minha foi diagnosticada com cancro da mama nível IV. Lembrei-me que não posso andar a brincar. Amamento a Irene há quase 2 anos e sei que isso reduz o risco, mas nada compensa só descobrir demasiado tarde. Quando é o tarde se não estamos atentas? 

Fui fazer os exames. Não custou nada. Fiz uma ecografia mamária e tudo impecável. E vocês? Têm dado atenção às vossas mamas? Não brinquem com isto. Fazem a palpação no banho?


De notar a minha pontualidade ali na hora, sff. Tau!

Quem fique preocupada com a minha amiga, está a correr tudo pelo melhor. Já regrediu 50%, o tumor e ela está muito optimista. 

Se a Joana Paixão Brás é beta? Ahahah.

Desculpem, mas não me consegui conter. Isto aconteceu numa conversa de domingo à noite - quando nos vamos deitar "cedo", mas depois ficamos horas no telemóvel (aposto que sabem como é). Estávamos a falar sobre aquela clássica questão "vais a algum lado nas férias?". 

A resposta de ambas? Não. 

Porém, a Joana achou importante dizer que a betalhice lhe corre no sangue. Atenção que este blogue é real, não de real mas de real. Uh.


Ui. Eu que tinha no BI "Natural da Damaia" já me calei. Enrosquei-me no meu edredão rasco e pijama com borbotos e adormeci quentinha a pensar que conhecia alguém importante.

NOT! 

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

O senhorio vai matar-me!!!

Socorro!

Cadeirão vermelho e banquinho dos pés completamente riscados! Não estão a imaginar. Foi o tempo de eu ir à cozinha buscar uma tesoura. 

Já pintou roupa, collants e até me tinha feito uma pintura rupestre numa porta, na parede, mas com lápis, facilmente laváveis.

Mas isto? Tinta azul, de caneta?

Assim de repente lembrei-me de um dos maiores estragos do meu irmão, que mandou um cabo de vassoura de um 6. andar e caiu em cima de um carro, acabadinho de comprar. 

E os vossos filhos? Já vos puseram em despesas?



A minha filha dá cabo de mim.

Às vezes sinto-me num filme de acção, com porrada à mistura. A Isabel tem momentos a que chamo "fúrias de amor" em que me quer esmagar de abraços, beijos, em que puxa a minha cara para a dela, através dos meus cabelos, me enche de beijos nos lábios e quer fazer narizinho de esquimó. Um dia, tinha de acontecer. Deu-me uma cabeçada na boca de tal maneira, que me abriu o lábio superior e me pôs a sangrar da gengiva. 

Soltei um "AI", com dores e fiquei com lágrimas nos olhos. Ela também se queixou da testa, que ficou vermelha, mas haviam de ver a carinha dela a olhar para mim e a repetir vezes sem conta "mãe dóidói". Um ar tão preocupado que me fez esquecer logo a dor e a sensação de lábio a inchar. Esteve meia hora a confirmar se eu estava bem, a apontar para a boquinha, super assustada, apesar de eu ter repetido que estava tudo bem, que já tinha passado. 

Amor da mãe, pá! Os nossos filhos são mesmo TUDO, não são?

A saga da porcaria dos T.P.C...

Não vão acreditar. Acho que as educadoras também acharam que lhes estava a pregar uma enorme peta, mas juro que foi verdade.

Fiz com a Isabel as colagens e pinturas na bola de Natal para a escola. Pus a secar na rua, dentro de um alguidar, e desapareceu. Depois de contar na escola, deram-me outra bola. No caminho para casa, a Isabel armou-se em cãozinho e fez algo que não fazia há imenso tempo: roeu/lambeu/desfez a bola. A parte de baixo deixou de ter uma forma arredondada e ficou uma desgraça. 

Quando contei na escola, senti-me aqueles alunos que dão mil desculpas para justificar não terem feito os trabalhos de casa. Havia uma miúda lá no liceu, da turma da minha melhor amiga, que arranjava as melhores desculpas: "o caderno ficou na quinta", "o meu cão comeu-me as fichas", "fui passar o fim-de-semana com o meu pai e ficou na casa da mãe". Todos os dias tinha uma nova, não me lembro de metade. Era de chorar a rir. Rita era o nome dela.

Pois bem, mas eu JURO, JURO que foi tudo verdade. Desta última vez, disse que eu própria faria o molde da bola e decoraria de novo com a Isabel. Fizemos uma base com tinta verde e purporinas e depois fiz recortes de revistas e pedi-lhe ajuda a colar. Ficou lindo (horrível). :) Mas não faz mal. 

Não está lindo? Hahahaha

A ver se desta vez chega ao destino, de preferência ainda antes do Natal. 


Vão-se lixar!

Expliquem-me: qual é o problema? 


Há leitoras que ficam algo enervadas ou se sentem traídas quando vêem publicidade dos seus blogues. 

Não percebo.

Percebo sim quando é feita publicidade de forma enganosa, quando se mente, quando são de produtos que não valem a pena...

Eu adoro escrever para vocês (e para mim também, confesso). Não adorariam também que nós retirássemos algo mais disto? Damos o nosso coração, o nosso tempo, a nossa criatividade... e recebemos o vosso amor, mas qual o mal de receber dinheiro? Nós levamos o blog a sério. Temos de fazê-lo sempre pro-bono? Senão deixamos de ser um blog do qual vocês gostam? Se tivessem oportunidade, não aceitariam, dentro de alguns princípios? 

Acho que o importante é haver bom senso, estrutura, os tais princípios e não querer enganar ninguém. Não o faremos. Uma das condições é que nos identifiquemos com o produto (já rejeitamos, por exemplo, publicidades a produtos que põem em causa o sucesso da amamentação) e outra é que o consigamos incluir de uma maneira gira e "ao nosso jeito" no blog. 

Qual é o mal? 

Por que é que às vezes sinto que se deve ter vergonha de fazer publicidade? 
O que acham vocês? 

Podem sempre dar sugestões para se sentirem menos... coiso. ;)

Colo do Pai Natal.

Epá (começar um post com epá é de uma classe...), eu sei que quem me ler e for o contrário de mim me mete numa gaveta de "mães chatas e irritantes". Percebo. Antes de passar por estas situações também teria vontade de dar um soco nas mamas de quem se pusesse com este tipo de preocupações. No entanto, agora estou aqui e penso nas coisinhas de maneira diferente.



No outro dia, já há algum tempo, fui ao Alegro com a Irene e deparamo-nos com o cantinho do Pai Natal. Havia um espaço para as crianças pintarem desenhos, duas meninas muito simpáticas e um velhote mascarado de pai natal num cadeirão. Ele chamou pela Irene e disse: "anda cá, senta aqui". 

Coitadinho do senhor. A intenção dele é a melhor, na geração dele (acho que não estava, por baixo da barba toda, um menino de 20 anos) não se preocupavam com estas coisas, mas fiz logo uma cara torta, como se tivesse chupado um pedacinho de limão. Disse: "ela ainda não sabe quem é o Pai Natal". A verdade é que não sabia, o que tornava toda a situação ainda mais esquisita. 

Quando ela crescer, se ela quiser ir para o colo do Pai Natal, vai. Não vou dizer "olha que o rapaz é capaz de ser pedófilo, blá blá" ou "não vás para o colo de estranhos". É o Pai Natal, pronto. Porém, é só mesmo se ela quiser. Não acho nenhuma piada em particular a esta questão. Sentar no colo de alguém é muito íntimo. E por a minha filha no colo de um estranho não me parece correcto, mesmo que ele estivesse mascarado de Avô Cantigas ou de Oreo. 

O meu irmão Pedro tem uma fotografia sentado ao colo de um Pai Natal qualquer que, gozamos nós, era um velho bêbado. Agora conseguimos ver que, por baixo daquele disfarce, estava alguém com um ar muito pouco natalício. Até podia ser boa pessoa, mas tinha rosáceas daquelas de quem sabe beber muita bem (e não como as minhas). 

Isto faz-me questionar o tal "dá um beijinho à não sei quem (desconhecida da criança)" e insistir-se quando a criança diz que não. Não quer, não quer. Não tem de ser obrigada a dar beijinhos a pessoas que não queira. O mesmo com o Pai Natal. Se e quando ela quiser, sim. 

Eu sei, para muitas mães é só o post de uma mãe neurótica. Que seja! ;)

Há um ano tive o pior dia da minha vida.

Faz hoje um ano que tive a pior experiência da minha vida. Dia 22 de dezembro.

Chegados de Praga, onde fomos passar um fim-de-semana romântico - e já a morrer de saudades da filha - dou com a ela doente. Primeiro dia de febre, mas uns olhos irreconhecíveis. Veio para o meu colo e nele adormeceu. Senti a respiração dela. Nunca a tinha ouvido respirar assim. Peito no peito e um som que estremecia, vindo do peito dela. Isto não é normal. Urgências já. "Não quero saber que é o primeiro dia de febre, não vou esperar nem mais um minuto." Coração de mãe sabe. Coração de mãe adivinha. Coração de mãe percebeu logo que algo ali não estava bem. No hospital menti, confesso. Disse que tinha febre há 3 dias, porque sabia que tinha de ser vista JÁ, e frisei a respiração sofrida, porque ela não podia ficar com pulseira verde. 

Foram todos impecáveis desde o primeiro minuto. Incansáveis, queridos, meigos. Hospital público. Veredicto: pneumonia. O meu coração parou ali. Não aguentei e desatei a chorar. O David ficou inconsolável. Sentimo-nos perdidos. Ia ter de ficar internada, sem previsão de alta. Senti-me angustiada, preocupada, culpada. A primeira vez que fiquei longe da Isabel e ela fica tão doente... Será que, estando cá, teria percebido antes? Ou teria esperado pela febre para tomar esta decisão? Teria a bronquiolite, não detectada por dois médicos na semana anterior, evoluído para pneumonia, se eu estivesse cá, com ela? Horrível a sensação de impotência e culpa.


E ali passámos a semana do Natal, com a visita da família e dos amigos mais próximos. Com a garganta apertada, com noites muito difíceis, com trocas de cateteres em que preferia que me arrancassem um mindinho, com idas rápidas a casa para dormir duas horas e tomar um banho demorado.
Assim foi até dia 27, que passou a ser o nosso dia de Natal. Pus a mesa, com frango assado, na sesta dela montei uma árvore feita de bolacha e assim fizemos o nossa consoada e trocámos presentes, os três. A Isabel recebeu um nenuco, que levou logo com beijos repenicados e que até hoje é o bebé dela.


E este foi o texto de 24 de dezembro:


"E, de repente, os presentes de Natal que ainda faltava comprar, os bolos que não chegaram a ir ao forno, nada disso importa.

Um abraço enorme a todos os pais que passam este Natal com o coração espremido, num hospital, longe do conforto de casa, a ver os filhos doentes. De corpo hirto quando a alma está partida.

Um agradecimento a todos os profissionais que nos ajudam também com um sorriso e com palavras meigas a ultrapassar tudo isto.

Aos que estão felizmente longe desta realidade, peço-vos: abracem-se, amem-se e sintam a sorte de estarem todos juntos e com saúde. Tudo o resto não importa!

E brindem a nós, que somos neste momento um rio de leito estreito. Mas ainda nos vamos voltar a espraiar. As margens vão afastar-se novamente e vamos voltar a correr livremente até ao mar. Em breve. Muito em breve.

Este sorriso da Isabel é tudo o que o meu coração precisa neste Natal. Já estamos a ficar boas. Quase, quase boas."

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Médico ao domicílio por 10 euros.

Eishhhh, vocês sabem quando têm ideias excelentes e ficam a adorar-se durante dias? Foi o que me aconteceu. Na sexta-feira, só para terem noção, foi uma médica lá a casa auscultá-la e por 10 euros. 

E isto porquê? Quando temos filhos pequeninos, de certeza que não estamos loucos para os levar para um hospital, para as urgências. Se estiverem constipados ou engripados, para piorar, podem apanhar frio, etc. 



A Irene precisava de ser auscultada, para sabermos se tinha falta de ar ou não e se finalmente optávamos pelo antibiótico (fiz figas para que não, mas já está a clavamox). 

Lembrei-me que o Frederico (mê maride) é sócio ACP e que já tinha lido algures que iam médicos a casa. A minha mãe também tinha uma coisa do género, mas era com a Cruz Vermelha. Liguei para lá para saber o que era preciso e, basicamente, não sendo a Irene sócia, não pode usufruir dos benefícios. 

Porém! Poréeeeem, perguntei: e se ela for sócia? "Ah. Oferecemos às quotas até ela fazer 18 anos, podemos inscrevê-la ainda hoje e sendo assim daqui a aproximadamente 45 minutos o médico irá ter com ela". 

E por quanto? 10 euros.

Ai filhos, vamos mas é fazer a miúda sócia do Automóvel Clube de Portugal apesar de ainda nem sequer saber andar para a frente no elefante da Fisher Price. Tenho é depois de me lembrar de cancelar isto quando ela atingir a maioridade. 

A experiência foi fabulosa. A médica chegou super rápido. Adorei a médica, super tia, super despachada. Chegou e começou logo a refilar a dizer "tô toda a colar, tô toda a colar, c'órror" por causa do aquecimento. Foi muito simpática para a Irene. Reparou que tínhamos a casa de pantanas e fez aquele olhar de quem "humpf... não sabem receber" (adorei haha). Foi muito prática, senti que me tinha ouvido, auscultou a miúda e viu os ouvidos sem choradeiras (da miúda, que não são as médicas que costumam chorar). O Frederico quis tirar daquelas dúvidas à médica que não tinham nada que ver e ela depois de uma resposta ("agora estou com a Irene" - adorei), ouviu-o também com atenção e foi muito descomplicada nos conselhos. 

Não sei quantos médicos tem a ACP, mas calhou-nos esta Dra. da qual ficámos fãs e vamos pedir sempre que seja ela - esperando que esteja de serviço. 

Já tivemos experiências desagradáveis com serviços do género. Houve um médico (um da Cruz Vermelha) que disse que eu tinha uma pneumonia e afinal não tinha nada do género. 

A minha sugestão é que cruzem sempre informação com o pediatra. Foi o que fiz. A pediatra dela não podia vê-la e, assim, depois disse o que podíamos ou não fazer. Não concordou com os vapores e mudou a dosagem do antibiótico (para o dobro, para bater certo com o peso).

Foi óptima a experiência. Assim para coisas mais "pequeninas" aconselho. 

Já experimentaram? Vão experimentar?

Se calhar nem precisam de ser sócios e eles, por serem, têm direito a isto! Fica a dica.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Olha que giras!

As fotos do nosso passeio no Jardim Zoológico já cá cantam. Segunda vez no Zoo, primeira a ver os golfinhos, primeira com as primas. E ainda por cima com direito a espetáculo, com músicas da Disney e um Pai Natal que chega de teleférico :)

Foi muito, muito giro!

Ficam as fotografias da querida Joana, que também foi com os filhotes.



Eu não vos disse que tinha a cara numa lástima?



Sobrinha Alice <3



Alice, Isabel e Laura



Fotografias Love Lab

Se eu tivesse tempo...

Um dia... um dia vou dedicar-me a fazer embrulhos destes. Gosto de coisas simples e personalizadas e, já que o conteúdo são lembranças (tirando para as crianças da família), gostava de me ter esmerado.

Ainda andei à procura de papel pardo, mas esgotadíssimo na Staples e nos outros hipermercados por onde passei. Usei papeis que sobraram do ano passado, em vez de laços e fitas usei uns adereços de madeira para a árvore de natal e pronto. Fica para o ano.
Estes vi no Pinterest.















Ficam as sugestões. Depois, descobri os papéis de embrulho mais queridos do mundo: podem ser feitos por nós, com fotografias e imagens escolhidas por nós. Cá estão:








 (se alguém conhecer um serviço igual em Portugal, avise! obrigada!)

2015.

Como vos disse hoje de manhã, tive de fazer uma selecção de fotografias para a minha mãe que acho que as quer imprimir e a oferecer a quem não vê muito a Irene. Acabei acho por seleccionar parte das minhas fotografias preferidas do ano que está a acabar.

Quis partilhar convosco. Não pensem que foi para me poupar trabalho porque isto de por as fotos do tamanho certo e de as centrar e não sei quê, custou mais do que escrever para aqui um post genial , aliás, como é costume da minha parte. 













































Sei que o ano ainda não acabou, mas o Natal é já quarta e, por isso, quando dermos por ela, o ano já acabou e o seguinte já vai a meio. 

Obrigada por nos acompanharem. Provavelmente já conhecerão muitas destas fotografias. Partilho tudo convosco. Quase tudo, vá. 

O melhor ano da minha vida. Até agora.