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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

10 coisas que uma recém-mamã não quer ouvir

Se és uma recém-mamã, parabéns. Se és uma recém-mamã e ainda não adormeceste a ler a segunda linha, parabéns outra vez (e diz-me já o que andas a tomar!). 
Parabéns e muita paciência, claro! E não estou a falar da dificuldade em voltar a ter noites calmas ou em conseguir ter tempo para lavar os dentes, paciência para todas as vozes que te cercam, até mesmo da senhora com quem te cruzas de raspão na rua. Se te vêem com um bebé no sling ou no carrinho, passas a saber o que é ser uma figura pública, abordada por todos! 

imagem weheartit.com

Deixo-te uma lista das coisinhas que nós não queremos ouvir (imprime e cola na testa ou publica-a discretamente no teu mural: pode ser que certas pessoas se toquem):

  • é menino, não é? 
A probabilidade de acertar é 50/50 mas se calhar não vale a pena arriscar (uma dica: "como se chama?" cai sempre melhor) e não, não é menino. "Ah como está de azul...". E eu a pensar que estávamos em 2016...

  • está só a leite materno? 
Caso respondas que sim, provavelmente vai perguntar-te se dorme bem. Ou se chega. Ou contar-te a história do enteado da prima que foi-se a ver e andava a passar fome ou da filha da vizinha que fazia da mama chucha e foi um problema tirar-lhe o vício. 
Caso respondas que não, vai dizer-te que é normal, que ela nunca teve leite e o filho bebeu logo leite de vaca e não morreu ou que não tarda nada habitua-se ao biberão e deixas de ter leite, mas é melhor assim porque ficas mais liberta.

  • para quando é? 
Nasceu há 3 meses. [Silêncio constrangedor]

  • já dorme a noite toda?
Não coloquem este nível de expectativas em ninguém, muito menos numa recém-mamã que provavelmente acorda 4 ou 5 vezes por noite e que nem sabe bem de que terra é. A seguir a esta pergunta vem normalmente o conselho de dar papa no leite à noite para aconchegar ou então a história do "ensinar a dormir" com técnicas de se lhe tirar o chapéu 

  • já dorme na caminha dele?
Mania de querer que um bebé que mal passou pelo estreito de Gibraltar, que estava até há tão pouco tempo no quentinho, protegido, aconchegado, vá já a correr para a universidade! Apetece responder: "Já, só que a caminha dele calha a ser a dos pais também."

  • é tão parecido com o pai!
Obrigadinha. Então andamos com eles 9 meses no bucho, salvo seja, temos de fazer o teste da glicose (bleccc), chichi a cada 5 minutos, os pés aumentam de número, ficamos a andar como pinguins e depois é isto? 

  • está sempre ao colo?
Está. Já tinha tapetes suficientes em casa, desta vez quis um bebé. 

  • quando lhe vais dar comida? Assim ainda enjoa.
[provavelmente dito pela mesma pessoa lá de cima, orgulhosa porque deu alheira ao filho logo com 1 mês e meio]

  • isso é fome/ sede (não lhe dás água?!)/ frio/ calor/ sono
 ... cólicas/ mimo/ manha/ vício/ chichi/ nenúfar/ alguidar.

  • não usa chucha? olha que depois põe o dedo e não lho consegues tirar. /e quando não tiver mama, como vai ser? / e na creche?

Inspira. Expira. Sorri e acena (ao fim de algum tempo já vais ter vontade de rir, garanto!)

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sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Olha m'esta (#03) - As gordas

Já tinham saudades minhas, não tinham? Tinham que eu sei, sempre prontas para cortar na casaca das outras. Gostam pouco... 


Então as gordas do a mãe é que sabe* agora lembraram-se de fazer um movimento do "ai somos gordas, mas o que é que isso importa, o que importa é sermos felizes"?... Claro que sim, mas podemos tentar ser felizes sem parecermos uma carrinha de farturas gordurosas.

A mãe da Irene (já agora, escusavam de ter escolhido o nome na noite de Las Vegas em que se embebedaram os dois, depois de casar - ai tão "diferente" ir casar à terra onde a Celine Dion dá espetáculos...) deve ter voltado a trocar a dieta por baldes de gelado porque a pobrezinha já tem mais barriga que eu nas minhas 42 semanas de gestação. 

A outra agora usa a desculpa da gravidez para justificar a gordura: como se fosse magra antes de engravidar. E lá andam elas todas orgulhosas a enfiar as banhas pelos nossos olhinhos adentro. E ninguém me tira da ideia que só teve mais um filho para dar visualizações ao blogue, que estas duas nunca me enganaram.
"Ai o meu parto correu mal": cá para mim teve uma dor de cabeça a seguir mas faz todo um drama porque sabe que isto é como o Correio da Manhã, quanto mais sangue melhor.

A Isabel que tem franja e nunca me enganou: tem monocelha e a mãe não consegue lidar com isso.

A Irene anda sempre com roupas de miúdo porque "é tão linda que até com um saco do lixo de 3 dias fica bem". Tão enganadinhas.

A Luísa que nunca aparece porque "ai que ela chora muito e só quer colo e não dá para grandes fotos". Ninguém me diz que a miúda não nasceu com um braço no meio da testa para não enxergar bem a fronha da mãe, que deve ter ficado ainda mais linda quando se esbardalhou toda no outro dia.

E agora vão todas de férias esfregar a felicidade na nossa cara. A felicidade e as banhas, para não nos sentirmos mal. Eu sinto, fico mal disposta, nunca me dei bem com gorduras, nem na picanha.


*atenção [para não haver mal-entendidos]: esta rubrica de humor é escrita pelas autoras, num exercício semelhante ao que as nossas haters fazem - e de facto, o único exercício que fazemos. ;) - somos nós a falarmos de nós próprias, como se fossemos uma das haters que nos enviam estas pérolas fofinhas...

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Luís de Matos põe-te a pau, Magia é com a Irene!

A Irene, no outro dia, estava nua lá em casa (adoro vê-la nua a andar pela casa) e começou a brincar a dizer que tinha um chapéu no rabo.

Não vi chapéu nenhum, mas disse que sim, a pensar "ah, esta imaginação é tão engraçada, nunca deixes de ser criança, minha filha". 

Entretanto, ela tira um chapéu de Playmobil que tinha entalado entre as nádegas e disse: MAGIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIA!

Ganhou.

Luís de Matos, não quero por as minhas mãos no fogo, mas duvido que já tenhas feito este truque. 



PS - By the way, já "entrevistei o Luís de Matos". Houve uma época na minha vida em que convidava pessoas, vejam aqui: 


                       

Estes vídeos antigos têm de servir para alguma coisa, não só para me relembrar que um dia acreditei que teria uma carreira em TV. Ahah

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Sou interesseira.

Temos que chamar o nome às coisas e estou a ser. É verdade. Sabem aqueles momentos em que o vosso cérebro faz um click? Um bom click e não um click à lá convulsões febris da Irene? Pronto. Apercebi-me que tenho uma amiga com piscina que mora na casa onde já morei até a Irene nascer e que me podia convidar diariamente para ir à piscina com a miúda. Ela não se lembrou disso, então fiz eu questão de a lembrar, hehehehehe. 

Se teria esta disponibilidade tão grande de ir sempre à casa dela sem piscina? Claro que não. Assim, parece que há tempo para tudo! Ahah Estarei lá batida todos os dias (ou quase). 

Gosto tão mais do Verão agora... Obrigada Cláudia por voluntariamente quereres que estejamos todos os dias na tua piscina. hehehehehehe. Queres que te leve alguma coisinha hoje? Precisas de pão, sal? ;)


Que maravilha observar as forminhas dos corpinhos deles. Quem alguma vez pensou que tamanha perfeição pudesse sair de um orgão genital? Ahah.

Estas omoplatazinhas de um ser abençoado que ainda não sabe o que é ter de fazer a depilação para ir à piscina.

Aquela beleza de quem não sabe. 

A bebé com mais swag a twerkar de 2016. 

Parece ou não parece que está à espera que lhe tragam um caipirinha?

"O que foi? Gostas? Fala com a minha mãe (depois dela acabar a chamada para a Polícia)". 



Não se vê mas está a ensinar-me a fazer abdominais. 

Triste quando lhe contei quanto ganho.

Ainda sem conseguir ultrapassar.

Fato de Banho - Summer Factory


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quinta-feira, 14 de julho de 2016

A conversa mais séria que tive com a Irene.

Como é que só me lembrei disto agora? Isto de ser mãe realmente... ao mesmo tempo que parece que põe os neurónios todos a funcionar, acho que faz com que só tenhamos dois. São dois muito bons? Epá, são. Mas não deixam de ser só dois. 

Então e não é que a Irene fala extremamente bem, compreende extremamente bem e eu ainda não tinha tido a conversa mais importante de todas? 

Essa mesmo. 


- Necas, anda cá à mãe, sff. A mãe quer ter uma conversa muito séria contigo, pode ser?

- Sim.

- A Necas acorda durante a noite, não é? E chama pela mãe, verdade?

- Sim.

- Como chama a Necas pela mãe durante a noite?

- "maaaaãeeeeeeeeeeeeeeeeee!".

- Não precisa de chamar, Necas. Sabe porquê? Porque... está tudo bem. A Necas é a maior e a Necas consegue adormecer sozinha. Consegue, não consegue?

- Sim.

- Vamos fazer uma coisa muito gira. Sempre que a Necas acordar durante a noite e não vir luz lá fora, a Necas vira de barriga para baixo, abana o rabo e adormece. Não precisa de chamar a mãe. 'Tá bem?

- Sim.

- Quando a Necas acordar durante a noite o que vai fazer?

- Abanar o rabo.

- Pronto, mas na cama ou vai sair?

- Sim.


Acho que tenho o problema resolvido.


Nota: para todas as minhas fãs (estou a brincar, eu sei que sou o Éder deste blog), trato a Irene por Necas porque é como ela se trata a ela própria. Tem que acabar, eu sei.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Há uma coisa que me irrita muito...

Tão somente isto:

Estar a conduzir e o peluche / livro / óculos / copo de água / toalhita / sapato da nossa filha cair, lá atrás. Piora se se enfiar naqueles rebordos do carro, ao pé da porta. [também é válido para o lugar do pendura, onde tentamos ter mais flexibilidade que as ginastas chinesas, mas não conseguimos alcançar o objecto motivo de birra].

PORQUÊ? PORQUÊ? PORQUÊ??????!!!!

Ainda vai piorar quando forem duas a deixar cair objectos.

sábado, 2 de julho de 2016

Como está a correr?

Obrigada por perguntarem. Desta vez não nos esquecemos das malas em casa (bem se lembrava ontem uma leitora). Não perdemos máquina fotográfica nem carteiras. Mas viagem dos Brás da Silva que se preze tem de ter sempre emoção. Acho que já saímos sempre de casa à espera que algo aconteça, senão nem teria piada. 

Até agora, está tudo vivo e de boa saúde mas a viagem começou com:

- "David, o que estamos a fazer quase na Serra D'Aire?!". Fizemos uns bons 60kms a mais, porque o piloto estava distraído do GPS (quem nos mandou calar a gaja?) e a co-piloto ia distraída ao telemóvel.

- A Isabel já caiu três vezes. Três! Da mesa de apoio à sala, da cadeira e na casa de banho, sendo que desta queda quase conseguiríamos fazer um arroz de cabidela. 

- A Isabel abriu uma embalagem de corante alimentar vermelho em cima do sofá (que estava num kit muito giro que nos deram à chegada, para pintarmos [sabiam que se misturarem corante com iogurte natural, eles podem fazer pinturas?]). 

- A Luísa levou com uma manápula da Isabel, cheia de óleo de massagem, na cara e nem sabe bem como é que aquilo aconteceu (no meio de uma daquelas birras descomunais, que já não fazia há uns dias - até achámos que já tinham passado, que ingénuos hehe). 

Pronto. Para já é tudo. Mas cheira-me que ainda vos venho cá contar mais novidades "emocionantes" deste fim-de-semana. ;) 

Tirando isso, as partes boas, que superam os pequenos acidentes, vêm em forma de foto. Sim, porque estamos a gostar muito de estar novamente no Obidos Lagoon Wellness Retreat

(E as miúdas já estão a dormir e nós agora vamos tentar ver um filme - mal acabe o Alemanha-Itália - comer uns caracóis e beber um vinho branco geladinho. Eu dou só um golo, não se preocupem! Hehe).









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quinta-feira, 30 de junho de 2016

HELP! Tenho síndrome da tartaruga!

Sou uma pessoa normalmente descontraída, mas pareço uma barata tonta (acho que a lerdice e a burrice normal do pós-parto também não ajudam). Vamos de fim-de-semana, que, pelas minhas contas, são só dois dias (está certo, não está?) e eu acho que estou a fazer uma mala para vinte. Achava que a síndrome da tartaruga (levar a casa às costas) só nos dava no primeiro filho, mas pelos vistos não. 

E se bolçar mais que o normal? É melhor levar mais dois bodies. E se fizer daqueles cocós descomunais até ao pescoço? Mais uns babygrows. E se estiver mais frio? Mais uns casaquitos. E se for picada por melgas? É melhor levar a caixa toda dos medicamentos e pomadas. E repelente. E rede mosquiteira. Carrinho: levo o que tem alcofa ou o outro? Almofada de amamentação, valerá a pena? Uhmmm... E vai o ninho ou a alcofa de palha? Cremes para os mamilos? Se a Isabel quiser voltar a experimentar o leitinho da mamã e aquele dente partido ferrar, se calhar é melhor...

DESCOMPLICA, JOANA!

Mas... e se me esquecer de algo mesmo mesmo importante? As mamas vão, Joana, não há nada mais importante.

Isto são os dois únicos neurónios que me restam a dialogar, os mesmos dois que daqui a dois dias vão descansar um bocadinho no Obidos Lagoon Welness Retreat.
Eu disse descansar? Hahaha melhor piada de sempre. :) Mas mesmo "correndo o risco" de vir de lá mais cansada do que vou, com a nova gestão das duas piolhas, estamos em pulgas! Casa acolhedora só para nós, pequeno-almoço à porta, cesta de piquenique, piscina privativa, SPA... mas, acima de tudo, vamos voltar a um sítio onde fomos muito felizes - parece impossível, mas já passou um ano desde que lá estivemos.



Já sorri de orelha a orelha só de rever estas imagens e já quase me passou a síndrome da tartaruga. Eu disse quase, por isso, cá vai: HELP!

O QUE TENHO MESMO DE LEVAR NA MALA DA MAI' NOVA? :)


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terça-feira, 21 de junho de 2016

Ouve lá a tua mãe.

Irene, estive para aqui a pensar e há algumas coisas que gostaria de te dizer. Não revires os olhos, anda lá cá à tua mãe, vá. 




- Se queres que algo seja segredo, não contes a ninguém. 

Sei que vai ser muito difícil e que temos aquela melhor amiga na qual podemos sempre confiar. Se for um segredo do tipo "dei um linguadão ao Jorge", podes contar. Agora, se for um segredo daqueles grandes, que não queres que ninguém saiba, CONTA À TUA MÃE imediatamente. 

- Não andes para aí a fazer a depilação às escondidas com a gillette da mãe. 

Até porque a mãe podia ser um bocadinho mais lavadinha e limpar melhor aquilo e não mereces tamanha bicheza. Além de que há outras soluções para disfarçar essas penugens que não andares a ceifar virilhas com 13 anos. 

- Não precisas de ter tanta roupa nova como a menina rica da turma. 

Vai sempre haver meninas que tenham mais roupa nova, mais relógios, telemóveis melhores, mães com mais classe. Porém, tu brilhas nas tuas calças mais antigas. A menina rica precisa dessas roupas todas porque não tem tanta piada como tu, nem consegue arrotar tão alto - o que é um dom. 



- A única coisa que perdes em sair à noite tão cedo é a tua virgindade. 

Deixa-te estar em casa a ver o Love on Top com a mãe. Diz que aquilo cria uma espécie de alergia pela espécie humana e, portanto, quando tiveres idade para sair à noite, optas menos pelos rapazes que tenham mais mamas que tu. 

- Afasta-me essas mamas!

Filha, não cedas à pressão das tuas mamas terem de parecer um rabo de um bebé. Elas são lindas cada uma para seu lado. Pensa que, se esconderes os mamilos nas axilas, até poderás um dia não precisar de usar soutien. 

- Borrifa-te para os crop tops!

Tens barriguinha e não ficas tão bem de crop tops como as tuas coleguinhas de turma? Diz à mãe que a mãe começa a deixar-te levar um pacotinho de leite gordo para lhes dares ao lanche, Ficam logo mais inchadinhas. Levas também um frasco só de glúten (qualquer dia já há à parte para por a gosto) e começas a polvilhar por cima da comida delas. 

- O rapaz mais giro da turma é gay.

Não desesperes. Se o rapaz mais giro da turma não te ligar nenhuma é porque é gay. Se não for, passa a ser. Se se enrolar com uma colega tua, é gay na mesma mas está a disfarçar. Se se enrolar com duas é para disfarçar ainda melhor porque é ainda mais gay. 

- Não sejas daquelas que pedem carregadores.

Anda com um carregador atrás, mas sem dizer a ninguém. O mundo tem de perceber que, se quer carregar o telemóvel, tem de arranjar maneira de o fazer. Já estamos a conseguir acabar com os "crava nights" agora é com os crava carregadores. 



- Ri-te das tuas próprias piadas. 

Que parvoíce esta mania de não nos podermos rir daquilo que nós próprios dizemos. Tem mais graça se parecer que estamos a falar a sério e que fomos apanhados desprevenidos com os risos dos outros? Nada é mais bonito que uma mulher a rir. Se for uma mulher a rir das suas próprias piadas ainda mais giro, quer dizer que disse umas quantas. 

- No ginásio não sejas púdica.

Todas nós dizemos que não queremos ver as vaginas umas das outras no ginásio (bem, nem todas), mas essas afirmações creio que esconderão sempre uma certa admiração pela liberdade que elas têm de andar com elas de um lado para o outro como se fizessem parte do seu corpo. A tua vagina faz parte do teu corpo e as mamas também. A não ser que tenhas uma vagina na testa e que não seja tua. 

- Não cedas à pressão de ser um conguito. 

Chegou o Verão e ainda não tens as pernas bronzeadas? Usa saias na mesma, usa vestidos na mesma. Quem disse que só quando temos outra cor que não a NOSSA é que podemos usar roupa? Tens as pernas brancas? Usa vestidos pretos, vermelhos, o que for que te vão ficar ainda melhor. 




- Usa o cotovelo no autocarro. 

Se andares num autocarro mais cheio e sentires uns quantos senhores de mais idade a aproveitarem-se disso, usa a táctica do cotovelo na anca para os afastar. Senão, tens a autorização da mãe para dizer em voz alta "Olhe, desculpe lá, será que tem mesmo que se roçar no meu rabo?". Verifica primeiro se há realmente mais algum espaço disponível para não fazeres figura de ursa.

Vá, agora vai lá à tua vida, A mãe depois diz-te mais coisas. 

Gosto muito de ti, está bem? 



quarta-feira, 8 de junho de 2016

A outra Joana é muito ratinha, é...

Ando aqui eu a dar tudo como se tivesse de mandar charme para um tipo que está do outro lado do pavilhão gimnodesportivo e a menina, no seu merecido descanso, não vos diz pevas. Não vos diz, mas para quem seguir o instagram dela, está recheadinho de novidades a la Paixão Brás. 

Sigam lá a menina que ela vai ficar tão contente que o pipi até fica restaurado mais rapidamente. Fica já pronta para por cá o próximo no mundo. 




A photo posted by Joana Paixão Brás (@joanapaixaobras) on

A photo posted by Joana Paixão Brás (@joanapaixaobras) on


Já estão cheias de saudades dela e fartas de me ler? Também eu, milhas filhas. Respeitemos, porém este babyblues tão precioso que só deixa fazer publicações no instagram pessoal. 

Amo-te, Joaninha! Fica boa rápido. Ainda aguento mais uma semana a fazer de lamechas e totó no blogue, aproveita esses dois seres que te rebentaram toda por dentro literalmente e emocionalmente ;)

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terça-feira, 7 de junho de 2016

Perdoem a minha mãe, ela não sabe o que me veste...


A Joana Gama deve ter ficado agarrada à barriga a rir com estas vestimentas. Ainda podia dizer que foi a Isabel a pedir-me para vestir isto, mas não vou mentir. Fui euzinha. Body de gola beta com ténis nike, calções vários números acima e meias pelo joelho com dobra...  Estranhíssimo? Foi daquelas vezes (são cada vez mais e ainda bem) em que me estou a marimbar. Acho que o facto de estar um tempo esquisito também não ajuda, nunca sei o que lhe vestir. 

E então? Então nada. A miúda andou na vidinha dela, feliz e eu feliz a vê-la aproveitar a rua, os cães e a arrancar todas as flores da relva do jardim.

*Post escrito antes da Luisinha ;)

terça-feira, 31 de maio de 2016

Querem que o PAI mude sempre as fraldas?

Epá, foi uma ideia que eu cá tive, agora a Irene pede sempre ao pai para lhe mudar as fraldas. Dantes era sempre só eu: "a mãe muda, a mãe muda", agora já não.

Ingredientes: 

- Bebé indefeso.
- Duas mãos de mãe.
- Um pai.
- Cocós frequentes.


Começa a cheirar a cocó. Tudo bem. Pegamos na criança e, sem a abraçarmos muito (para não espalmar o ex-bolo alimentar, colocamo-la no trocador. Depois de limparmos os excrementos de sua pele macia, damos um valente beliscão na peidola e fingimos que não foi nada connosco.

Fazer isto todos os dias durante um mês. 

Ignorar o choro.

A criança eventualmente preferirá o pai e nunca se saberá porquê. Feito.
























*ESTOU A BRINCAR, PÁ! 



terça-feira, 24 de maio de 2016

Já começou mal o dia e quem paga são vocês!

Olá. Sim. Bom Dia. 'Tá bem.
Estou super enervada.

Lembram-se de termos feito um passatempo em que vos iria oferecer 10 livros? Pronto. Vão receber os livrinhos, não comecem já a entrar em modo de "reclamação na loja depois da senhora ter dito que não aceitam devoluções". 

Até vos mostrei que estava a tratar disso ontem com esta foto:


                             

Ontem estive meia hora nos Correios do Colombo numa fila com 45 velhotes a perguntarem pelos certificados de Aforro e para desabafarem das mais-valias de se usar fotocopiadoras. Isto para comprar envelopinhos bonitos para vocês. No total gastei quase dois pares de calças aceitáveis, mas em dinheiro. 

Ontem, para "adiantar trabalho", decidi escrever as vossas moradas no destinatário e a minha no remetente e hoje seria só assinar os livros e enviar. Acham que devo assinar? Se calhar querem oferecer a alguém e assim não podem! É que vai mesmo assinado e com o vosso nome para não se armarem em forretas.

Envelopes escritos, hoje de manhã enfio o primeiro livro dentro de um envelope... só que não! E porquê? PORQUE A PORCARIA DO LIVRO NÃO CABE NO ENVELOPE, CARAÇAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! E já estão escritos!

Agora estou, mesmo a quem não é fina, a cortar os plasticozinho de dentro todo para ver se a porcaria do livro cabe. E coube... mas o envelope ficou com este aspecto:




Desculpa Clara Gonçalves, mas olha... amanha-te! E um dos cantos vai com fita-cola também. Espero que as pessoas dos correios não se armem em mariquinhas com o aspecto do envelope e com o canto em fita-cola que hoje começo logo uma peixeirada.

Ah! E fiquei tão irritada que a coitadinha da Gisela Alves leva com um envelope em bom estado, mas sem o livro estar assinado! Desculpa, Gisela. Estava tão furiosa a ver se ia lá à força que me esqueci de assinar. Vê pelo lado positivo: tu podes oferecer a alguém!

Filhinhas, da próxima vez que houver um passatempo ou vai a maria-tenho-duas-filhas-porque-sou-muito-desenrascada ou vocês vêm cá a casa, trazem um envelope onde caiba a porcaria do livro e eu vou meter no correio (podia ter-vos dado o livro logo quando me traziam o envelope, podia).
Um vídeo publicado por a Mãe é que sabe (@amaeequesabe) a


Adeus.

Bom dia. 

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Daqui a nada tenho que explicar aquilo da cegonha.

Acho que não vou por nenhuma cegonha ao barulho senão a "coisa" fica ainda mais esquisita. Ela poderá imaginar uma cegonha a dar umas bicadas no pipi da mãe e ficar preocupada comigo. Ou pensar que as cegonhas roubam bebés e sempre que vir uma, enrolar-se numa posição fetal. Pior, pensar que se os sacos de plástico estão tão caros, onde é que a cegonha vai desencantar o saco para transportar o bebé de um lado para o outro. E se o bebé fizer cocó no saco no início da viagem? Depois fica lá a banhar-se até chegar à Alfredo da Costa? Meter a cegonha ao barulho é complicar. 

Vou antes pôr um Tucano. Tem mais cor, um hálito menos agressivo por (digo eu) não comer tanto peixe e tem um ar mais simpático.

Ah. Brincadeira. Logo se vê o que lhe digo, aliás, eu já lhe conto a história da mamã e do papá: "a mãe e o pai deram muitos muitos beijinhos e apareceu a Necas na barriga da mãe, a Necas cresceu muito muito muito, a mãe foi para o hospital fazer força, a Necas saiu pelo pipi e foi para a maminha. A mãe teve uma depressão pós parto ou lá o que foi e teve vontade de se atirar de uma pontezinha simpática". 

Ela gosta da história (claro que só vai até à maminha) e acho que assim fica resolvido até ela ter 6 anos. Tenho é medo que ande a dar uns mamos de boca agora aos peluches lá de casa para ver se fica com tartarugas-bebé no estômago ou caranguejos. 

A Irene começou a fazer perguntas. Reparamos sempre que ela é muito curiosa (todas as crianças são, eu sei), mas é um fascínio ver as coisas que ela quer saber, a vontade que tem de aprender. Já fui buscar um manual de contabilidade para ver se aprende ainda algo de jeito para o IRS deste ano. 

Agora aponta para as coisas e diz: "isto chama-se?". Ou: "o que é isto?". 

Ainda fico sempre supreendida. É mais uma forma que ela tem de conversar connosco e, sinceramente, parece-me que já está tudo. Ela é uma companhia fenomenal: opina, observa, pergunta e... faz birras. É uma mulher. ;)

Ah! Hoje de manhã até argumentou! Queria bolachas para o pequeno-almoço e eu disse "não são pequeno-almoço, são snack para comer entre refeições, o pai come pão, a mãe come pão, a necas come pão". Ela responde: "papá come bolacha, mamã come bolacha, bebé come bolacha". Claro que me ri imenso (mas não houve cá bolachas para ninguém muahaha, sou a nazi dos pequenos-almoços). 

Ela já me pergunta coisas. Mais uma milestone. Ansiosa por tangá-la imenso com coisas sem importância e rir-me para dentro com isso.

A pensar se consegue por lá um cão em casa se der um linguadão naquele caniche que está ali a passar.

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Visitas na Maternidade? Não, obrigada!

Ora então vamos lá ver se os nossos amigos não apagam o nosso número de telemóvel e se as tias afastadas não deixam de nos oferecer meias no Natal.
Este é um manifesto. Manifesto-anti-visita-na-maternidade.

Imaginem uma pessoa cujas veias da testa não rebentaram por pouco e que acaba de estar 12 horas a tentar fazer passar um mamute pela toca de um coelho. Imaginem que essa pessoa não ingeria - nem uma pevide, um tremoço, nada - há mais de 20. Imaginem que, lá pelo meio, esteve em sofrimento. Imaginem que não esteve em sofrimento, mas está muito, muito cansada. De repente, encheu-se de beta-endorfinas, ocitocina, prolactina e outras "inas". Esteve 9 meses à espera de conhecer aquele ser. Finalmente pode olhar para ele, namorá-lo, estar pele com pele. Precisa desses momentos contemplativos, de calma e paz. 

E, afinal, vê-se enfiada numa discoteca com música muito alta, varão e presenças de pseudo-vips da casa dos segredos. Vê-se obrigada a ter de descrever repetidamente, já rouca, tudo o que lhe aconteceu. Uma e mais uma vez. Querem pegar-lhe no filho, ainda mal ela fez o corte do cordão - "lave só as mãos, por favor" - cheirá-lo e sentenciar parecenças, mesmo que o bebé tenha ainda cara de repolho inchado. 

Vamos lá ver aqui uma coisa. A intenção das visitas é a melhor, a curiosidade é muita, a vontade de partilhar momentos de emoção com os nossos amigos é enorme. Mas vamos, como em quase tudo na vida, aguardar convite. Perceber se a nossa presença é muito desejada. 

Adorava desejar muita gente no meu quarto: era sinal de que estava pronta para a rambóia e a cowboyada, que tudo tinha corrido às mil maravilhas, que não estava a desmaiar cada vez que me levantava, que estava pronta para outra. Mas, o melhor é aguardar. Ver como corre. Apalpar terreno. Até lá, só estão convidados os pais, os sogros, a minha avó e os tios (os nossos irmãos) e os melhores amigos. E a Isabelinha. Todos os outros - que amamos do coração - vão ter de esperar por notícias. Até pode ser que eu esteja cheia de força e coragem para ver pessoas! Era óptimo sinal! Mas, para já, é "esperar para ver".

Já ouvi dizer que há quem não assine o manifesto e prefira "despachar" logo tudo na maternidade e ter sossego em casa. Por aí, como preferem?
 

terça-feira, 3 de maio de 2016

Aquela vaca salvou-me a noite!

Acho que não é típico da Irene. Pelo que tenho falado com algumas amigas (assim parece que tenho muitas), é algo recorrente. Desde nova - principalmente pela dificuldade que tinha em pô-la a fazer as duas sestas a horas (muita ansiedade minha) - sempre que ela não dormir "o que devia dormir", era de esperar dois episódios de terrores nocturnos. Ela "acordava", passada na cabeça, sem me reconhecer, só me batia e gritava como se fosse a Sansa Stark e estivesse a ser perseguida pelo Bolton (não o Michael Bolton, apesar disso também dar direito a querer fugir e bem). Gritava, chorava e tudo de TERROR. Não era só um pesadelo manhoso como aquele que ela tem de vez em quando a dizer que tem a boca com bichos (feita estúpida disse-lhe que tinha de lavar a boca senão ficava com bichos...). 

Foi horrível para o meu coração na altura. Ainda para mais, li nalguns sítios que o melhor é só ficarmos a vigiar o episódio e não lhes tocarmos nem acordarmos para o cérebro resolver o nó e não voltar a acontecer nessa noite, mas eu não conseguia, claro (acontece normalmente na primeira metade da noite). Voltou a acontecer no outro dia. Não fez sesta ou dormiu muito muito pouco, já não me lembro e, à noite, foi mesmo o TERROR.

Rejeitava a maminha, batia-me, arranhava-me, ficava super ofendida comigo, não dizia coisa com coisa... Não sabia o que fazer. Às tantas, pensei: vou fazer uma brincadeira com ela, pode ser que isso ponha o cérebro a funcionar um bocadinho mais do lado "dos acordados".

- Irene, queres banana?

- nãooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo!

- Irene, queres um acordeão? 

- nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao!

- E uma vaca amarela, queres? 

- Sim!

Parou de chorar. Acordou. Continuei: "Necas, uma vaca amarela??? Não há!! É como haver cães roxos! Ou o xixi ser verde! hahaha"

Ela sorriu e deitou-se de barriga para baixo. O pai fez-lhe festinhas até adormecer e pronto. 


Obrigada, vaca amarela. 

Pior desenho de sempre!! E não fui eu a fazer, googlei e encontrei ahah. 

sábado, 30 de abril de 2016

Senti que o traí.

Se vai ser um post estúpido? Epá, vai. 

No outro dia, de manhã, decidi ir ao Starbucks do Rossio. Não costumo, evito ao máximo porque me vicio facilmente nas coisas e aquilo não faz bem a ninguém, de certeza. Porém, estava tão bem disposta (por nenhum motivo) que me apeteceu celebrar. 

Tinha um casaquinho de "cabedal" novo e devia estar a andar toda gingona como quando andávamos apaixonadas por um tipo novo na escola. Cheguei lá e como adoro ser confundida com uma camone (não me perguntem porquê mas gosto que achem que sou estrangeira, apesar de adorar o nosso país e tal, 'tá) esperei que fosse primeiro o barcoiso a falar comigo. 

Lá pedi um Exclusivo Tall menos quente com soja mas com natas na mesma e disse "pronto, acho que de mariquices é tudo.".

Ele riu-se e disse: "e o seu nome?". 

Calma que eu sei que perguntam o nome a toda a gente por lá. 

Depois disse: "A Joana é muito bonita.".

E eu... que RARAMENTE fico sem palavras, fiquei. Fiquei toda contente por dentro (ficamos sempre, não é?), mas muito desconfortável por raramente me sentir envergonhada e não saber mesmo como agir naquele momento. Olhei para o chão, sorri e disse "eheh... obrigada". 

"Bom dia, Joana.". 

"Eu até retribuiria se estivesse a usar uma placa com o seu nome!". 

"Sou o Ricardo". 

"Bom dia, Ricardo". 

E depois fui muito rápido para o fundo do balcão buscar a porcaria do chocolate quente a rezar que todo o betume que tinha posto na cara de manhã chegasse para encobrir o facto de estar corada até às orelhas. 

Saí, dei o meu melhor para fazer uma saída tranquila, sem tropeçar aqui ou ali e... estava tão quentinha e nervosa que tive de contar ao Frederico! hahah

"Frederico, só para te dizer... o senhor do Starbucks disse que eu era muito bonita". 

Claro que foi porque achei "melhor" contar (apesar de não ter nada que contar, que parvoíce), mas foi também para ele perceber que aqui a moça ainda se mete no mercado facilmente se quiser e, melhor, tem chocolate quente de graça!!! ;)



NÃO QUERO SABER SE JÁ LÁ FORAM E SE TODAS OUVIRAM DE UM TIPO CHAMADO RICARDO QUE SÃO MUITO BONITAS!! 

terça-feira, 26 de abril de 2016

"A gravidez está a fritar-te o cérebro"

Parece que hoje é o Dia Internacional do Anónimo, pelo destaque que estamos a dar à espécie (houve post daquela nossa rubrica gira de manhã), mas apeteceu-me fazer um movimento "Libertem a gravidez!" ou "Libertem as grávidas!". Já não é a primeira vez que anónimos fofinhos me deixam este comentário (ou sempre a mesma, who knows?). Vamos a ver se nos entendemos.

Não é a gravidez que me está a fritar o cérebro. Quando muito, ele já está frito há uns bons anos (e não foi à conta de coisas que fazem rir, por acaso nunca me deu para aí).


Não noto especial alteração em mim - nem os que me rodeiam (ou então andam cheios de medo que os assassine à paulada e nem comentam) - a não ser em duas coisas: andar mais esquecida (ou cansada, ou ambas), mas até para isso tenho posto lembretes e notas no telemóvel até mais não. E estar mais feliz. De resto, a mesma. Continuo a ser sensível, lamechas, chorona, pirosa, bimbalhona, parva. Nada mudou.

Não vamos culpar a gravidez de tudo o que nós ou os outros possam não gostar em nós.

#deixemagravidezempaz #hormonalsempre #pirosa4ever #naogostaspoenabordadoprato

domingo, 17 de abril de 2016

Estás grávida se...

1 - tiveres feito amor ou, então, se tiveres conhecido algo que se chame de Espírito Santo e tenham feito essa marotice, mas que lhe tenhas dado outro nome.

2 - de repente, já não consegues encolher a barriga nas fotografias. Bem tentas, mas não tens controlo nela, muito à semelhança da consequência de ingestão de uma pizza inteira cheia de queijo por um intolerante à lactose. 

3 - começas a olhar com um ar guloso para camisolas de riscas horizontais justas. Nunca usarias aquilo na vida, não fica bem a quase ninguém, mas é agora que vais usar e é agora que deves usar. É uma espécie de farda da gravidez. 

4 - andas com um ar de que os problemas dos outros não te podiam afectar menos. Estás a gerar vida, estás a "começar" a tua vida (é o que algumas sentimos) e queres lá saber o que o teu chefe pensa de não terem aparecido a horas para uma reunião.

5 - começas a querer fazer mais amor e de uma maneira que só a Bernardina compreende. 

6 - pensas que tomar ácido fólico é algo comovente porque está ligado, de forma muito amorosa, ao teu bebé, ao vosso futuro em casal. 

7 - os teus mamilos começam a escurecer ao ponto de parecer que levaste com dois balázios nas mamas. 

8 - o teu pipi começa a engordar como se andasse a comer kinder supresa às tuas escondidas. 

9 - ouviste falar que se te deitares para o lado esquerdo/direito (há teorias) faz mal ao bebé e, portanto, privas-te disso durante meses e meses. 



10 - entras moderadamente em pânico por não perceberes a diferença entre bodys e babygrows nas listas para a maternidade.

11 - até achas graça o teu cocó sair preto porque sabes que é do Folifer.

12 - apesar de teres prometido a ti própria não abimbalhar muito, já estás num ou 30 foruns para mães na internet e uns 42 grupos sobre isso no Facebook. 

13 - todos os dias achas imbecil a forma como se contam as semanas de gravidez

14 - começas por ler um livro do Dr. Mário Cordeiro e ainda achas que ele tem sempre razão.

15 - alguém te diz que canela e chá verde são abortivos e, por isso, nunca mais lhes tocas e fazes questão de dizer a toda a gente, mesmo que não tenham útero. 

16 - tens sonhos muito bizarros.

17 - tens uma daquelas almofadas de maternidade enormes tipo salsicha porque disseram que ajudava dormir com aquilo, mas nunca te ajeitas realmente. 

18 - sangras um bocadinho do nariz de vez em quando sem razão aparente.

19 - limpar o rabo ou o pipi passam a ser desafios maiores do que fingir que ouvimos aquela nossa amiga a queixar-se vezes sem conta do namorado, mas que continua lá a afunçanhar (eu sei que isto não existe) vá se lá saber porquê.

20 - Tiveres, pelo menos, um bebé dentro da tua barriga.


*Todas as gravidezes são diferentes. Há quem odeie estar grávida, há quem fique eufórica, há quem não saiba até parir. Há quem se sinta grata, há quem se sinta amaldiçoada, há quem não sinta nada por estar cheia de dores. Isto é uma brincadeira em que peguei na minha própria experiência, sendo que, apesar do desafio, certificava-me sempre que limpava muito bem as minhas partes. Ok? Pronto. Agora também, mesmo não estando grávida. 

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E a mim também ;) @JoanaGama 

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Passámos ao lado de uma carreira de sucesso.

Depois de ter ouvido a Joana Gama a imitar a Shakira na Mega (e de me ter escangalhado a rir), desafiei-a a fazer uma espécie de batalha de imitações: Shakira, Britney Spears e Cher.

A dar tudo.

Logo a seguir a preencher o IRS, vão sentir que este é o tempo mais mal gasto das vossas vidas, já a avisar! O resultado é só a maior parvoíce de todos os tempos, mas, no fundo, nada a que não vos tenhamos já habituado.





Quem vence esta batalha épica?